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Condições do tempo

Webcam da rampa de voo de Monjolo: https://www.monjolo.net/camera

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Itaguaçu

4/5

Escalada na região de Itarana e Itaguaçu

Alt. 1250m

Mapa

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Croqui

2015.05.28_cinco_pontoes

Acesso – Complexo 17 de Julho

O acesso ao Complexo 17 de Julho é bastante trabalhoso e complexo, demandando conhecimento avançado em técnicas verticais.

Para acessar a base destas vias é preciso inicialmente subir ao cume do Pontão Maior pela via ferrata. Suba sempre encordado! Nunca suba usando apenas os cabos de aço como proteção, pois eles estão condenados.

Do cume do Pontão Maior, em frente ao Topão Gêmeo, há uma parada dupla para um rapel de 40m até a “cangalha”. Rapele e deixe uma corda fixa para a volta.

Bem no meio da cangalha, há outro ponto de rapel de aproximadamente 50m até uma pequeno platô de mato. Rapele e, novamente, deixe uma corda fixa. Não esqueça de proteger a borda com um protetor de corda.

Do platô, siga escalaminhando em direção ao 17 de Julho até encontrar um grande bloco entalado “instransponível”. Neste ponto é preciso sair escalando por fora, protegido por 2 chapas de inox, para vencer o lance. Comumente, esse lance encontra-se molhado.

Depois é só seguir caminhando até a base das vias.

Para voltar é preciso retornar pelas cordas fixas. Tenha sempre em mente que serão aproximadamente 90m de ascensão por corda fixa após um dia de escalada. Gerencia muito bem o tempo e guarde energia para o final, pois costuma demorar e cansar mais do que o esperado. Além disso, use equipamento adequado para fazer ascensão pela corda fixa.

Informações complementares com fotos, aqui!

Área do 17 de Julho

2016.03.19_17deJulho1- Pitoco do Alemão (IVo) (IIIo) – Escalada solo pela face oeste até o cume onde tem um grampo para rapel. A via não tem proteção fixa, mas pode ser protegida com móvel.

2- Pontão Casagrande (Vo) – Via exposta que transcorre pela aresta sudoeste. O 1o grampo fico logo na saída, depois segue num lance exposto até um diedro onde é possível proteger em móvel (Camalot #.5 – #2) até chegar num grampo de 1/4. Depois a linha segue em direção ao cume passando pelo trecho mais exposto da via. Há um grampo simples no cume e uma parada dupla fora da via para o rapel.

3- Pico 17 de Julho (Vo) – Via exposta de 2 enfiadas. A primeira enfiada começa no colo entre o Pontão Casagrande e o Pico 17 de Julho. A via transcorre em diagonal à direita num lance sem proteção até chegar num pequeno platô. Neste ponto é possível proteger o próximo lance com algumas peças (Camalot #1-#2). O crux é a dominada de um lance com mato para ganhar um platô onde há 2 grampos sucessivos e uma parada dupla. A segunda enfiada segue pela fenda, com boas colocações móveis (opcional) até chegar na base de um grande platô. Ali é possível, ou seguir reto pela chaminé até o cume, ou contornar pela direita vencendo pela face. No cume há um grampo de 1/4 e um 3/8. Para rapelar é preciso abandonar uma fita ou descer pela via K-olho.

4 – K-olho (Vo SUP) (VIo) – Via estética que transcorre pela aresta sul do pico. Parte da primeira enfiada é comum a via anterior. Assim que ganhar o platô da primeira enfiada, em vez de seguir pela esquerda, a linha transcorre pela fendinha da direita até ganhar um lance para acessar a crista da pedra. A segunda enfiada segue pela aresta da pedra sempre bem protegido em chapas até o cume. Rapel pela própria via.

5- Na crista da onda (Vo) – Pequena variante para ganhar o cume da pedra ao lado do Pico 17 de Julho. Inicia na P1 da via K-olho e segue pela aresta até ganhar o cume. O lance é protegido com 2 chapeletas mais uma parada no cume.

Fotos

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Gol de placa

Afeto entrando no movimento crux da via “K-olho”. Pico 17 de Julho. O centro-avante rouba a bola do adversário no meio do campo e parte

Indiada nível 4

Cinco Pontões. As nossas indiadas (ou escaladas) semanais poderiam ser classificadas em níveis, de 1 a 5. E a nossa última poderia ser um nível

Cinco Pontões, escalada e highline

Neste final de semana tive a oportunidade de conhecer um clássico do montanhismo capixaba e brasileiro, Os Cinco Pontões. Da série, 15 imagens falam mais


Escalada na região de Itarana e Itaguaçu

COMO CHEGAR

Saindo de Vitória tome a saída norte pela BR-101 até Fundão (km 5o) e logo em seguida a ES-261 em direção à Santa Teresa (km 78). De Santa Teresa siga em direção a Itaguaçu passando por Itarana (km 120). Assim que entrar em Itaguaçu (km 130) siga pela principal até encontrar a avenida com um canteiro central (Av. 17 de Fevereiro). Vire à direita na avenida, logo em seguida à esquerda e depois à direita novamente, seguindo as placas que levam a São Roque. Siga por essa rua que logo adiante fica sem pavimento até o primeiro entroncamento (km132), tome à direita e 4km adiante, vire à direita numa saída que fica logo após a capela (km 136). Cuidado para não passar essa entrada! Siga sempre por essa estrada. A essa altura a pedra já é visível à esquerda. O carro pode ficar junto à estrada e o estacionamento vai depender da via que for entrar (km 146).

Mapa

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Nada é o que parece ser

Atualmente a Pedra Paulista conta com 3 vias tradicionais; “Nada é o que parece ser”, uma via de 800m que faz cume pela aresta sudoeste; e duas, em móvel, no totem que fica na frente da pedra (Fio Dental e Boticão).

Para ler o relato da conquista, clique aqui!

Para ler o relato da repetição, clique aqui!

Para ver o croqui detalhado na croquiteca da ACE, clique aqui!

Totem Do Dente

Para ler o relato da conquista, clique aqui!

Para ler o relato da primeira repetição, clique aqui!

Para ler o relato da 3a repetição, clique aqui!

O melhor lugar para deixar o carro é num terreno de café “abandonado”.  Depois é só cruzar a cerca e ir subindo em direção à pedra. Assim que chegar na pedra, quebrar à esquerda em direção ao totem.

1a Enfiada – Há três opções de saída para via:

1 – A conquista original começou a via num ponto bem alto, no primeiro mato (“Parada Móvel Opcional” na figura acima). É possível começar a via um pouco mais abaixo, “Parada Natural”, caso o trecho inicial esteja molhado. Mas sob condições normais é possível ir solando um bom trecho (2a parada).

2 – Variante. Outra possibilidade é subir até a “Parada Móvel Opcional” (vide figura acima) e, em vez de subir pelo diedro em direção à árvore, fazer uma pequena travessia à esquerda para pegar a fenda desde o início.

