Pancas

Pico Bier

Alt. 400m

Atualizado em: 03/05/2022

Tradicional

Saindo de Vitória tome a BR-101 em direção ao Norte do Estado até João Neiva. Logo após João Neiva tome à esquerda na rotatória em direção a Colatina. Em Colatina cruze o Rio Doce e tome a saída para São Domingo do Norte até o trevo de acesso a Pancas. Atravesse a cidade de Pancas e tome a primeira saída à direita na “rotatória”. Suba uma pequena serra e saia na primeira à direita (estrada de chão). Suba a serra e no primeiro entroncamento tome à direita e siga até o final da estrada. Estacione o carro na última propriedade, solicite passagem e siga caminhando em direção à pedra por uma trilha/trilha de moto. A via tem a face voltada para sul, transcorrendo pela maior extensão da parede.

Mapa
3/5

Normal

5o, VI, E3, D2, 250m

Data da conquista

08/2012

Conquistarores

Gustavo Silvano, Leonardo Alvarez

Equipos

2x corda de 60m; 1x Camalot #.3-#4; microfriends (#.1-#.2); 3 costuras; fitas longas; luva; e material para abandono

Início da via.

Croqui

1a enfiada – a via começa numa grande aderência para ganhar a laca. Suba pela direita para acessar a laca. Depois a escalada transcorre pela laca até as chapeletas onde a via sai da fenda e entra na face em aderência. Depois a escalada volta para fissura de dedo até chegar na parada que está à esquerda. Enfiada longa de uns 65m a 70m. O segurança precisa sair escalando um pouco no início se estiver na base.

2a enfiada – enfiada em aderência com 2 chapas em diagonal à direita. Logo na saída há um buraco onde é possível colocar um Camalot #4. Parada natural em árvore.

3a enfiada – escalaminhada pela mata com espinho. Da P2 siga em direção à pedra e depois suba costeando a pedra para esquerda até chegar num platô onde começa uma chaminé bem suja.

4a enfiada – escalada pela chaminé com bastante vegetação. No fim, sai à direita para ganhar um bico de pedra e após um lance de agarra chega-se a parada (grampo com chapa). Proteções naturais.

5a enfiada – escalada curta pela continuação da chaminé até a base do teto. Não entrar na oposição. Melhor estabelecer uma parada na base do teto para diminuir o atrito. Proteções naturais ao longo da enfiada.

6a enfiada – Enfiada curta pela base do teto com blocos à esquerda até ganhar o diedro sujo. Parada natural na base da cereja do bolo. Enfiada protegida em móvel, incluindo um #4.

7a enfiada – Enfiada curta por uma fenda suja que fica à direita, quase no final da mata. Saída um pouco exposta e mal protegida até conseguir colocar duas peças boas (#1 e #2). Parada natural.

Descida – Do cume até a base uma rapel curto. Da P6 um rapel longo por fora da vegetação até a P4. Da P4 um rapel de corda inteira até o meio da 3a enfiada. Uma desescalada leva até a P2. Da P2 até a P1 e depois chão.

Vídeo