Parede dos Sonhos

Itarana - ES

A Parede dos Sonhos é uma pedra ímpar para os padrões Capixabas, pois é uma face com muitas fendas o que permite o uso constante de proteção móvel. Além disso, a rocha é bastante rugosa com muitas agarras em cristais firmes. Devido a essa combinação, a pedra foi batizada de Parede dos Sonhos.

Como chegar

Saindo do centro de Itarana (igreja principal – Nossa Senhora Auxiliadora) siga pela principal em direção a Itaguaçu, vire à esquerda na próxima rua e logo em seguida à direita. Siga sempre pela estrada por aproximadamente 3km. Em uma bifurcação, tome à direita em direção à rampa de voo (sinalizado, mas difícil de ver). Rode mais 1,7km até encontrar uma entrada à direita com um curral aos pés de uma grande pedra (essa é a pedra onde fica a via Ascendência Térmica). Passe a tronqueira e siga sempre pela estrada de chão. Na segunda casa, onde fica o sobrado, solicite passagem ao caseiro (Sr. Donizete). A depender das condições da estrada, estacione o carro por ali mesmo e siga caminhando em direção à pedra.

Mapa

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Clima

Com exceção das vias “Ma-Caca” e “Nem tudo está perdido”, todas as vias ficam na sombra (menos no verão). Nestas vias, o sol chega somente no meio da tarde, por volta das 15h.

Ma-caca (III, IVo, E2, D1, 135m)

Aproximação

Saindo do sobrado, caminhando ou de carro (4×4), siga pela estrada passando por dentro de uma mata até chegar num pasto aberto. Assim que chegar neste pasto será possível avistar um grande diedro muito óbvio. A linha da via transcorre bem à esquerda desta diedro, à esquerda de uma canaleta d’água. Vide foto acima.

Para acessar a base da via, procure um ponto onde a mata seja mais aberta e siga em direção à base da pedra. A via começa à direita de um grande totem bem sujo. As primeiras chapas da via são visíveis do chão.

1a enfiada – Começa à direita (15m) do diedro, numa parte mais branca da rocha. O crux da via está nesta saída. Logo em seguida, após a 2a proteção faz uma travessia à esquerda até encontrar o diedro. Usar os cipós para progressão e proteger nas árvores. Parada natural. 55m

2a enfiada – Segue pela face protegendo em chapa até a parada. 55m

3a enfiada – Com o cume logo acima, sobe reto em direção a uma grande árvore sem proteger em nada. Parada natural. 25m.

Rapel

Da árvore descer reto em direção a um platô que fica fora da via (55m). Depois mais uma rapel de 60m cravado até a base da via.

Equipos para repetição

  • Duas cordas de 60m;
  • 5 costuras;
  • Fitas longas.

Nem tudo está perdido (IV, 5o, E3, D2, 205m)

A via “Nem tudo está perdido”  transcorre por um grande diedro laranja muito evidente. Vide foto acima.

Para acessar a base da via, procure um lugar onde seja fácil de entrar na mata e siga em direção à base do grande diedro. O diedro não começa do chão, ele fica suspenso a uns 15m do chão. Para acessar a base é preciso solar um pequeno trecho para ganhar um grande platô. Vide croqui abaixo.

A via começa com um pequeno solo para ganhar um platô suspenso. É possível subir de tênis, desde que o mesmo seja adequado.

1a enfiada – Começa em oposição protegendo em móvel até a fenda alargar e virar uma chaminé. Quando a chaminé voltar a ficar apertada novamente, sai à esquerda, pela face, buscando as agarras até chegar na P1.

2a enfiada – Segue ainda pela face, protegendo em chapas, até virar o trecho mais vertical para então voltar à fenda e seguir por ela em oposição, protegendo sempre em móvel. O crux está no final da oposição, antes de virar o platô.

3a enfiada – Começa acima da parada dominando um balcão para ganhar um platô. Segue em travessia à direita protegendo em árvore e depois segue em diagonal à esquerda, pela face, até a base da outra fenda. Nesse trecho há uma chapa no meio da diagonal. O trecho fendado tem um pouco de vegetação e as colocações são razoáveis. O lance mais chato fica um pouco antes de dominar uma árvore caída.

4a enfiada – Segue pelo diedro até ganhar um platô, depois caminha pelo platô até a 3a árvore e mira para cima em leve diagonal à esquerda até achar uma chapa. Dessa chapa até a parada, a melhor forma é contornar pela direita para ganhar um platô que está logo acima, um pouco antes do cume de verdade.

Rapel

Descida com 2 cordas de 60m de parada em parada. As paradas, P4 3 P3 estão com duas malhas e uma fita. As paradas P2 e P1 estão com um mosquetão e uma fita.