3- Opção runout – Esta opção é a mais limpa de todas, porém um pouco mais exposta. A escalada começa na  “Parada Natural” – vide figura – e segue pela esquerda do diedro sujo esticando aproximadamente 35m de corda sem proteger em nada até o começo da fenda frontal.

A enfiada tem uns 50m de extensão e é toda protegida em móvel. Por isso é bom gerenciar bem as peças para não acabar faltando no final. De forma geral, a fenda começa estreita (fissura de dedo) para depois ir aumentando progressivamente até virar uma fenda de punho.

A P1 é em móvel  (Camalot #3 – #4) ou em árvores numa área bem sombreada.

 2a enfiada – Começa seguindo a mesma fenda frontal que vai diminuindo progressivamente até desaparecer. Depois, entra num lance em placa até chegar no grampo branco para depois fazer uma pequena travessia à esquerda em direção ao segundo grampo. Depois é só subir pelo diedro, proteger na fenda horizontal e tocar para cima.

P2 – P1 = 35m – Cuidado com a árvore que for escolhida para o rapel. Há muita árvore fraca ou podre.

P1 – P0 = 55m – Descer o máximo que der e desescalar o resto. Ou fazer um terceiro rapel usando as árvores até o chão.

Outra opção de descida é fazer um rapel curto do cume até o grampo branco da segunda enfiada e depois descer o máximo que puder até a base e desescalar o resto.

Caso esteja usando duas cordas de 70m é possível descer do cume até a base em um rapel único, no entanto, é preciso desescalar os metros finais (fácil).

Equipos necessários

  • 2 cordas de 60m;
  • 2 jogos de friends – Camalot #0.4 até #4 ou equivalente;
  • 1 jogo de nut (opcional);
  • Costuras avulsas;
  • Fitas avulsas.

Mais betas

  •  A via fica voltada para a face norte e pega sol o dia inteiro. Uma boa estratégia é entrar no final do dia para evitar o calor;
  • O tempo médio para a repetição (subida mais a descida) é na ordem de 3h, escalando tranquilamente.

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Despedida de solteiro, parte 2

^ Eric no início da via “Despedida de Solteiro”, Pedra Paulista. Sábado, seis e dez da manhã, o meu celular toca, no outro lado da

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Pelas fendas de Itarana e Itaguaçu

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Escalando com a concorrência

A imponente Pedra Paulista com o pequeno Dente. O Dente é um pequeno totem de 120m encostado na base da pedra no lado esquerdo. Na

Nada é o que parece ser

Em tempos de RSS, agregadores e feeds não sei se todo mundo já está sabendo, mas em todos os casos… O Baldim postou no blog


Zé Arruela (3o, IV, D1, E3, 185m)

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Croqui

Ze_arruela_1

1a enfiada – 55m. 4 proteções. A linha segue relativamente reto até um pequeno platô que fica entre o totem à esquerda e o platô com árvore à direita.

2a enfiada – 60m. 3 proteções. A linha segue reto para cima. A pedra perde inclinação e a escalada fica mais fácil.

3a enfiada – 60m. 2 proteções. Segue reto até quase esticar a corda. Escalada fácil.

4a enfiada – 20m. Sem proteção. Escalaminhada fácil até ganhar a linha de mato. Parada natural. Depois caminhada até o cume.

Descida – Rapel de parada em parada até a base. Todas as paradas estão duplicadas com chapa-dupla da Bonier.

Link

Post sobre a conquista da via.

Fotos


Pedra dos Binda

Via dos Bindas (3o, V, D1, E2, 420m)

Pedra dos Binda

Atualizado em 31/03/2016

Via dos Binda

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Como chegar

Do centro de Itaguaçu (avenida principal com canteiro central), siga em direção a São Roque (sinalizado). Esse trecho inicial é o mesmo para quem vai à Pedra Paulista. Zere o odômetro na saída da cidade, início da estrada de chão. Depois de 1,4km, vire à direita em direção a Lajinha (sinalizado). No km 4,7 irá passar pela entrada que dá acesso à Pedra Paulista, siga reto. Na bifurcação do km 8,5 vire à direita e siga até o final, totalizando 9,3km. Solicite passagem na propriedade da família Binda e siga pela estrada da direita, passando por três porteiras em direção a casa abandonada (mais 500m).

Estacione o carro e siga pela trilha bem demarcada em direção à base da via. O início da trilha fica em frente a casa abandonada. Passe por dois esteios, uma drenagem seca até chegar numa área descampada com solo erodido. Deste ponto é possível ver a linha da via, além de uma série de totens de pedra que indicam a trilha em direção à pedra. Suba seguindo os totens até chegar na pedra. O início da via é marcado por uma sacola amarela presa numa árvore e um pequeno totem. Suba por uma laca de pedra com terra até ganhar uma vegetação de onde é possível ver a primeira chapa da via. Do carro até a base são aproximadamente 20 minutos de caminhada.

_DSF3670Visão da parede a partir da trilha.

Tempo

[wpc-weather id="15949" /]

Croqui

ViadosBinda

Escalada

A via é toda protegida em chapa de inox, incluindo as paradas dupla (Bonier). A orientação na via é bem tranquila, pois sempre é possível ver as proteções subsequentes.

Caso a dupla esteja confortável com a dificuldade é possível escalar à francesa até a P4. Para isso, leve 14 costuras e deixe um espaçamento mínimo de 40m.

A enfiada crux, e a mais bonita, é a 5a enfiada. Embora a parede seja mais inclinada, a seção é cheia de agarras.

_DSF3681

Quinta enfiada da via.

A 6a enfiada também está graduada em 5o, mas a seção crux é bem curta.

A 7a enfiada é uma escalaminhada em direção ao cume.

Para descer, basta ir descendo de parada em parada até à base.

A face da pedra fica voltada para norte com sol o dia inteiro.

Equipo

Duas cordas de 60m e 6 costuras. Caso opte por subir à francesa o trecho inicial, 14 costuras.

Para ler mais sobre a via, clique aqui!

_DSF3674

1a enfiada da via.

Outras escaladas na região

Pedra Paulista (10km)

Leia mais no blog

Repetição da via em 2016.

Itarana

Pedra da Onça

Pais e filhos (6o, VIIa, D2, E3, 380m)

Danilo "Monstro" no início da 2a enfiada da via.

Atualizado em: 10/10/2016

Pedra da Onça

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Aproximação:

A Pedra da Onça está localizada no distrito de Praça Oito em Itarana. De Vitória até Praça Oito são aproximadamente 110km (2h). De Praça Oito, logo após o bar que fica depois da igreja (bar Venturini), pegar a saída à direita no meio da curva fechada e seguir sempre pela principal. A primeira bifurcação pegar à direita em direção ao vale que separa a Pedra Alegre (a pedra mais expressiva da região) da Pedra da Onça. A estrada vai subir pelo vale até o colo e descer no outro lado. A entrada para a via fica na 4a entrada à direita após a passagem do colo, já na parte mais baixa. Siga por esta estrada e na primeira bifurcação tomar à esquerda (à direita vai para a propriedade da Dona Rita). Siga pela estrada que irá se juntar com uma outra (pela esquerda) e após o mata-burro, entrar à direita, antes da casa à esquerda. Dependendo do carro, dá para seguir bem pelo cafezal, senão estacione e siga caminhando. De Praça Oito até este ponto são aproximadamente 10km. Siga sempre pela estradinha por dentro do cafezal, na primeira bifurcação, tome à esquerda e continue até o ponto onde a estrada faz um cotovelo e chega mais perto da pedra. Nesse ponto saia da estrada e siga descendo pela ravina. Atravesse a cerca de arame, cruze a drenagem seca e entre no pasto alto (Campo de carrapato). Cruze o pasto, entre na mata e siga em direção à pedra. A base da via está marcada com um pequeno totem de pedra.

