1a enfiada – A via começa no ponto mais alto da crista, ao lado de um pequeno arbusto.
A fenda inicial está totalmente obstruída pelas bromélias que cresceram. Após proteger a saída, antes do primeiro grampo, faça uma travessia à direita para pegar a fenda paralela, pulando o segundo grampo.
Parada em árvore. Não precisa equalizar com peças. Essa árvore será também o ponto de rapel.
2a enfiada – A via segue pela canaleta. Há a possibilidade de subir reto, pela esquerda ou ainda pela direita até um grande platô na base do headwall. Parada em móvel (até Camalot #2).
3a enfiada – A via segue à direita em travessia. Há diversos pontos onde é possível subir por um sistema de fendas, mas sempre siga à direita até encontrar uma chapeleta antiga. Nesse ponto, suba em direção ao grampo (não original). O ideal é montar uma parada móvel ao lado do grampo para diminuir o atrito (Camalot #4 ou #2 repetido).
4a enfiada – Siga para cima, em direção às bromélias e protegendo nas fendas escondidas até um pequeno platô antes do cume final. Ali há outro grampo (amarelo) não-original da via. Depois é só pegar um costão final até o cume. Parada natural no cume.
Descida – Para descer, no cume, procure uma árvore no lado nordeste da pedra para descer direto até a P2. Da P2 desça desescalando até onde der e depois faça um pequeno rapel em árvore até a P1.
Outra opção é descer caminhando, mas essa descida é demorada e complicada. Não recomendada!