Equipos para repetição

  • 2 cordas de 60m;
  • 1 jogo de friends (#.75 – #6);
  • 1 jogo de nut grande;
  • Fitas longas para proteção natural;
  • 5 costuras.
  • Parede dos Sonhos

Parede dos Sonhos

Para acessar esta face, siga a estrada que leva à via “Nem tudo está perdido”, (vide descrição acima) passando por um curral até “passar a pedra”.  Este ponto fica entre duas drenagens que ficam depois do curral, num ponto mais alto. NÃO ENTRE NA MATA antes deste ponto, pois a mata é muito fechada e cheia de boulders.

Assim que passar a 1a drenagem e chegar num ponto mais alto e avistar a próxima drenagem, suba o pasto e atravesse de volta a drenagem na parte alta num trecho mais evidente (alguns totens demarcam esse ponto). Suba pelo pasto sujo (30m) procurando sempre os pequenos totens que tentam marcar a trilha. Na mata, procure caminhar por uma drenagem suja, resquício de um grande desmoronamento recente até encontrar a pedra. Assim que bater na pedra, siga “costeando” a pedra até a base da via.

Sonho Molhado (IV, 5o, E3, D2, 205m)

1a enfiada – Enfiada em aderência com agarras protegendo em chapas (2) e árvores. Parada em móvel (peças médias) num platô razoável. 45m.

2a enfiada – Começa protegendo em móvel por uma fenda e depois entra na face. Protege em três chapeletas de inox e cai num grande platô. A parada pode ser feita nas árvores, mas é mais confortável montar uma parada em móvel (peças pequenas a média). 35m

3a enfiada – A enfiada segue por uma fenda frontal bem óbvia que no final arqueia à esquerda. A parada móvel (peças pequenas) fica um pouco antes de entrar na mata, num pequeno platô. 25m. Há a possibilidade de juntar a 3a e a 4a enfiada.

4a enfiada – Trecho curto de uns 15m até uma árvore grande. Há a opção de fazer a parada um pouco mais acima para ficar num lugar menos desconfortável (parada móvel). A dica aqui é não ir pelo mato, mas sim continuar seguindo a fenda. É mais difícil, mas é mais legal!

5a enfiada – Enfiada em arco num diedro em móvel passando por baixo do grande teto. A P5 (fixa) está depois da virada do teto. 20m.

6a enfiada – Enfiada segue reto para cima, com proteção móvel e ancoragem natural, ora escalando na pedra, ora no mato. No trecho final, depois do diedro, a rocha está bem decomposta. Atenção redobrado para não derrubar nada no segue. Parada fixa num platô confortável. 35m

7a enfiada – Enfiada crux. Sobe uma rampa e depois vira um negativo com rocha suspeita e proteções marginais. Expo! Depois, passa para a fenda da direita até a parada fixa (2 grampos de inox). 20m. Há a opção de juntar a 7a e a 8a enfiada, mas a comunicação fica muito comprometida.

8a enfiada – Escalada tranquila pela canaleta e face protegendo em móvel até o cume. Parada natural equalizada em várias árvores.

Descida

Do cume, em ancoragem natural, rapelar com 2 cordas até a P7.

Da P7 até a P6 com uma corda.

Da P6 até a P5.

Da P5 até a P3 de uma outra via que fica à esquerda da Sonho Molhado (55m). Vide croqui.

Da P3 até a P1 da outra via (40m).

Da P1 até o chão (40m).

Equipos para repetição

  • 2 cordas de 60m;
  • 2 jogos de friends ( 01 #C3 até #4 Camalot ou equivalente);
  • 1 jogo de nuts;
  • Muitas fitas.

Dicas

Tirando os grampos e chapeletas das paradas, há apenas 3 chapeletas na via. Todas na 3a enfiada.
A via requer um bom conhecimento do uso de equipamento móvel, principalmente para montar a parada móvel;
A rocha no crux, 7a enfiada, é bem suspeita. Usar o máximo de peças para proteger o lance;
A face fica voltada para o sul. Durante o inverno, não bate sol o dia todo. Já no verão, o sol chega por volta do meio dia na parede;
Costuma ventar bastante e fazer um pouco de frio, levar anorak;
As chuvas passageiras, normalmente vêm de sul e as chuvas mais intensas de norte. Observe sempre a direção dos ventos.

Xixi na Cama (IV, 6o, E3, D2, 250m)

1a enfiada – A via começa em uma aderência de uns 10m com uma chapa no meio e segue em direção à uma laca que é protegida em móvel (peças pequenas) até ganhar um platô. Parada com chapa e grampo. 40m. IVo grau com um lance de Vo.

2a enfiada – Segue pelo diedro bem óbvio que fica à esquerda do platô protegendo em móvel até quase o fim da fenda para depois fazer uma pequena travessia à direita até a parada dupla. 15m. IVo grau. Peça média.

