Serra do Cipó

Cardeal Mota

  • Felipe Alves escalando no setor PCC.

Atualizado em: 27/11/2019

Distância

100km

Caminhada

30min.

Altitude

820m

COMO CHEGAR

Saindo de Belo Horizonte, tome a MG-010 em direção à serra. De BH até a região da Serra do Cipó são aproximadamente 143km. Uma vez na região do Cipó, atravesse a cidade e vá até a entrada da ACM (Associação Cristã de Moços) que fica logo depois de uma ponte estreita. Tome à esquerda na estrada vicinal.

De onibus: Compre uma passagem para Cardeal Mota na rodoviária de Belo Horizonte. O trecho é operado pela empresa Saritur. Avise o cobrador que deseja descer na entrada da ACM (Associação Cristã de Moços). Para voltar a mesma coisa. Recomendo pesquisar com antecedência os horários da volta.

Para chegar ao Morro da Pedreira, vire à direita uns 100m da ACM, na entrada do Camping da Zuma. A área de escalada fica dentro da área do camping.

Para chegar ao Grupo 3, siga a estrada por mais 1,5km. Assim que passar por uma pousada grande à direita estacione o carro. Continue caminhado pela estrada até encontrar uma porteirinha pequena à direita (veja no mapa). Passe a porteirinha e siga pela trilha. Passe por uma outra porteira grande com placa e continue pela esquerda. Ao final da trilha estará entrando no vale do Grupo 3 (mapa abaixo).

Mapa

Filtrar por

Diante dos acontecimentos dos últimos meses, a AESC (Associação dos Escaladores da Serra do Cipó) vem por meio deste comunicado manifestar seu total repúdio à alteração de agarras em vias de escalada no Morro da Pedreira ou a qualquer outra conduta que fira a ética da escalada, a conservação do meio ambiente e o respeito ao esporte e seus praticantes. O Morro da Pedreira possui hoje aproximadamente 500 vias, todas naturais e com qualidade reconhecida mundialmente. Estamos sempre atentos e tomando providências enérgicas para condutas desta natureza, na proporção do nosso alcance como Associação mantida exclusivamente com o trabalho voluntário dos escaladores associados.Em um caso recente, ocorrido há aproximadamente 1 ano, um escalador ainda não identificado, que ao que tudo indica não faz parte dos frequentadores habituais do Cipó, abriu uma via no Vale Zen, à esquerda da via Gigante pela Própria Natureza. Na ocasião da abertura desta via, foram "cavadas" duas agarras. Constatado este fato, a AESC decidiu, em reunião formalizada em ata, que tal via fosse desequipada, de modo que todas as proteções foram retiradas. Isto como exemplo e para reforçar que este tipo de prática é inaceitável e será sempre combatida com veemência.Em um caso mais recente, a via Kriptonita, na Sala de Justiça, sofreu alterações em pelo menos uma de suas agarras chave. Como esta via já possui um histórico de suspeitas de alterações em suas agarras (caso ocorrido há aproximadamente 6 anos), ficou decidido, em comum acordo com o conquistador, que tal via será desequipada, reforçando o nosso repúdio a este tipo de conduta.Outro caso que está sendo muito comentado é o da via Hooligans, no Vale de Blair, que também teve uma agarra alterada. As providências a serem adotadas estão sob avaliação, visto que existe a possibilidade de taparmos a alteração para devolver a originalidade da via.Vale destacar que esses três casos citados acima são pontuais e são os únicos que chegaram ao nosso conhecimento nos últimos anos. O que é um número relativamente baixo dada a quantidade de vias na Serra do Cipó e o número de escaladores que frequentam a região.Para além das ações específicas que estão sendo tomadas para cada caso, a AESC sempre teve como um dos seus principais pilares a preocupação com a ética da escalada e a preservação do meio ambiente. Antes mesmo dos episódios recentes envolvendo agarras cavadas e/ou melhoradas, a AESC já havia iniciado um grupo de trabalho para debater e documentar a ética local. O trabalho tem como objetivo conscientizar os conquistadores e escaladores no sentido de evitarmos a abertura de vias que: (i) estejam localizadas em locais impróprios (boca de caverna, por exemplo); (ii) causem demasiado impacto à vegetação ou a formações rochosas sensíveis; (iii) interfiram em vias adjacentes pré-existentes, sejam elas esportivas ou tradicionais (vias em móvel); (iv) possuem linhas desinteressantes; entre outras características.Vale ressaltar que a importância socioeconômica da escalada para a comunidade local é enorme. Projetos como a Escolada (que leva crianças da escola da Serra do Cipó para escalar na rocha), participação nos conselhos da APA Morro da Pedreira/Parque Nacional da Serra do Cipó e Parque Estadual do Tabuleiro são bons exemplos disto. No que tange a questão ambiental, ações como a criação da brigada de incêndio da AESC, manutenção e limpeza de áreas (não só de escalada, mas de cachoeiras e trilhas da região), reforçam a importância do esporte para a região.AESC reafirma seu compromisso em manter a conservação do meio ambiente, o desenvolvimento do esporte e principalmente a ética na escalada como pilares de seu trabalho. Agradecemos sempre a todas e todos os escaladores que por gerações contribuíram e contribuem para o fortalecimento do esporte e, consequentemente, da nossa comunidade local.

