Pico do Morcego

Mapa

Como chegar

Saindo da capital (Porto Alegre), tome a BR-116 em direção a Pelotas e, em seguida, acesse a BR-290 em direção à fronteira oeste. Após um longo trecho de rodovia, fique atento à sinalização que indica Caçapava do Sul / Bagé. Entre nesse trevo em direção a Bagé (BR-153) e siga até o km 578,5. Uma vez encontrado o acesso, siga por essa estrada vicinal por mais 14 km — abrindo e fechando três porteiras e atravessando sangas — até encontrar as pedras. Se você não conhece o caminho, é altamente desaconselhável viajar à noite, pois nessa região costuma baixar uma forte névoa que limita drasticamente a visibilidade. A estrada vicinal também pode apresentar péssimas condições de trafegabilidade durante o período de chuvas intensas (inverno).

Aproximação

História

A escalada na região de Palma, em Bagé, começou na década de 1970, quando os escaladores Irene Fernandez, Roberto Capelari e Edgar Kittelmann conquistaram, após sete anos de tentativas, o Pico do Morcego pela “Via dos Marimbondos”. Durante a década de 1980, diversos montanhistas da Região Metropolitana conquistaram outras linhas na área. Entre elas, a “Escadaria para o Céu” (IV) no Segundo Conjunto — aberta pelos escaladores Tiago S., Eduardo Ren e Henrique Cony. Nessa mesma época, Cony ainda conquistou a via “Ninho das Águias” (V sup) na Pedra do Forno, juntamente com Eduardo Tondo, Felix Balassiano e Roberto Capelari. No início da década de 1990, os escaladores Eduardo Ren, Guilherme Zavaschi, Rafael Britto, Rudah Brum, Joel Gil e João Giacchin conquistaram a via “Edgar Kittelmann”, tornando-se a segunda linha aberta no Pico do Morcego. Ainda durante os anos 90, os escaladores Guilherme Zavaschi e Henrique Cony equiparam a visionária via “Sabão de Coco”. A primeira ascensão (fa) foi realizada pelo próprio “Guili”, que propôs a graduação de 9b para a linha. Nos últimos anos, a região teve um grande aumento no número de novas linhas graças à atuação dos escaladores locais, tanto na modalidade esportiva quanto na tradicional. Hoje, os setores da Casa de Pedra e do Segundo Conjunto contam com mais de 100 vias mapeadas, com dificuldades que chegam ao 10a.

Lista das vias

(8 vias)

Possui croqui (tradicional)

Bônus

Setor: Pico do Morcego

7a

Edegar Kittelmann

Setor: Pico do Morcego

3o,

V

E3,

70 m.

- 2 enfiada(s)

Proteções fixas
G. Zavaschi, J. Giacchin, R. Azevedo

1990.

Experience

Setor: Pico do Morcego

Projeto

C. Cougo, G. Netto

2015.

Face oculta (1)

Setor: Pico do Morcego

8a

C. Silva, E. Comoretto, O. Júnior, P. Amaral

1999.

Ficus

Setor: Pico do Morcego

C. Cougo, G. Netto
Marimbondos (1)

Setor: Pico do Morcego

V

, A0,

E. Kittelmann, I. Ferdes, N. S, R. Capelari

1976.

Papagaio pirata

Setor: Pico do Morcego

VI

70 m.

- 2 enfiada(s)

Uma das 50 Clássicas do Brasil.
F. Falcão, F. Zavaschi, L. Zavaschi, R. Brito

1996.

Paranóia delirante

Setor: Pico do Morcego

8a

15 m.

G. Netto, Gustavo Netto

2006.