3a enfiada – Enfiada crux pela face. O lance mais duro fica na virada do pequeno teto. Depois segue sem maiores dificuldades até a parada dupla. Enfiada protegida com chapa de inox (8 chapas). 30m. VIo grau.

4a enfiada – Segue pelo diedro óbvio intercalando chapa com proteção móvel até a base do diedro em arco. Parada móvel (peça pequena #0.3-#0.75). A enfiada tem alguns trechos com mato e terra bem solta.

5a enfiada – Enfiada comum a via Sonho Molhado. Enfiada em arco num diedro em móvel passando por baixo do grande teto. A P5 (fixa) está depois da virada do teto. 15m. Peça média.

6a enfiada – A enfiada começa fazendo uma travessia à esquerda em busca de uma chapa e depois segue a travessia passando por uma canaleta para ganhar um platô com bloco, onde há mais uma chapa. Desse ponto em diante, basta seguir para cima pelos cristais até a parada dupla. Há duas proteções que o chumbador não deu torque e foi batido uma outra chapa ao lado. Não confundir com a parada (Retiradas em 12/2015). 60m. 8 proteções. Vo grau.

7a enfiada – Não aparece no croqui abaixo, mas segue à esquerda em diagonal usando proteção natural até o cume. Não há proteção fixa nem móvel, somente proteção natural. Trechos com bastante terra solta. 50m. IVo grau.

Descida:

P7 até a P6 – 50m.

P6 até a P5 – 60m

P5 até a P3 – 50m

P3 até a P1 – 40m

P1 até a Base – 40m.

Equipos para repetição

  • 2 cordas de 60m;
  • 2 jogos de friends ( 01 #C3 até #4 Camalot ou equivalente);
  • 1 jogo de nuts;
  • 8 costuras.

Vivendo o Sonho ( IV, 7a, D1, E3, 245m)

1a enfiada – A via começa na mesma saída da “Xixi na Cama”, no entanto, segue reto para cima. A 1a enfiada tem aproximadamente 40m e está protegida com 6 chapeletas mais a parada. IVo grau.

2a enfiada – A via segue reto para cima em direção à parte esquerda do platô, dominando uma série de balcões até chegar na parte mais inclinada da rocha, onde está o crux.  Para dominar o platô, a melhor opção é ir até 30+a última chapa e depois fazer uma travessia à direita. Parada móvel (Camalot #0.4 – #3) ou natural em árvore. Mesma parada da “Sonho Molhado”. Vo grau. 30m. 5 proteções fixas.

3a enfiada – A enfiada começa à direita da fenda principal, por uma fenda frontal de dedo protegida em móvel (nuts e friends pequenos). Assim que a fenda acabar segue em diagonal à direita em direção à aresta onde tem uma espécie de laca descolada. Não é a principal laca descolada, mas uma que fica mais abaixo. Enfiada de 40m com 5 proteções fixas mais a parada. A dica é colocar uma costura ou 2 mosquetões simples na chapeleta da aresta (última antes da parada) a fim de evitar que a corda passe na laca, em caso de queda, tanto para o guia quanto para o segundo. 6o grau25. Móvel + 6 proteções. 40m.

É possível rapelar dessa parada, pelo outro lado da aresta, até o chão em rapel único de 60m (cravado).

4a enfiada – A via segue pela aresta. Logo na saída há 2 chapas onde fica o crux da enfiada (7a), mas pode ser passado em A0 até dominar um platô (lance obrigatório). No platô, há uma chapa no lado esquerdo, na base da grande laca. Usar costura curta para proteger a corda. A via segue por uma chaminé de meio corpo abraçando a laca até montar nela. Ao final, há uma chapa em cada lado da aresta para direcionar a corda corretamente. Depois, a linha segue em diagonal à direita por uma aderência até a parada que fica no início de uma fissura. 7o grau ou A0. 7 proteções fixas. 25m.

5a enfiada – A enfiada segue pela fissura protegendo em móvel. O crux da enfiada está logo na saída onde a fissura é menos proeminente. Depois ela fica mais tranquila (Camalot #.3 – #2) até sumir dentro de um mato. Antes da mata, fazer uma travessia em agarras até uma proteção fixa e depois seguir reto para cima até a próxima proteção fixa. Depois toca reto até a parada dominando alguns platôs. 2 proteções fixas + móvel. 50m

6a enfiada – A enfiada começa fazendo uma dominada de uns 4m toda protegida em móvel por uma laca bem óbvia. Após a dominada (crux), a via se encontra com a  última enfiada da “Sonho Molhado” e segue até o cume protegendo em móvel por um terreno fácil. 50m. Móvel.

Descida

A melhor opção é descer de parada em parada até a P3 e da P3 até o chão em um rapel de 60m. Uma vez na base, caminhar até o grande desmoronamento e descer por ele até a base.