Pais e filhos - 6o, VIIa, D2, E3, 380m

_DSC2080

Data da conquista

25/08/2013

Conquistadores

  • Naoki Arima
  • Fábio Chuck Nóia
  • Roney DuNada
  • Zudivan

 Equipos necessários para repetição

  • 1 corda 60m;
  • 1 corda 70m;
  • ou uma corda dupla de 70m
  • 13 costuras;
  • fitas para as paradas naturais;
  • friend opcional para a 2a enfiada (Camalot #1 e #0.5);
  • fita de abandono para os rapéis (5).

Croqui

pais_filhos_final

Descrição das enfiadas:

1a enfiada

Enfiada curta de aproximação de uns 32m. Não tem proteção. Pode ser feita em solo e de bota, mas o ideal é entrar encordado. Parada natural em árvore. Graduação: IIIo

2a enfiada

Outra enfiada fácil de 63m. A linha percorre por dentro de uma canaleta que começa por um sistema de fendas onde é possível proteger em móvel (opcional). Tem uma única proteção fixa na parte alta da enfiada, antes de chegar na parada natural. Graduação: IIIo com um lance de IVo antes da parada.

3a enfiada

Enfiada constante de 55m que começa com numa rampa que aos poucos vai ganhando inclinação. Em termos de dificuldade é a enfiada mais constante (6o) da via. Requer 8 costuras mais a parada (parada em platô).

4a enfiada

É a enfiada mais longa com 65m. Vai de um platô ao outro. Lances constantes intercalados com lances tranquilos. É preciso gerenciar muito bem as costuras longas para minimizar o arrasto. O crux da enfiada é um lance obrigatório do 6o SUP no meio da enfiada.

5a enfiada

Enfiada de aproximadamente 50m de um platô ao outro. No meio da enfiada há um lance graduado em 7a, mas não é obrigatório, pois pode ser vencido se segurando na costura. Grau geral da enfiada 6o. 13 costuras.

6a enfiada

Mais uma enfiada de 50m em um terreno já menos inclinado. O crux da enfiada fica após o platô, numa pequena dominada bem protegida. No pequeno teto acima, a linha segue pela direita.

7a enfiada

Última enfiada antes do cume. Escalada fácil (IIIo com passadas de IVo) até o cume. Duas proteções fixas.

Rapel

Existe a possibilidade de descer caminhando do cume, mas requer uma caminhada de aproximadamente 5km até o estacionamento.

Para descer pela via, usar uma corda de 60+70m. Atenção redobrada ao descer pela 4a enfiada. A corda chega no limite. No último rapel (1a enfiada) é possível de descer com uma corda de 70m.

Duração

Uma dupla bem alinhada consegue escalar a via em aproximadamente 5-6h. Não há muito risco de se perder na via. De rapel são mais 1h30-2h.

Atualização (26/01/2014): Tempo de rapel 1h.

pais_filhos_final_vetor

Sol e sombra

A parede fica voltada para leste, por isso pega sol pela manhã e sombra à tarde. Às vezes, faz bastante frio (pelos padrões locais) por causa do vento (norte). O ideal é ter um corta-vento para dar segue.

Atualização (26/01/2014): No VERÃO a pedra pega sol o dia todo com sombra somente no final do dia! Somente no inverno que a via fica totalmente protegida do sol.

Recomendações

A via é toda em cristais. Até a 5a enfiada, os cristais são mais sólidos. A partir dessa enfiada, os cristais são mais quebradiços. Nas partes onde a rocha é mais escura, os cristais quebram com mais facilidade e na parte clara, mais sólidos.

Gravar bem a trilha de aproximação, pois é fácil de se perder na volta, principalmente a noite.

Postagens relacionadas:

1a investida

2a investida

3a investida

4a postagem - repetição da via em janeiro de 2014.


 

Pedra Linda

Parafuso a menos (6o, VIIa, A1, D2, E2, 190m)

Face sudeste da Pedra Linda.

Atualizado em 30/09/2016

Pedra Linda

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Parafuso a menos 6o sup, 7a, A1, D2, E2, 190m

Data da conquista

06/10/2013

Conquistadores

  • Caio Afeto
  • Naoki Arima
  • Roney DuNada

Como chegar

A via "Parafuso a menos" está localizada na face sul da Pedra Linda no distrito de Praça Oito em Itarana.

Saindo de Vitória, a melhor opção é pegar a BR-101 em direção norte do estado até Fundão. Em Fundão, pegar a estadual (ES-261) que leva a Santa Teresa, Itarana e Itaguaçu. O distrito de Praça Oito fica 6km antes de Itarana.

Assim que chegar no distrito, logo após passar pela ponte principal que fica depois de uma curva fechada, sair na primeira à esquerda  que fica logo adiante (1km). Siga sempre pela estrada de chão até o entroncamento. Nesse trecho, à esquerda, já é possível ver a Pedra Linda. No entroncamento tome à esquerda e no próxima bifurcação à direita. Depois da bifurcação, entre à esquerda na próxima estrada (500m). Depois de passar por uma casa, à esquerda, na próxima bifurcação, vire à esquerda e estacione o carro junto a porteira e siga caminhando. Carro com tração integral pode seguir mais um pouco.

Passe a porteira e vire à direita e depois siga pela estrada que vai em direção à pedra, passando por uma outra porteira. O ponto para deixar a estrada e pegar a trilha fica exatamente na 2a drenagem que cruza a estrada. Não confundir com a 1a drenagem que é bastante sugestiva. Na 2a drenagem, suba até encontrar uma trilha bem marcada à esquerda. Siga pela trilha até ela chegar perto da pedra e nesse instante saia da trilha e suba em direção ao colo. A base da via fica exatamente no colo da montanha, junto a um totem.

De Vitória até a casa de campo são aproximadamente 100km e o tempo médio do percurso, na ordem de 2h. A caminhada final é de aproximadamente 40min.

 

Equipos

  • Duas cordas de 60m;
  • Dez costuras, sendo algumas longas;
  • Um jogo de friends (até Camalot #4 ou equivalente);
  • Material para artificial em parafuso, cabo de aço, estribos...
  • Fita para abandono (4).

Para baixar o croqui em PDF, clique aqui!

