Pedra da Andorinha

Cachoeiro de Itapemirim - ES

Como chegar

Saindo de Vitória, tome a direção para o sul do Estado pela BR-101 até a entrada da cidade de Cacachoeiro de Itapemirim. Passe pelas duas entradas da cidade e continue em direção ao Rio de Janeiro. No km 419, entre à direita por uma estrada de chão e siga sempre pela principal em direção a Cachoeiro. A certa altura, a pedra já fica visível da estrada. No distrito de Santa Teresa, assim que passar a igreja, vire à direita e siga até a primeira entrada à esquerda. 

Estacione o carro e siga por dentro da viela, entre as casas, subindo uma escadaria até o final e entre no pasto. 

Suba pelo pasto, sempre pelo lado direito e assim que chegar na mata, procure uma trilha bem demarcada na mata à esquerda. Siga pela trilha que leva diretamente até o Bloco da Andorinha. Para seguir para o Setor do Complexo do Medo e as vias da Pedra da Andorinha, um pouco antes do bloco, vire à direita e siga em direção à pedra. Nesse trecho, a trilha não é bem demarcada.

Para acessar a base da Chaminé UNICERJ, siga contornando a pedra, passando pelas vias do Complexo do Medo e suba um trepa-bloco (com ferrata) para ganhar o colo entre a montanha e a agulha. Desça contornando a pedra até encontrar a base da via.

Mapa

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Face Sul da Pedra da Andorinha.

Croqui

Todas as vias estão protegidas com grampos que foram batidos no final da década de 90, por isso requer atenção.

Em geral, as vias são curtas, não ultrapassando 15m de extensão.

A rocha é bem abrasiva e “come” muita pele. Um esparadrapo pode fazer a diferença.

  • Chaminé UNICERJ
  • Fabrício Amaral

Chaminé UNICERJ

Face

Face sul com sombra o dia inteiro.

Equipos

  • 2x corda de 60m;
  • 10 costuras;
  • Camalot #.3-#2;
  • Fitas para laçar alguns grampos.

1a enfiada – A primeira enfiada transcorre por uma fenda frontal em diagonal toda protegida com grampos e pítons. Levar um jogo de Camalot do #.3-#2 para melhorar as proteções, pois os grampos estão bem velhos. O crux está no 2o piton, onde há um trecho de fenda cega. 20m. VII.

2a enfiada – Enfiada curta de 5m para ganhar um segundo bloco, antes de entrar na chaminé. V.

3a enfiada – Enfiada bem suja por dentro de uma chaminé. No início há vários blocos entalados que exigem bastante atenção, depois a chaminé fica bastante estreita até a parada que fica dentro da chaminé. 20m. VI.

4a enfiada – A enfiada segue à esquerda por dentro da chaminé para ganhar um grande bloco entalado e logo em seguida fazer a virada para ganhar um grande platô. No final da chaminé, antes da virada há uma parada dupla, mas a parada da enfiada está mais adiante, dentro do grande corredor. 30m, IV.

5a enfiada – Seguindo pelo corredor até o final há uma chaminé com uma grande laca. Vencendo a laca, ganha se um segundo platô onde está a parada da via. 30m, IV.

6a enfiada – A via segue reto para cima pela chaminé até uma parada que fica bem escondida, onde só é possível avista-la nos momentos finais. 25m, V.

7a enfiada – A enfiada segue pela chaminé, porém por uma rocha mais firme. Os grampos finais dessa enfiada estão bem deteriorados. Um Camalot #2 ajuda a melhorar a proteção desse trecho. 30m, V.

Descida – A descida mais usual é pela face leste, entre a agulha e a montanha do fundo. Os primeiros rapeis são bem curtos e os últimos mais longos. Com 4 rapéis chega-se até o colo da pedra. Requer 2 cordas de 60m.

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