Equipos para repetição

  • 2 cordas de 60m;
  • 1 jogos de Camalot (#.3 – #3);
  • 1 jogo de nut.

Dor de Cotovelo (Variante) (VI, 7a, D1, E1, 70m)

Essa variante começa na via “Sonho Molhado” e no meio da 2ª enfiada sai à direita em direção à aresta da pedra onde encontra-se a P2 da via.

A primeira enfiada da variante segue pelo diedro que está logo acima, protegendo em móvel (peças pequenas) e depois sai à esquerda até ganhar um platô. Depois, a via segue pela aresta até a parada que está abaixo da parada da via “Vivendo o Sonho”. 40m, 7a. 13 costuras e Camalot C3 (pequeno), C4 pequeno e um #1.

A segunda enfiada segue pela aresta protegendo em móvel até encontrar a parada da via “Vivendo o Sonho” e depois segue por ela até o cume.

Descida – Descer pela mesma linha de rapel da via Vivendo o Sonho.

Equipo – Duas cordas de 60m, 13 costuras, Camalot C3 pequeno e 1 jogo de Camalot até o #3.

Xixi Molhado (Variante) (IV, 6o, E3, D2, 250m)

A Xixi Molhado é uma variação da via Xixi na Cama que evita a 4a enfiada da via (suja). Em vez disso, na P3 faz-se uma pequena travessia à direita até o Platô da via Sonho Molhado (P2) e depois segue pela fenda frontal até a P4 e depois segue pela Xixi na Cama até o final.

Sonho na Cama (Variante) (IV, 5o, E3, D2, 225m)

A variante Sonho na Cama é uma variante da via Sonho Molhado que evita o trecho mais exposto da via. Na P5, em vez de seguir reto para cima, faz-se uma travessia à esquerda para entrar na 6a enfiada da via Xixi na Cama para seguir até o cume.

Boa noite Cinderela (IV, 7a, E2, D2, 185m)

1a enfiada – A via inicia na parte mais baixa da pedra, ao lado de um pequeno totem de pedra construido pelos conquistadores e à esquerda de uma grande árvore que fica a uns 3m do chão. A enfiada é totalmente limpa, sem proteções fixas, inclusive nas paradas. A via inicia dominando alguns platôs até chegar num pequeno diedro para ganhar um platô com mato onde fica a parada natural em árvore. 30m, IV.

2a enfiada – Do platô, a linha segue por uma fenda de meio corpo bem óbvia (Camalot #5 e #6) para depois sair pela face em direção à uma grande árvore à esquerda. A parada não é nessa árvore, mas sim ao lado. Cuidado ao escolher as árvores para a parada, pois algumas são bem frágeis. 30m, IV.

3a enfiada – A via segue pelo diedro óbvio, em móvel, até ela ficar cega. Depois, a linha segue protegida em chapas até a parada que fica ao lado de um tetinho. O crux da enfiada fica na parte mais vertical, já quase chegando na parada. 35m, 7a.

4a enfiada – Enfiada segue pela laca em oposição até chegar quase na base do grande teto. A dica aqui é reservar um Camalot #2 para o final, antes da travessia. Um pouco antes de chegar na base do teto, segue em travessia, à direita, pela face protegendo em chapas até chegar na P3 da via Xixi na Cama. 30m, VI.

5a enfiada – Da parada comum à via Xixi na Cama, segue pela esquerda seguindo as chapas na face preta da pedra até virar uma aresta. Enfiada toda protegida em chapas. 30m, VI.

6a enfiada – A via segue por uma oposição, protegida em móvel, até ganhar uma viradinha e depois segue pela face em terreno fácil. Há uma chapa no meio da enfiada, junto a um pequeno platô. A parada é compartilhada com a via Xixi na Cama, P5. 30m, IV.

A partir dali, a melhor opção para chegar no cume é seguindo a via Xixi na Cama (mais duas enfiadas).

Para descer, use a linha de rapel da via Xixi na Cama.

Equipos para repetição

  • 2 cordas de 60m;
  • 2 jogos de Camalot. Incluindo #5 e #6 para 2a enfiada.
  • Fitas longas para proteção natural.

Bom dia Cinderela (Em andamento)

1a enfiada – A variante “Bom dia Cinderela” começa na P3 da via “Boa Noite Cinderela”, seguindo em travessia à esquerda até a aresta para depois seguir para cima até encontrar o fenda no final do grande teto. 20m. Fixa. Enfiada não liberada.

2a enfiada – A enfiada segue pela fenda até uma laca invertida à esquerda para buscar outra laca e seguir até o final dela. Todo esse trecho é protegido em móvel (Camalot #.3 – #4). Quando a laca sumir, segue à esquerda pela face protegendo em chapas até a parada. 40m. Vo.

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