Normal – Pontuda

4º,

V ,

D1,

E2,

160 m.

Enfiada(s): 4.

Ano: 1978.

Conquistador(es): F. Berardi, Jessé, M. Arnaud.
DSCF1546
2026_Pontuda_1

Descrição das enfiadas

1a enfiada – A via começa no ponto mais alto da crista, ao lado de um pequeno arbusto. A fenda inicial está totalmente obstruída pelas bromélias que cresceram. Após proteger a saída, antes do primeiro grampo, faça uma travessia à direita para pegar a fenda paralela, pulando o segundo grampo. Parada em árvore. Não precisa equalizar com peças. Essa árvore será também o ponto de rapel. 2a enfiada – A via segue pela canaleta. Há a possibilidade de subir reto, pela esquerda ou ainda pela direita até um grande platô na base do headwall. Parada em móvel (até Camalot #2). 3a enfiada – A via segue à direita em travessia. Há diversos pontos onde é possível subir por um sistema de fendas, mas sempre siga à direita até encontrar uma chapeleta antiga. Nesse ponto, suba em direção ao grampo (não original). O ideal é montar uma parada móvel ao lado do grampo para diminuir o atrito (Camalot #4 ou #2 repetido). 4a enfiada – Siga para cima, em direção às bromélias e protegendo nas fendas escondidas até um pequeno platô antes do cume final. Ali há outro grampo (amarelo) não-original da via. Depois é só pegar um costão final até o cume. Parada natural no cume. Descida – Para descer, no cume, procure uma árvore no lado nordeste da pedra para descer direto até a P2. Da P2 desça desescalando até onde der e depois faça um pequeno rapel em árvore até a P1. Outra opção é descer caminhando, mas essa descida é demorada e complicada. Não recomendada!

Equipo

1 corda de 60m se descer pela trilha ou 2x 60m se rapelar pela via;1 jogo de móvel. Melhor se tiver dois; Fitas para ancoragem natural.

Leia mais no blog

07/08/2014

Deixe uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.