Pedra do Córrego

Pancas - ES

Alt. 440m

Como chegar

 

Saindo de Vitória tome a BR-101 em direção ao norte do estado até João Neiva. Logo após a cidade tome a BR-259 em direção a Pancas (sinalizado) passando por Colatina. No trevo de acesso à Pancas, ES-341, zere o odômetro. A Pedra do Córrego está a 12,6km do trevo, no lado esquerdo, 50m antes do acesso à Córrego do Espinho. Assim que entrar no cafezal, siga por uma das estradas em direção à base da pedra.

Mapa

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Uma boa via para quem está começando a escalar vias de várias enfiadas ou está chegando na região para fazer uma aclimatação. A via tem tudo que Pancas não tem: agarras e proteção, mas mesmo assim é um bom lugar para começar.

A via requer aproximadamente 2h de escalada mais 1h de rapel. A face da via está voltada para o norte com sol o dia inteiro.

Equipo

  • Seis costuras;
  • 2 cordas de 50m.

1a enfiada – A via começa ao lado da cerca, perto de umas lacas. O primeira chapa está bem no alto e pode ser difícil de visualizar da base. A enfiada segue em linha reta por uma rampão com muitas agarras.

2a enfiada – A enfiada segue ao mesmo estilo da anterior até a parada dupla.

3a enfiada – A parede ganha um pouco de inclinação e a dificuldade aumenta um pouco, mas a escalada continua no mesmo estilo.

4a enfiada – A parede perde um pouco de inclinação, mas logo acima há um pequeno vertical onde está o crux da via. Após essa virada há um esticão pelo lado direito da vegetação em direção à parada final. A via não acaba no final da parede, mas um pouco antes num pequeno platô. O livro de cume está numa pilha de laca.

Descida – Descida de parada em parada com 2 cordas de 50m.

Escalada bem variada com uso constante de material móvel. Para ler mais sobre a conquista da via, clique aqui!

O tempo médio para repetir a via é de aproximadamente 3-4h, mais 1h de descida. Devido a facilidade de acesso e sua posição estratégica é uma excelente via de saideira ou para aquela escalada rápida de meio-turno.

A face da pedra está voltada para norte com sol o dia inteiro.

Equipos

  • 1x Camalot C3 (0-1);
  • 2x Camalot #.5-#4;
  • 1x Camalot #1 e #2;
  • 1x Camalot #5;
  • Nut pequeno;
  • 2x corda de 60m;
  • Fitas.

1a enfiada – A via começa na face da pedra em direção ao totem mais óbvio. No início, na primeira laca de pedra cabe um #.75 e depois há uma chapeleta. Mais acima, há outra laca onde cabe um nut #1 e um C3 #1. Logo acima, há outra chapa. Depois a via segue por uma oposição protegendo em móvel até a fenda virar uma chaminé (requer #5). A parada está num platô, junto às árvores. 55m, IV.

Rodrigo na primeira enfiada da “Onde os amigos têm vez”.

2a enfiada – A via segue pela fenda de punho até ganhar um platô, logo em seguida entra numa chaminé até estreitar para sair pela esquerda em direção ao cume do totem. A parada dupla está no topo do totem. 30m, IV.

3a enfiada – A via segue pela face até a 1a chapa e depois vai em direção ao diedro. Depois a via segue sempre pelo diedro até a parada dupla que fica na base do  grande teto. Enfiada longa de 55m com uso constante de material móvel.

Terceira enfiada.

4a enfiada – A via segue pela base do teto em travessia por 20m até uma chapa onde fica a parada. A enfiada é protegida com peças médias. A parada possui apenas uma chapa, equalizar com um #2. 25m, V.

5a enfiada – Continuação da fenda por mais 20m até o teto acabar para ganhar uma dominada, a parada dupla está logo depois da virada. Enfiada protegida em móvel com peças pequenas. 20m, IV.

OBS: É possível emendar a 4a e a 5a enfiada.

Quarta enfiada + quinta, a grande travessia do arco.

6a enfiada – A última enfiada segue em diagonal à esquerda, passando por um platô com árvore para depois proteger uma oposição e ganhar o topo de um pequeno totem. Logo acima, há uma chapa e depois um esticão até a parada final da via “Onde os fracos têm vez”. 55m, IV.

Descida – Descida pela via “Onde os fracos têm vez”.

Outra via um pouco mais difícil que fica na face nordeste da pedra. A via segue basicamente um grande veio de pegmatito que sobe serpenteando a pedra. A descrição das enfiadas foi retirada de um post que fiz em setembro de 2015.

O croqui sugere algumas peças em móvel. Na 1a enfiada há uma colocação que pode ser “desconsiderada”. A 2a colocação, na 2a enfiada, também é passível, mas não tão quanto a 1a.

A 3a e a 4a enfiada são bem tranquilas e a 5a e a 6a são as mais interessantes. O lance de Vo na saída da 5a enfiada é provavelmente um lance de IVo bem agradável. Já o crux de VIo é mais atlético com uma virada em batente.

O interessante desse lance da 6a enfiada é que a parede fica bem vertical nesse ponto. Inclusive dá para ver desde a base da via que a pedra fica bem vertical nesse ponto. E você fica pensando, por onde se passa aquilo? E a resposta é que se passa pelo meio, bem no vertical. Por sorte, têm algumas agarras salvadoras que ajudam a aliviar a pressão. Além disso, as proteções estão bem posicionadas propiciando uma queda limpa.

O livro de cume fica um pouco escondido para os desavisados. Ele fica logo acima da parada natural da P7, entre 2 blocos, dentro da fenda.

Veja o croqui da via aqui!

Além dessas duas vias, entre elas, há uma terceira via chamada “Fábio Eggert”.

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