Rampa José Bridi – Ascendência Térmica (4o, V, D1, E2, 320m)

Itarana - ES

Alt. 670m

 

Atualizado em 20/09/2016

 

COMO CHEGAR

Saindo de Vitória, tome a BR-101 em direção ao norte do estado até Fundão. No segundo semáforo, vire à esquerda em direção à Santa Teresa (não está sinalizado). Depois de Santa Teresa, siga em direção à Itarana/Itaguaçu.

Em Itarana, assim que passar pela igreja da cidade,  vire à esquerda na próxima quadra e em seguida à direita. Três quilômetros depois, no entroncamento vire à direita (cuidado para não passar reto) em direção à rampa de voo (sinalizado). A essa altura já é possível ver a pedra. Siga por mais 1,7km até encontrar uma saída à direita com um curral, bem em frente a pedra. Vide foto abaixo.

Mapa

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Aviso

Durante uma repetição da via em agosto de 2018 foi relatado queda frequente de pedra na via. Recomenda-se uso de capacete para repetições futuras.

Croqui

2015.06.01_ascendencia_termica_vetor

 

1a enfiada – Costão em solo de aproximadamente 90m até a base da fenda. Parada em árvore. Se não estiver acostumado, subir de sapatilha.

2a enfiada – Quase 70m 60m de fissura frontal toda protegida em móvel. O crux está logo na saída. Parada natural. Se entrar com uma corda de 60m, é necessário fazer uma parada intermediária em móvel. o segue precisa dar uma escaladinha até o início da fenda para dar corda suficiente. Requer mais ou menos 2 jogos de friend  um jogo de friend (até Camalot #3 ou equivalente).

3a enfiada – Caminhada pela mata até encontrar a pedra. A parada da próxima enfiada está no topo de um pequeno totem de uns 10m. Contornar pela esquerda o totem.

4a enfiada – Enfiada de aproximadamente 55m toda protegida em chapas. Usar fitas longas para minimizar o arrasto. O crux está no único lugar onde há duas chapas na sequência.

5a enfiada – Enfiada de corda cheia, 60m, com um crux na parte final da enfiada. Parada em um pequeno platô. Cuidado com as pedras soltas na parte final.

6a enfiada – Última enfiada em direção ao topo. Começa subindo por uns blocos solto, contorna um platô com árvore seca para esquerda até a primeira chapeleta (30m), depois costura uma 2a chapa e cume. A parada está quase no costão final. Dali para cima mais uns 50m de costão de II em solo até o cume.

Descida – No cume fica a rampa de voo José Bridi. Lá funciona um pequeno bar que abre nos finais de semana e serve lanches e bebidas (levar dinheiro!!!). Para descer é só seguir caminhando pela estrada. Se conseguir uma carona, melhor, pois são aproximadamente 40min de caminhada até a base.

As paradas não estão com argola, por isso caso seja necessário descer pela via é preciso abandonar fitas. Também não é possível rapelar com apenas uma corda de 60m ou 70m. É preciso ter pelo menos duas cordas.

Equipos necessários para repetição

  • 8 costuras;
  •  1 corda de 60m (melhor uma de 70m);
  •  2 jogos 1 jogo de Camalot até # 3;
  •  fitas longas e mosquetões avulsos.

Clima

A parede fica voltada para a face oeste e pega sol à tarde. É comum o dia começar sem nuvens e no final do dia ficar mais nublado. Também costuma ventar bem na parte mais alta da via.

Leia mais no blog

Ma-caca

Xerxes na 1a enfiada (em móvel) da via “Ascendência Térmica”. Na semana passada, durante a conquista da via “Nem tudo está perdido”, tomei um chá

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