Parafuso_a_menos

A escalada

1a enfiada - Enfiada toda em móvel com uma única proteção fixa no final da fenda, antes de entrar na face. Levar móvel grande a médio. A escalada transcorre por um sistema de fendas frontais, passando de uma fenda para a outra até entrar na face da pedra contornando a bromélia até chegar na P1.

2a enfiada  - Enfiada curta de uns 20m pela aresta do totem. O crux a enfiada está logo na saída da via, antes da primeira proteção. Muita atenção ao escalar e dar a segue. Potencial de fator de queda 2. A parada da P2 está no topo do totem.

3a enfiada - Enfiada em travessia à esquerda até ganhar uma parede menos inclinada, porém sem agarras, onde começa o trecho em artificial. São apenas 3 lances em parafusos até as agarras voltarem e sair em livre. Antes de chegar na P3 há um outro lance em parafuso para ganhar o platô de mato.

4a enfiada - Enfiada de uns 25m com proteção mista. Na saída há 3 chapas até a virada do teto e logo em seguida, segue por uma fenda média até a travessia em aderência. A primeira proteção está um pouco fora da linha, por isso use uma fita longa para minimizar o atrito.

5a enfiada - Enfiada tranquila em direção ao cume. Duas proteções fixas logo na saída e depois cabe alguns móveis até o cume.

Rapel

A descida da via é feita pela própria via usando 2 cordas de 60m. É altamente recomendável levar umas fitas de abandono para reforçar o rapel, pois as paradas estão com apenas uma argola em uma das chapas.

A ordem do rapel é: P5-P4, P4-P3, P3-P2 (em diagonal) e P2 - base!

Outros betas

  • Uma excelente opção para quem deseja acampar na região é a Estância Pedra da Onça que fica a apenas alguns minutos de carro da via. O camping custa R$ 20,00 com café da manhã e o chalé, R$ 120,00 com café da manhã. Para maiores informações, entre em contato pelo site.
  • Não há livro de cume! alguém esqueceu de levar.

Postagens relacionadas


 

Pedra Sem Nome

Sombra Ensolarada (4o, VI, D2, E2, 320m)

Capela de Santa Luzia ao entardecer.

Atualizado em 07/10/2016

Pedra Sem Nome

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Como chegar

Saindo de Vitória, tome a BR-101 em direção ao norte do estado até Fundão. Em Fundão, no 2o semáforo tome à esquerda em direção a Santa Teresa. Passe por Santa Teresa e siga em direção à cidade de Itarana. Após descer a Serra do Limoeiro, no Distrito de Praça Oito, vire à direita logo após o Bar Venturini, antes de passar pela ponte sob o Rio Limoeiro.

Siga pela estrada de chão por mais 6,3km, sempre pela estrada principal até encontrar uma saída à direita ao final da descida de uma pequena serra. Siga por esta estrada por mais 2,7km até o fim, junto a uma propriedade particular (Sr. Valdir). Estacione o carro, solicite passagem e siga caminhando em direção à pedra. A base da via fica junto aos eucaliptos, no lado direito.

Sombra Ensolarada - D2, E2, 4o, Vo/VIo, 320m

_DSF7503

 Costão - A via começa com uma soladinha de uns 100m por um costão tranquilo (IIIo)  até a parada. O ideal é começar junto a um totem fendado e seguir à esquerda, passando por 3 canaletas até a parada dupla.

Tenha em mente que, em caso de chuva ou desistência, tem que desescalar esse trecho. Não é possível de rapelar com apenas uma corda até a base.

1a enfiada - Enfiada de corda cheia, com um crux logo na saída, no trecho mais vertical da canaleta. Depois o terreno perde inclinação e fica mais fácil.  6o grau.

2a enfiada - Enfiada tecnicamente fácil, 5o grau, mas tem um lance exposto (esticão com platô na base) no final da enfiada.

3a enfiada - Enfiada constante em agarrência. A última proteção antes da parada sugere que a linha segue pela esquerda, mas o lance é pela direita, fazendo uma pequena travessia. Parada em um platô confortável. (5o/5o SUP)

4a enfiada - Enfiada fácil, sem proteção, até o cume. Parada natural.

Descida - A melhor opção é descer caminhando pela aresta da montanha. Há trilha tanto pela aresta da esquerda quando da direita.

Sombra_ensolarada

Sobre a via:

  • Costão inicial: Dá para começar de qualquer lugar, mas é preciso ficar de olho nas "barrigas" que tem no meio. Nós começamos o costão a partir de um totem fendado que fica bem à esquerda da via. Sobe o totem e depois vai fazendo uma travessia à direita passando por 3 calhas d'água até chegar na parada. Não sei se a parada é visível do chão. É importante lembrar que caso desista da escalada e desça pela via é preciso desescalar esse trecho;
  • Não é possível de rapelar da P1 até o chão. Em caso de tempo ruim, com possibilidade de chuva, não entre na via sob o risco de ficar preso. A via transcorre por uma das inúmeras calhas que tem na montanha e além disso a desescalada do costão fica mais perigosa com a pedra molhada;
  • A via está protegida com chapeletas de aço e parabolt de 10mm. As paradas estão duplicadas e sem argola ou malha. Caso precise descer, é necessário abandonar uma fita;
  • Na 4a enfiada, a última proteção, antes da parada, sugere que a linha segue pela esquerda, mas na verdade, o lance é pela direita. Dá para ir pela esquerda, mas é muito mais difícil por esse lado;
  • A última enfiada não tem nenhuma proteção e a parada é em árvore;
  • Não há livro de cume, pois é possível acessar o cume caminhando;
  • Para descer a montanha é possível descer tanto pela aresta sul quanto norte.

Equipamento necessário para repetir a via:

  • 9 costuras;
  • 1 corda de 60m (caso não precise descer pela via);
  • Material para parada.

 

Escalada na região de Itarana e Itaguaçu

Itarana - ES

Alt. 670m

 

Atualizado em 20/09/2016

 

COMO CHEGAR

Saindo de Vitória, tome a BR-101 em direção ao norte do estado até Fundão. No segundo semáforo, vire à esquerda em direção à Santa Teresa (não está sinalizado). Depois de Santa Teresa, siga em direção à Itarana/Itaguaçu.

Em Itarana, assim que passar pela igreja da cidade,  vire à esquerda na próxima quadra e em seguida à direita. Três quilômetros depois, no entroncamento vire à direita (cuidado para não passar reto) em direção à rampa de voo (sinalizado). A essa altura já é possível ver a pedra. Siga por mais 1,7km até encontrar uma saída à direita com um curral, bem em frente a pedra. Vide foto abaixo.

Mapa

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Aviso

Durante uma repetição da via em agosto de 2018 foi relatado queda frequente de pedra na via. Recomenda-se uso de capacete para repetições futuras.

Croqui

2015.06.01_ascendencia_termica_vetor

 

1a enfiada – Costão em solo de aproximadamente 90m até a base da fenda. Parada em árvore. Se não estiver acostumado, subir de sapatilha.

