Pontuda de Arapoca

Bicuda Bitela (4o, VI SUP, E3, D3, 917m)

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Como chegar

Saindo de Vitória, tome a saída em direção ao sul do estado e acesse a BR-262 em direção a Venda Nova do Imigrante. Em Venda Nova do Imigrante, passe por dentro da cidade em direção a cidade de Castelo pela ES-166. Em Castelo, tome a Rodovia do Contorno em direção a cidade de Cachoeiro do Itapemirim. Na localidade de Aracuí, tome uma saída à direita (pouco visível e mal sinalizada) em direção a Estrela do Norte. 11,5km depois, aos pés da Pedra do Fio, numa curva à direita tome uma saída à esquerda. Zere o odômetro e siga pela estrada de chão por mais 2,1km. Estacione o carro numa casa que costuma ficar vazia. Solicite passagem na casa ao lado ou na propriedade que fica um pouco antes. De Vitória até este ponto são 166km.

Aproximação

A partir da casa, siga em direção a pedra por uma estrada de café até o fim. Ao final da estrada, entre no cafezal em direção à pedra. Na base da pedra há uma grota que desce água entre as duas montanhas. A base da via está marcada com um pequeno totem de pedra.

Equipos

  • 2x corda de 60m;
  • 10 costuras, sendo várias longas;
  • Camalot #.75-#1.
Pontuda de Arapoca.

Estratégia

A via fica com a face voltada para o norte com sol o dia inteiro, por isso a melhor estratégia é escalar no inverno e entrando cedo na via. Considere aproximadamente 8h de escalada mais 4h de rapel. Depois da chuva, algumas enfiadas podem estar molhadas. Nas partes mais altas, costuma ventar um pouco, leve anorak.

Leia mais

3a investida

Investida final

 

1ª enfiada – O início da via está marcado com um pequeno totem de pedra, uma vez que é difícil visualizar a primeira proteção do chão. A enfiada segue praticamente em linha reta até a P1 que está a 60m da base.

2ª enfiada – A segunda enfiada segue praticamente reto para cima com bons lances em agarras. Essa enfiada estica uma corda de 60m no talo, use costuras longas!

DuNada abrindo os trabalhos.

3ª enfiada – Outra enfiada que consome uma corda cheia. No meio da enfiada há um esticão um pouco exposto (conhecido como o lance do "eu vou morrer") para dominar um platô descaído. A parada está à direita na base de um pequeno buraco.

4ª enfiada – A via sai à esquerda em diagonal buscando outro platô com buraco. Escalada tranquila e bem protegida.

DuNada no início da 4a enfiada.

5ª enfiada – A próxima enfiada sai novamente à esquerda em leve diagonal para buscar a P5.

6ª enfiada – Enfiada reta sem grandes mistérios.

7ª enfiada – Enfiada reta em agarras. Escalada bem agradável.

8ª enfiada – Enfiada em diagonal e depois em travessia à esquerda para buscar um platô de mato.

9ª enfiada – Enfiada crux da via. A via segue em travessia à esquerda, descendo um pouco, até buscar um diedro cego e depois passa para duas fendas sucessivas (protegido em móvel) até ganhar um platô. Depois, a via segue reto por dentro de uma calha d´água até a parada. No meio da calha há uma chapa que está fora da via.

Nona enfiada, a enfiada mais bonita e continua da via.

10ª enfiada – A enfiada começa em aderência e logo depois volta para calha novamente até ela ficar mais rasa. Parada num pequeno tufo de mato.

11ª enfiada – Enfiada em diagonal à esquerda com belos lances em aderência. Usar muita fita longa para minimizar o arrasto.

12ª enfiada – A via sobe pelo lado direito e depois segue em travessia à esquerda até encontrar um dique. No dique, a via segue para cima passando por uma sequência bem técnica e bem protegida. Depois a via segue em travessia à direita para ganhar um platô com vegetação.

13ª enfiada – A enfiada começa por uma oposição e depois segue em travessia à direta até a parada que está dentro de uma espécie de buraco.

Rapelando.

14ª enfiada – A via sai à direita até uma fenda onde cabe um Camalot #.75-#1. Logo acima há outra chapa de depois sobe por uma calha d´água até a parada. 40m.

15ª enfiada – A via sai à direita até encontrar uma chapeleta, logo depois sai para esquerda para entrar na mata. Suba pela mata pelo lado esquerdo até uma área mais aberta.

16ª enfiada – O início da enfiada fica no ponto mais alto à esquerda do grande platô. Um pequeno totem de pedra ajuda marcar o início da enfiada. A enfiada segue em diagonal por um corredor entre as bromélias. No meio da enfiada, há uma chapa que ajuda na orientação. Mais adiante é possível ver um coqueiro bem evidente acima. Siga em direção ao coqueiro. A parada está a uns 10m abaixo no limite da rocha com a vegetação. O livro de cume está na base deste coqueiro. Para acessar o “cume”, siga contornando a pedra para esquerda.

Visão panorâmica do cume.

Descida

Da P16 descer até a P15 ; descer o trecho do platô caminhando até a borda e descer até a P14 fazendo um rapel curto; da P14, descer até a P13 e da P13 descer reto até uma parada que está fora da via; a partir dessa parada descer mais 60m até a P10. Da P10 até a base são mais 10 rapeis de parada em parada.

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