Pedra Paulista

COMO CHEGAR

Saindo de Vitória tome a saída norte pela BR-101 até Fundão (km 5o) e logo em seguida a ES-261 em direção à Santa Teresa (km 78). De Santa Teresa siga em direção a Itaguaçu passando por Itarana (km 120). Assim que entrar em Itaguaçu (km 130) siga pela principal até encontrar a avenida com um canteiro central (Av. 17 de Fevereiro). Vire à direita na avenida, logo em seguida à esquerda e depois à direita novamente, seguindo as placas que levam a São Roque. Siga por essa rua que logo adiante fica sem pavimento até o primeiro entroncamento (km132), tome à direita e 4km adiante, vire à direita numa saída que fica logo após a capela (km 136). Cuidado para não passar essa entrada! Siga sempre por essa estrada. A essa altura a pedra já é visível à esquerda. O carro pode ficar junto à estrada e o estacionamento vai depender da via que for entrar (km 146).

Mapa

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Nada é o que parece ser

Atualmente a Pedra Paulista conta com 3 vias tradicionais; “Nada é o que parece ser”, uma via de 800m que faz cume pela aresta sudoeste; e duas, em móvel, no totem que fica na frente da pedra (Fio Dental e Boticão).

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Para ver o croqui detalhado na croquiteca da ACE, clique aqui!

Totem Do Dente

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Para ler o relato da primeira repetição, clique aqui!

Para ler o relato da 3a repetição, clique aqui!

O melhor lugar para deixar o carro é num terreno de café “abandonado”.  Depois é só cruzar a cerca e ir subindo em direção à pedra. Assim que chegar na pedra, quebrar à esquerda em direção ao totem.

1a Enfiada – Há três opções de saída para via:

1 – A conquista original começou a via num ponto bem alto, no primeiro mato (“Parada Móvel Opcional” na figura acima). É possível começar a via um pouco mais abaixo, “Parada Natural”, caso o trecho inicial esteja molhado. Mas sob condições normais é possível ir solando um bom trecho (2a parada).

2 – Variante. Outra possibilidade é subir até a “Parada Móvel Opcional” (vide figura acima) e, em vez de subir pelo diedro em direção à árvore, fazer uma pequena travessia à esquerda para pegar a fenda desde o início.

3- Opção runout – Esta opção é a mais limpa de todas, porém um pouco mais exposta. A escalada começa na  “Parada Natural” – vide figura – e segue pela esquerda do diedro sujo esticando aproximadamente 35m de corda sem proteger em nada até o começo da fenda frontal.

A enfiada tem uns 50m de extensão e é toda protegida em móvel. Por isso é bom gerenciar bem as peças para não acabar faltando no final. De forma geral, a fenda começa estreita (fissura de dedo) para depois ir aumentando progressivamente até virar uma fenda de punho.

A P1 é em móvel  (Camalot #3 – #4) ou em árvores numa área bem sombreada.

 2a enfiada – Começa seguindo a mesma fenda frontal que vai diminuindo progressivamente até desaparecer. Depois, entra num lance em placa até chegar no grampo branco para depois fazer uma pequena travessia à esquerda em direção ao segundo grampo. Depois é só subir pelo diedro, proteger na fenda horizontal e tocar para cima.

P2 – P1 = 35m – Cuidado com a árvore que for escolhida para o rapel. Há muita árvore fraca ou podre.

P1 – P0 = 55m – Descer o máximo que der e desescalar o resto. Ou fazer um terceiro rapel usando as árvores até o chão.

Outra opção de descida é fazer um rapel curto do cume até o grampo branco da segunda enfiada e depois descer o máximo que puder até a base e desescalar o resto.

Caso esteja usando duas cordas de 70m é possível descer do cume até a base em um rapel único, no entanto, é preciso desescalar os metros finais (fácil).

Equipos necessários

  • 2 cordas de 60m;
  • 2 jogos de friends – Camalot #0.4 até #4 ou equivalente;
  • 1 jogo de nut (opcional);
  • Costuras avulsas;
  • Fitas avulsas.

Mais betas

  •  A via fica voltada para a face norte e pega sol o dia inteiro. Uma boa estratégia é entrar no final do dia para evitar o calor;
  • O tempo médio para a repetição (subida mais a descida) é na ordem de 3h, escalando tranquilamente.

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