Lubrina

4º,

VI ,

D2,

E2,

350 m.

Conquistador(es): A. Langer, D. J. Casas, I. P. Cardoso.

Proteção fixa:

Chapeleta comum

Enfiada(s):

7

Ano:

2016

Outra via um pouco mais difícil que fica na face nordeste da pedra. A via segue basicamente um grande veio de pegmatito que sobe serpenteando a pedra. A descrição das enfiadas foi retirada de um post que fiz em setembro de 2015.
Lubrina

Descrição das enfiadas

O croqui sugere algumas peças em móvel. Na 1a enfiada há uma colocação que pode ser “desconsiderada”. A 2a colocação, na 2a enfiada, também é passível, mas não tão quanto a 1a.

A 3a e a 4a enfiada são bem tranquilas e a 5a e a 6a são as mais interessantes. O lance de Vo na saída da 5a enfiada é provavelmente um lance de IVo bem agradável. Já o crux de VIo é mais atlético com uma virada em batente.

O interessante desse lance da 6a enfiada é que a parede fica bem vertical nesse ponto. Inclusive dá para ver desde a base da via que a pedra fica bem vertical nesse ponto. E você fica pensando, por onde se passa aquilo? E a resposta é que se passa pelo meio, bem no vertical. Por sorte, têm algumas agarras salvadoras que ajudam a aliviar a pressão. Além disso, as proteções estão bem posicionadas propiciando uma queda limpa.

O livro de cume fica um pouco escondido para os desavisados. Ele fica logo acima da parada natural da P7, entre 2 blocos, dentro da fenda.

Descida

Rapel com duas cordas de 60m. As paradas estão com uma malha rápida e um cordelete na outra proteção. Uma repetição de 08/2026 relatou que as chapeletas estão bem oxidadas e os cordeletes velho. Recomendável levar cordelete extra e/ou malhas para abandono.

Equipo

Duas cordas de 60m; 10 costuras, sendo algumas longas.

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