AESC
  • Especialidade da Casa (8b)
  • Diogo Rebit

Série Histórica de Precipitação Mensal (Vitória)

Série Histórica de Temperatura Mensal (Vitória)

Melhor época

Inverno a início da primavera. No verão chove muito. O clímax do Cipó é durante os meses de junho e julho quando toda a fauna (de escaladores) migra para a região.

Equipo

Rack esportivo + kit repelente. Uma corda de 60m ajuda. Para quem curte escalada móvel há inúmeras possibilidades, principalmente no Grupo 2. 

 

 

Onde ficar

A região oferece uma grande variedade de pousadas. Para acampar tem o camping da Zuma, mas hoje em dia anda muito mal cuidado. Um outro point muito frequentado pelos escaladores é o abrigo do Magrão/Fei. Para infos e reservas, entre em contato pelo e-mails magraodocipo@gmail.com e/ou telefone (031)96816693. Uma outra opção é o Abrigo Cipó. Para maiores infos entre no blog: http://abrigocipo.blogspot.com (http://www.abrigocipo.com/) E a terceira opção é o Espaço Mandala. Para maiores infos, acesso side: http://espacomandalla.blogspot.com/

Alimentação

A região oferece inúmeras possibilidades de alimentação e hospedagem. A padaria do local fecha as 20h e o supermercado as 19h. Não há água nas áreas de escalada.

  • Morfina (9a)
  • Fred Viana

Rocha

Mármore.

Dicas

Não deixe de conhecer uma das inúmeras cachoeiras e poços que tem na região;
Não deixe de conhecer também o Parque Nacional da Serra do Cipó;
Cuidado com os carrapatos!! Escabin neles!!!!

Croquis

A área de escalada do Cipó está dividida em 3 Grupos (1, 2, e 3). O Grupo 1 fica “atrás” do camping da Zuma numa área que um dia foi uma pedreira de mármore. Inclusive há vias na parte que foi uma pedreira. Ao escalar neste setor, o proprietário do camping costuma cobrar uma diária para escalar.

O Grupo 2 fica entre o 1 e 3. É o maior grupo entre os três. Prevalecem as vias em móvel e alguns setores equipados, tais como o Vale de Blair.

O Grupo 3 é o grupo mais frequentado pelos escaladores. Há uma grande variedade de vias nesse grupo. Dentro do Grupo 3 há diversos sub-grupos (setores): Ninhos, Polter, Sala da Justiça, Morfina, Cangaceiro, Melzinho.

Croqui

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1ª edição (2015). Wagner Borges, Eduardo Barão e Felipe Belisário. 204 páginas. 15 x 21 cm. Editora Marumby. Adquira aqui!

Guia de escalada da Serra do Cipó, Lapinha e Rod. Eliseu Frechou, Daniel F. Mariano e Eustáquio Macedo Jr. 98 páginas. 10,50 x 14cm. Editora: Mountain Voices. Para adquirir o seu, clique aqui!

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