Pedra de Iguapé

Guarapari - ES

Como chegar

Saindo de Vitória, tome a BR-101 em direção ao sul do estado. Após passar pelo pedágio que dá acesso à falésia de Amarelos, fique de olho à direita. A entrada para pedra está 7km após o pedágio, por um acesso vicinal asfaltado. Na estrada vicinal siga sempre pela principal e após passar pela ponte, vire à esquerda e estacione o carro (1km). Solicite passagem neste haras que tem um portão de ferro branco. Antigamente, os escaladores seguiam mais a estrada de chão até um haras que tem as letras “AZ” no portão para pedir passagem, mas parece que o proprietário não está mais deixando passar.

Mapa

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Aproximação

No haras, cruze a propriedade para acessar um campo sujo onde é possível ver uns coqueiros na entrada da mata. A trilha por dentro da mata começa ao lado destes coqueiros. Entre na mata e assim que a trilha sumir, vire à esquerda, subindo uma pequena elevação e depois siga abrindo caminho até encontrar um costão de uns 25m. Suba o costão (no final há uma fita em um bloco de pedra para rapel) e depois à esquerda costeando a pedra. Assim que a mata fechar novamente, contorne pela esquerda e depois volte à pedra para encontrar a saída da via. O início da via é facilmente visível da base.

Croqui

1a enfiada – 55m – Essa enfiada é toda em grampo. O primeiro grampo é visível do chão, já o segundo não. O crux fica logo depois do 1o grampo num esticão em aderência onde não pode cair porque corre o risco de bater no chão. Depois a via vai facilitando até a parada (dupla). No croqui parece que a linha segue em diagonal à direita, mas a linha é em vertical, formando um “Z”.  Sete costuras (todas longas)  mais a parada.

2a enfiada – 30m – O primeiro grampo fica um pouco escondido, mas está à direita da parada. Não confundir com um grampo fora da via que serve apenas para o rapel. Após o grampo, o lance vai em direção a um negativo onde é obrigatório colocar algumas peças para proteger o lance crux da enfiada (a virada) – Vo SUP. Há espaço para Camalot #2, #3, #4 ou equivalente. A parada fica logo acima, depois do platô, em grampo simples, mas é possível backupear com mais duas peças (#.4, #.5 #,75).

3a enfiada – 50m – Travessia à direita. No início pode proteger em móvel, mas não é obrigatório. O segundo grampo da travessia está mais para baixo (o segundo da cordada fica mais exposto nesse trecho). O crux fica no começo da enfiada, depois ela fica bem mais fácil. Parada simples em grampo que pode ser backupeada com um nut médio (DMM 6) e Camalot (#2).

4a enfiada – 30m – Continua a travessia até um grampo para fazer uma virada mais técnica e aérea para depois entrar em uma canaleta bem protegida. Esse é o trecho mais vertical da via. Depois da canaleta, sair à esquerda (ou seguir reto) e esticar até a parada (dupla) – um pouco exposto.

5a enfiada – 50m – A linha segue pela direita por um trecho com muitas bromélias. Depois do segundo grampo há um esticão até uma parada natural em árvore. O crux está entre o 1o e o 2o grampo num lance técnico em agarra.

Descida – O melhor jeito é descer caminhando pelo cume via costão que fica à esquerda. Se tiver que descer da via, com uma corda de 60m é possível de descer, mas com duas cordas é bem melhor. Vários rapeis são em grampo simples! Na travessia da 3a enfiada é possível descer da P3 até o grampo simples que fica fora da via em um rapel de 30m.

Dicas

  • A pedra fica nos fundos de pelo menos 3 propriedades. Se o acesso for negado em uma das propriedades, tente falar com o vizinho ao lado;
  • A depender de onde acessar, a aproximação pode durar de 1 a 2 horas de caminhada (puxada em aclive constante);
    A via fica voltada para a face leste. No verão, fica na sombra no meio da tarde;
  • Todos os grampos são de aço comum com palheta de alumínio calçando o furo (atenção à corrosão galvânica). Muito cuidado!!!!
  • Sempre usar móveis para duplicar as paradas (P2 e P3);
  • Em caso de chuva, as descida pelo costão poderá ficar comprometida.

Fotos

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