2a enfiada – Quase 70m 60m de fissura frontal toda protegida em móvel. O crux está logo na saída. Parada natural. Se entrar com uma corda de 60m, é necessário fazer uma parada intermediária em móvel. o segue precisa dar uma escaladinha até o início da fenda para dar corda suficiente. Requer mais ou menos 2 jogos de friend  um jogo de friend (até Camalot #3 ou equivalente).

3a enfiada – Caminhada pela mata até encontrar a pedra. A parada da próxima enfiada está no topo de um pequeno totem de uns 10m. Contornar pela esquerda o totem.

4a enfiada – Enfiada de aproximadamente 55m toda protegida em chapas. Usar fitas longas para minimizar o arrasto. O crux está no único lugar onde há duas chapas na sequência.

5a enfiada – Enfiada de corda cheia, 60m, com um crux na parte final da enfiada. Parada em um pequeno platô. Cuidado com as pedras soltas na parte final.

6a enfiada – Última enfiada em direção ao topo. Começa subindo por uns blocos solto, contorna um platô com árvore seca para esquerda até a primeira chapeleta (30m), depois costura uma 2a chapa e cume. A parada está quase no costão final. Dali para cima mais uns 50m de costão de II em solo até o cume.

Descida – No cume fica a rampa de voo José Bridi. Lá funciona um pequeno bar que abre nos finais de semana e serve lanches e bebidas (levar dinheiro!!!). Para descer é só seguir caminhando pela estrada. Se conseguir uma carona, melhor, pois são aproximadamente 40min de caminhada até a base.

As paradas não estão com argola, por isso caso seja necessário descer pela via é preciso abandonar fitas. Também não é possível rapelar com apenas uma corda de 60m ou 70m. É preciso ter pelo menos duas cordas.

Equipos necessários para repetição

  • 8 costuras;
  •  1 corda de 60m (melhor uma de 70m);
  •  2 jogos 1 jogo de Camalot até # 3;
  •  fitas longas e mosquetões avulsos.

Clima

A parede fica voltada para a face oeste e pega sol à tarde. É comum o dia começar sem nuvens e no final do dia ficar mais nublado. Também costuma ventar bem na parte mais alta da via.

Leia mais no blog

Ma-caca

Xerxes na 1a enfiada (em móvel) da via “Ascendência Térmica”. Na semana passada, durante a conquista da via “Nem tudo está perdido”, tomei um chá


 

Parede dos Sonhos

Itarana - ES

A Parede dos Sonhos é uma pedra ímpar para os padrões Capixabas, pois é uma face com muitas fendas o que permite o uso constante de proteção móvel. Além disso, a rocha é bastante rugosa com muitas agarras em cristais firmes. Devido a essa combinação, a pedra foi batizada de Parede dos Sonhos.

Como chegar

Saindo do centro de Itarana (igreja principal – Nossa Senhora Auxiliadora) siga pela principal em direção a Itaguaçu, vire à esquerda na próxima rua e logo em seguida à direita. Siga sempre pela estrada por aproximadamente 3km. Em uma bifurcação, tome à direita em direção à rampa de voo (sinalizado, mas difícil de ver). Rode mais 1,7km até encontrar uma entrada à direita com um curral aos pés de uma grande pedra (essa é a pedra onde fica a via Ascendência Térmica). Passe a tronqueira e siga sempre pela estrada de chão. Na segunda casa, onde fica o sobrado, solicite passagem ao caseiro (Sr. Donizete). A depender das condições da estrada, estacione o carro por ali mesmo e siga caminhando em direção à pedra.

Mapa

Filtrar por

Clima

Com exceção das vias “Ma-Caca” e “Nem tudo está perdido”, todas as vias ficam na sombra (menos no verão). Nestas vias, o sol chega somente no meio da tarde, por volta das 15h.

Ma-caca (III, IVo, E2, D1, 135m)

Aproximação

Saindo do sobrado, caminhando ou de carro (4×4), siga pela estrada passando por dentro de uma mata até chegar num pasto aberto. Assim que chegar neste pasto será possível avistar um grande diedro muito óbvio. A linha da via transcorre bem à esquerda desta diedro, à esquerda de uma canaleta d’água. Vide foto acima.

Para acessar a base da via, procure um ponto onde a mata seja mais aberta e siga em direção à base da pedra. A via começa à direita de um grande totem bem sujo. As primeiras chapas da via são visíveis do chão.

1a enfiada – Começa à direita (15m) do diedro, numa parte mais branca da rocha. O crux da via está nesta saída. Logo em seguida, após a 2a proteção faz uma travessia à esquerda até encontrar o diedro. Usar os cipós para progressão e proteger nas árvores. Parada natural. 55m

2a enfiada – Segue pela face protegendo em chapa até a parada. 55m

3a enfiada – Com o cume logo acima, sobe reto em direção a uma grande árvore sem proteger em nada. Parada natural. 25m.

Rapel

Da árvore descer reto em direção a um platô que fica fora da via (55m). Depois mais uma rapel de 60m cravado até a base da via.

Equipos para repetição

  • Duas cordas de 60m;
  • 5 costuras;
  • Fitas longas.

Nem tudo está perdido (IV, 5o, E3, D2, 205m)

A via “Nem tudo está perdido”  transcorre por um grande diedro laranja muito evidente. Vide foto acima.

Para acessar a base da via, procure um lugar onde seja fácil de entrar na mata e siga em direção à base do grande diedro. O diedro não começa do chão, ele fica suspenso a uns 15m do chão. Para acessar a base é preciso solar um pequeno trecho para ganhar um grande platô. Vide croqui abaixo.

A via começa com um pequeno solo para ganhar um platô suspenso. É possível subir de tênis, desde que o mesmo seja adequado.

1a enfiada – Começa em oposição protegendo em móvel até a fenda alargar e virar uma chaminé. Quando a chaminé voltar a ficar apertada novamente, sai à esquerda, pela face, buscando as agarras até chegar na P1.

2a enfiada – Segue ainda pela face, protegendo em chapas, até virar o trecho mais vertical para então voltar à fenda e seguir por ela em oposição, protegendo sempre em móvel. O crux está no final da oposição, antes de virar o platô.

3a enfiada – Começa acima da parada dominando um balcão para ganhar um platô. Segue em travessia à direita protegendo em árvore e depois segue em diagonal à esquerda, pela face, até a base da outra fenda. Nesse trecho há uma chapa no meio da diagonal. O trecho fendado tem um pouco de vegetação e as colocações são razoáveis. O lance mais chato fica um pouco antes de dominar uma árvore caída.

4a enfiada – Segue pelo diedro até ganhar um platô, depois caminha pelo platô até a 3a árvore e mira para cima em leve diagonal à esquerda até achar uma chapa. Dessa chapa até a parada, a melhor forma é contornar pela direita para ganhar um platô que está logo acima, um pouco antes do cume de verdade.

Rapel

Descida com 2 cordas de 60m de parada em parada. As paradas, P4 3 P3 estão com duas malhas e uma fita. As paradas P2 e P1 estão com um mosquetão e uma fita.

