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Depois de 6 meses na Babilônia, finalmente estou de volta a Vitória, a terra alagada… Foram, às vezes, longos e outras vezes, curtos 6 meses. Tinha horas que queria voltar logo para cá, outras horas queria morar no Rio. Na verdade, para mim o Rio é exatamente isso: Uma cidade de contrastes. Tenho uma relação de amor e ódio. Às vezes acho lindo e maravilhoso poder sair de casa e na próxima esquina poder puxar a corda e sair escalando. Mas quando chego num setor e encontro uma dúzia de escaladores para uma meia-dúzia de vias, sinto falta de Vitória. Aqui, é muito comum passar o dia escalando só você, seu colega de escalada e todas as vias a sua disposição. Por outro lado, aqui tem muita pedra e pouca via. O Espírito Santo é um mar de pedra com algumas dezenas de vias. Por isso tem muito trabalho “sujo”. Quer escalar uma via nova? Vai ter que equipar! Carregar furadeira, jumarear, furar… Mas no Rio não! Eu olho para uma pedra e  penso: vou subi-la! E ainda posso escolher, por onde…

No final das contas, não posso reclamar! Escalei muito, conheci novas áreas, realizei alguns projetos pessoais e o mais importante, fiz grande amigos! Por isso, espero voltar em breve! Aguarde-me Rio!!

Special thanks to: ao casal Cáudio e Yuri; Tadeu (melhoras!); Alexis “Chavez”; Coisinha e toda galera da Limite!!!

Aproveitando o post, na seção croquis -Salto Ventoso, postei um croqui novo do setor principal, dessa  vez um foto-mosaico. E mais, publiquei depois 1 ano e meio e enrolação o guia de Buoux (FRA). O que não faz um dia de chuva…

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