Equipos para repetição

  • 2 cordas de 60m;
  • 1 jogo de friends (#.75 – #6);
  • 1 jogo de nut grande;
  • Fitas longas para proteção natural;
  • 5 costuras.
  • Parede dos Sonhos

Parede dos Sonhos

Para acessar esta face, siga a estrada que leva à via “Nem tudo está perdido”, (vide descrição acima) passando por um curral até “passar a pedra”.  Este ponto fica entre duas drenagens que ficam depois do curral, num ponto mais alto. NÃO ENTRE NA MATA antes deste ponto, pois a mata é muito fechada e cheia de boulders.

Assim que passar a 1a drenagem e chegar num ponto mais alto e avistar a próxima drenagem, suba o pasto e atravesse de volta a drenagem na parte alta num trecho mais evidente (alguns totens demarcam esse ponto). Suba pelo pasto sujo (30m) procurando sempre os pequenos totens que tentam marcar a trilha. Na mata, procure caminhar por uma drenagem suja, resquício de um grande desmoronamento recente até encontrar a pedra. Assim que bater na pedra, siga “costeando” a pedra até a base da via.

Sonho Molhado (IV, 5o, E3, D2, 205m)

1a enfiada – Enfiada em aderência com agarras protegendo em chapas (2) e árvores. Parada em móvel (peças médias) num platô razoável. 45m.

2a enfiada – Começa protegendo em móvel por uma fenda e depois entra na face. Protege em três chapeletas de inox e cai num grande platô. A parada pode ser feita nas árvores, mas é mais confortável montar uma parada em móvel (peças pequenas a média). 35m

3a enfiada – A enfiada segue por uma fenda frontal bem óbvia que no final arqueia à esquerda. A parada móvel (peças pequenas) fica um pouco antes de entrar na mata, num pequeno platô. 25m. Há a possibilidade de juntar a 3a e a 4a enfiada.

4a enfiada – Trecho curto de uns 15m até uma árvore grande. Há a opção de fazer a parada um pouco mais acima para ficar num lugar menos desconfortável (parada móvel). A dica aqui é não ir pelo mato, mas sim continuar seguindo a fenda. É mais difícil, mas é mais legal!

5a enfiada – Enfiada em arco num diedro em móvel passando por baixo do grande teto. A P5 (fixa) está depois da virada do teto. 20m.

6a enfiada – Enfiada segue reto para cima, com proteção móvel e ancoragem natural, ora escalando na pedra, ora no mato. No trecho final, depois do diedro, a rocha está bem decomposta. Atenção redobrado para não derrubar nada no segue. Parada fixa num platô confortável. 35m

7a enfiada – Enfiada crux. Sobe uma rampa e depois vira um negativo com rocha suspeita e proteções marginais. Expo! Depois, passa para a fenda da direita até a parada fixa (2 grampos de inox). 20m. Há a opção de juntar a 7a e a 8a enfiada, mas a comunicação fica muito comprometida.

8a enfiada – Escalada tranquila pela canaleta e face protegendo em móvel até o cume. Parada natural equalizada em várias árvores.

Descida

Do cume, em ancoragem natural, rapelar com 2 cordas até a P7.

Da P7 até a P6 com uma corda.

Da P6 até a P5.

Da P5 até a P3 de uma outra via que fica à esquerda da Sonho Molhado (55m). Vide croqui.

Da P3 até a P1 da outra via (40m).

Da P1 até o chão (40m).

Equipos para repetição

  • 2 cordas de 60m;
  • 2 jogos de friends ( 01 #C3 até #4 Camalot ou equivalente);
  • 1 jogo de nuts;
  • Muitas fitas.

Dicas

Tirando os grampos e chapeletas das paradas, há apenas 3 chapeletas na via. Todas na 3a enfiada.
A via requer um bom conhecimento do uso de equipamento móvel, principalmente para montar a parada móvel;
A rocha no crux, 7a enfiada, é bem suspeita. Usar o máximo de peças para proteger o lance;
A face fica voltada para o sul. Durante o inverno, não bate sol o dia todo. Já no verão, o sol chega por volta do meio dia na parede;
Costuma ventar bastante e fazer um pouco de frio, levar anorak;
As chuvas passageiras, normalmente vêm de sul e as chuvas mais intensas de norte. Observe sempre a direção dos ventos.

Xixi na Cama (IV, 6o, E3, D2, 250m)

1a enfiada – A via começa em uma aderência de uns 10m com uma chapa no meio e segue em direção à uma laca que é protegida em móvel (peças pequenas) até ganhar um platô. Parada com chapa e grampo. 40m. IVo grau com um lance de Vo.

2a enfiada – Segue pelo diedro bem óbvio que fica à esquerda do platô protegendo em móvel até quase o fim da fenda para depois fazer uma pequena travessia à direita até a parada dupla. 15m. IVo grau. Peça média.

3a enfiada – Enfiada crux pela face. O lance mais duro fica na virada do pequeno teto. Depois segue sem maiores dificuldades até a parada dupla. Enfiada protegida com chapa de inox (8 chapas). 30m. VIo grau.

4a enfiada – Segue pelo diedro óbvio intercalando chapa com proteção móvel até a base do diedro em arco. Parada móvel (peça pequena #0.3-#0.75). A enfiada tem alguns trechos com mato e terra bem solta.

5a enfiada – Enfiada comum a via Sonho Molhado. Enfiada em arco num diedro em móvel passando por baixo do grande teto. A P5 (fixa) está depois da virada do teto. 15m. Peça média.

6a enfiada – A enfiada começa fazendo uma travessia à esquerda em busca de uma chapa e depois segue a travessia passando por uma canaleta para ganhar um platô com bloco, onde há mais uma chapa. Desse ponto em diante, basta seguir para cima pelos cristais até a parada dupla. Há duas proteções que o chumbador não deu torque e foi batido uma outra chapa ao lado. Não confundir com a parada (Retiradas em 12/2015). 60m. 8 proteções. Vo grau.

7a enfiada – Não aparece no croqui abaixo, mas segue à esquerda em diagonal usando proteção natural até o cume. Não há proteção fixa nem móvel, somente proteção natural. Trechos com bastante terra solta. 50m. IVo grau.

Descida:

P7 até a P6 – 50m.

P6 até a P5 – 60m

P5 até a P3 – 50m

P3 até a P1 – 40m

P1 até a Base – 40m.

Equipos para repetição

  • 2 cordas de 60m;
  • 2 jogos de friends ( 01 #C3 até #4 Camalot ou equivalente);
  • 1 jogo de nuts;
  • 8 costuras.

Vivendo o Sonho ( IV, 7a, D1, E3, 245m)

1a enfiada – A via começa na mesma saída da “Xixi na Cama”, no entanto, segue reto para cima. A 1a enfiada tem aproximadamente 40m e está protegida com 6 chapeletas mais a parada. IVo grau.

2a enfiada – A via segue reto para cima em direção à parte esquerda do platô, dominando uma série de balcões até chegar na parte mais inclinada da rocha, onde está o crux.  Para dominar o platô, a melhor opção é ir até 30+a última chapa e depois fazer uma travessia à direita. Parada móvel (Camalot #0.4 – #3) ou natural em árvore. Mesma parada da “Sonho Molhado”. Vo grau. 30m. 5 proteções fixas.

3a enfiada – A enfiada começa à direita da fenda principal, por uma fenda frontal de dedo protegida em móvel (nuts e friends pequenos). Assim que a fenda acabar segue em diagonal à direita em direção à aresta onde tem uma espécie de laca descolada. Não é a principal laca descolada, mas uma que fica mais abaixo. Enfiada de 40m com 5 proteções fixas mais a parada. A dica é colocar uma costura ou 2 mosquetões simples na chapeleta da aresta (última antes da parada) a fim de evitar que a corda passe na laca, em caso de queda, tanto para o guia quanto para o segundo. 6o grau25. Móvel + 6 proteções. 40m.

É possível rapelar dessa parada, pelo outro lado da aresta, até o chão em rapel único de 60m (cravado).

4a enfiada – A via segue pela aresta. Logo na saída há 2 chapas onde fica o crux da enfiada (7a), mas pode ser passado em A0 até dominar um platô (lance obrigatório). No platô, há uma chapa no lado esquerdo, na base da grande laca. Usar costura curta para proteger a corda. A via segue por uma chaminé de meio corpo abraçando a laca até montar nela. Ao final, há uma chapa em cada lado da aresta para direcionar a corda corretamente. Depois, a linha segue em diagonal à direita por uma aderência até a parada que fica no início de uma fissura. 7o grau ou A0. 7 proteções fixas. 25m.

5a enfiada – A enfiada segue pela fissura protegendo em móvel. O crux da enfiada está logo na saída onde a fissura é menos proeminente. Depois ela fica mais tranquila (Camalot #.3 – #2) até sumir dentro de um mato. Antes da mata, fazer uma travessia em agarras até uma proteção fixa e depois seguir reto para cima até a próxima proteção fixa. Depois toca reto até a parada dominando alguns platôs. 2 proteções fixas + móvel. 50m

6a enfiada – A enfiada começa fazendo uma dominada de uns 4m toda protegida em móvel por uma laca bem óbvia. Após a dominada (crux), a via se encontra com a  última enfiada da “Sonho Molhado” e segue até o cume protegendo em móvel por um terreno fácil. 50m. Móvel.

Descida

A melhor opção é descer de parada em parada até a P3 e da P3 até o chão em um rapel de 60m. Uma vez na base, caminhar até o grande desmoronamento e descer por ele até a base.

Equipos para repetição

  • 2 cordas de 60m;
  • 1 jogos de Camalot (#.3 – #3);
  • 1 jogo de nut.

Dor de Cotovelo (Variante) (VI, 7a, D1, E1, 70m)

Essa variante começa na via “Sonho Molhado” e no meio da 2ª enfiada sai à direita em direção à aresta da pedra onde encontra-se a P2 da via.

A primeira enfiada da variante segue pelo diedro que está logo acima, protegendo em móvel (peças pequenas) e depois sai à esquerda até ganhar um platô. Depois, a via segue pela aresta até a parada que está abaixo da parada da via “Vivendo o Sonho”. 40m, 7a. 13 costuras e Camalot C3 (pequeno), C4 pequeno e um #1.

A segunda enfiada segue pela aresta protegendo em móvel até encontrar a parada da via “Vivendo o Sonho” e depois segue por ela até o cume.

Descida – Descer pela mesma linha de rapel da via Vivendo o Sonho.

Equipo – Duas cordas de 60m, 13 costuras, Camalot C3 pequeno e 1 jogo de Camalot até o #3.

Xixi Molhado (Variante) (IV, 6o, E3, D2, 250m)

A Xixi Molhado é uma variação da via Xixi na Cama que evita a 4a enfiada da via (suja). Em vez disso, na P3 faz-se uma pequena travessia à direita até o Platô da via Sonho Molhado (P2) e depois segue pela fenda frontal até a P4 e depois segue pela Xixi na Cama até o final.

Sonho na Cama (Variante) (IV, 5o, E3, D2, 225m)

A variante Sonho na Cama é uma variante da via Sonho Molhado que evita o trecho mais exposto da via. Na P5, em vez de seguir reto para cima, faz-se uma travessia à esquerda para entrar na 6a enfiada da via Xixi na Cama para seguir até o cume.

Boa noite Cinderela (IV, 7a, E2, D2, 185m)

1a enfiada – A via inicia na parte mais baixa da pedra, ao lado de um pequeno totem de pedra construido pelos conquistadores e à esquerda de uma grande árvore que fica a uns 3m do chão. A enfiada é totalmente limpa, sem proteções fixas, inclusive nas paradas. A via inicia dominando alguns platôs até chegar num pequeno diedro para ganhar um platô com mato onde fica a parada natural em árvore. 30m, IV.

2a enfiada – Do platô, a linha segue por uma fenda de meio corpo bem óbvia (Camalot #5 e #6) para depois sair pela face em direção à uma grande árvore à esquerda. A parada não é nessa árvore, mas sim ao lado. Cuidado ao escolher as árvores para a parada, pois algumas são bem frágeis. 30m, IV.

3a enfiada – A via segue pelo diedro óbvio, em móvel, até ela ficar cega. Depois, a linha segue protegida em chapas até a parada que fica ao lado de um tetinho. O crux da enfiada fica na parte mais vertical, já quase chegando na parada. 35m, 7a.

4a enfiada – Enfiada segue pela laca em oposição até chegar quase na base do grande teto. A dica aqui é reservar um Camalot #2 para o final, antes da travessia. Um pouco antes de chegar na base do teto, segue em travessia, à direita, pela face protegendo em chapas até chegar na P3 da via Xixi na Cama. 30m, VI.

5a enfiada – Da parada comum à via Xixi na Cama, segue pela esquerda seguindo as chapas na face preta da pedra até virar uma aresta. Enfiada toda protegida em chapas. 30m, VI.

6a enfiada – A via segue por uma oposição, protegida em móvel, até ganhar uma viradinha e depois segue pela face em terreno fácil. Há uma chapa no meio da enfiada, junto a um pequeno platô. A parada é compartilhada com a via Xixi na Cama, P5. 30m, IV.

A partir dali, a melhor opção para chegar no cume é seguindo a via Xixi na Cama (mais duas enfiadas).

Para descer, use a linha de rapel da via Xixi na Cama.

Equipos para repetição

  • 2 cordas de 60m;
  • 2 jogos de Camalot. Incluindo #5 e #6 para 2a enfiada.
  • Fitas longas para proteção natural.

Bom dia Cinderela (Em andamento)

1a enfiada – A variante “Bom dia Cinderela” começa na P3 da via “Boa Noite Cinderela”, seguindo em travessia à esquerda até a aresta para depois seguir para cima até encontrar o fenda no final do grande teto. 20m. Fixa. Enfiada não liberada.

2a enfiada – A enfiada segue pela fenda até uma laca invertida à esquerda para buscar outra laca e seguir até o final dela. Todo esse trecho é protegido em móvel (Camalot #.3 – #4). Quando a laca sumir, segue à esquerda pela face protegendo em chapas até a parada. 40m. Vo.

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Escalada na região de Itarana e Itaguaçu

Itarana - ES

Alt. 840m

Atualizado em 28/12/2017

A Pedra do Limoeiro é uma grande pedra que destaca na paisagem logo que termina de descer a Serra do Limoeiro, em direção ao Distrito de Praça Oito em Itarana. Atualmente a pedra conta com duas vias mistas na face oeste da pedra. Esta mistura de proteção faz dessas vias um diferencial na região, uma vez que fendas são feições pouco comuns no Estado. 

Como chegar

Esta pedra encontra-se na localidade de Praça Oito, entre Itarana e Santa Teresa. Da capital Vitória, a pedra está distante a 110km (2h).

O melhor ponto para deixar o carro fica antes de Praça Oito. Assim que descer a última serra antes de chegar em Praça Oito já é possível de avistar a pedra no lado direito. O estacionamento fica ao lado de um bar (esquerda) com uma cancha de bocha no outro lado da estrada. Para solicitar passagem, dirija-se à casa da esquerda do bar.

Mapa

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Aproximação

Suba a estrada ao lado da cancha de bocha até chegar no curral (até aqui é possível chegar de carro). Estacione o carro e siga caminhando em direção ao desmoronamento. A depender da época do ano (período de chuva), esse trecho costuma estar com bastante mato. Já na época da seca, o pasto fica mais ralo, mas ai os carrapatos fazem a festa.

Suba pelo desmoronamento até encontrar a pedra. Esse trecho, possui alguns lances técnicos, principalmente na saída. Caso não esteja confortável, não hesite em calçar a sapatilha, pois há pelo menos dois lances “estranhos”. Na pedra, siga à esquerda até encontrar o grande diedro. Não confundir com o diedro visto do desmoronamento. Para descer o rampão que dá acesso, há uma árvore no lado esquerdo com uma fita e malha para descer (70m). Após esse rapel, uns 5m abaixo, há uma chapa de inox para descer o trecho mais vertical (35m). A aproximação dura em média 40 minutos.

Data da conquista

01/07/2017

Conquistadores

Naoki Arima e Cosme Manetti

Equipamentos necessários

  • 2 cordas de 70m;
  • 6 costuras, sendo algumas longas;
  • fitas e mosquetões;
  • cordeletes ou fitas para abandono nos rapeis;
  • 2 jogos de friend (#.3 – #2) + 1x #3 e #4.

Descrição das enfiadas

1a enfiada – O início da via fica à esquerda da via “Eu Sou a Lenda”. Para acessar a base é preciso seguir a parede passado por uns trepa blocos até chegar a uma árvore que fica no início de uma chaminé que vai se estreitando para cima. A via começa nessa chaminé que depois vira uma fenda frontal de mão. Assim que a fenda sumir, pega a fenda da direita e segue até o fim. Neste ponto, faz-se uma travessia à direita, pela face da pedra, até chegar na fenda frontal da 2a enfiada da via “Eu sou a lenda”. A dica é reservar um Camalot #75 e #4 para o final. Compartilha a P2 da via “Eu sou a lenda”. IV, 35m.

2a enfiada – A via segue pelas chapas da via “Eu sou a lenda” até a próxima parada que fica num platô confortável.

3a enfiada – A via segue em travessia à esquerda para buscar outro platô que logo em seguida vira um diedro. A linha segue protegendo nesse diedro até o fim. No final, a via segue pela face da pedra protegendo em uma chapeleta até a parada dupla. Levar peças pequenas. V, 40m.

4a enfiada – A linha segue pelo segundo sistema de diedro, porém dessa vez mais vertical e mal protegido. O crux da enfiada está protegido com uma chapeleta. Quando a fenda acaba, a escalada segue em agarrência até o platô onde há várias árvores para parada. VI, 35m.

5a enfiada – A última enfiada segue em diagonal à esquerda por um platô e depois segue para cima em agarrência. Até a 2a proteção fixa, a via volta à direita em direção a um cume falso, onde há uma parada dupla. IV, 65m.

Descida -Da P5 descer até a P4 (65m). Da P4 até a P2 (65m) e da P2 até a base, 72m. Na P4 há uma fita com malha numa árvore para facilitar a puxada de corda. É imperativo que a fita seja substituída!

Data da conquista

20/10/2013

Conquistadores

Caio Afeto, Naoki Arima, Roney DuNada, Zé Márcio

Equipamentos necessários

  • 2 cordas de 60m;
  • 8 costuras, sendo algumas longas;
  • fitas e mosquetões;
  • Cordeletes ou fitas para abandono nos rapeis;
  • 1 jogo de friend (#.3 – #3).

Descrição das enfiadas

1a enfiada – IV – 20m. Começa numa fenda frontal de dedo e depois sai em travessia, protegida com chapas, à esquerda, até encontrar a parada perto do diedro.

2a enfiada – IV – 25m . Começa com uma pequena travessia à esquerda até encontrar a fenda frontal. Sobe pela fenda até o final e depois entra na face até encontrar a parada. Camalot #.75 – #3.

3a enfiada – V – 35m. Escalada constante pela face até chegar num pequeno platô de mato. Tem um pequeno crux na chegada do platô. A dica é dar um balão pela direita antes de chegar no platô.

4a enfiada – IV – 40m. Começa em móvel por uma laca bemóbvia e depois segue pela face até a parada.

5a enfiada – IV – 40m. Escalada pela face em direção a uma árvore visível da parada. Depois da chuva, este trecho poderá estar molhado. Parada dupla de inox.

O livro de cume está logo acima da árvore, debaixo de umas lacas.

Rapel

P5 – P4 = 50m

P4 – P3 = 40m

P3 – P2 = 40m ou P3 atéa base com uma corda de 70m.

P2 – chão = 50m

Para descer o costão, vá bem para esquerda onde há uma árvore que pode ser usada para montar um rapel de 60m até o meio do costão. Depois desescale mais uns 20m até um estreitamento onde a pedra fica mais inclinada. Neste ponto há uma chapeleta de inox para montar outro rapel de 35m até a base do costão.

Sol e sombra

A face da pedra com as vias está voltada para noroeste com sol à tarde. No inverno é comum ventar bastante (levar corta-vento).

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“Eu sou a lenda” (melhorias)

^ Pedra do Limoeiro onde fica a via “Eu sou a lenda”. No último final de semana fiz uma repetição em solitária da via “Eu

Superando trauma

Pedra Sem Nome de Praça Oito. A via “Eu sou a lenda” transcorre pela aresta da esquerda. Na base da pedra, o desmoronamento de 2013.

Eu sou a lenda!

Poderia começar esse post escrevendo tudo de novo sobre otimismo que já havia falando há duas semanas num outro post, porque parece que a história se


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