1a enfiada – A via começa num trecho de trepa-pedra até o primeiro grampo que fica num pequeno platô (15m). Depois segue pelo diedro até a parada que fica no topo de um bloco. Levar 2x Camalot #4 + fita longa para o grampo. 2a enfiada – A via segue pelo diedro até a parada dupla. É altamente recomendável que o segue use uma auto longa para se posicionar na base da fenda para dar a segue, evitando o efeito zipper no crux da saída. Levar todo o jogo de friend! 3a enfiada – A enfiada segue pela mesma fenda que agora forma uma chaminé com um teto, onde há uma chapeleta que protege a passada. O crux da enfiada fica depois desse tetinho, num lance em oposição. A parada dupla poderá estar bem oxidada. Ao lado esquerdo, numa parte mais protegida, há uma outra chapa para reforçar a parada. 4a enfiada – A enfiada transcorre atravessando o grande teto por baixo. Começa em artificial móvel, depois entra em livre nas chapeletas e volta a escalar em artificial até a parada dupla. Essa parada dupla é bem desconfortável por ser bem aérea e sem apoio. 5a enfiada – A via continua pelo diedro. Começa em artificial móvel, depois uma pequena travessia à direita para entrar em livre pelo trecho mais aéreo da via. Esse trecho está protegido com chapas. Pode ser passado em livre ou artificial em cliff de agarras. A parada fica logo acima do negativo num pequeno platô. 6a enfiada – A última enfiada continua seguindo a fenda em livre. Quando a fenda acabar, sair à esquerda até encontrar duas chapas. Depois entra num trecho sujo com cactus até a próxima chapa antes do cume. A parada fica dentro da mata em uma árvore. RAPEL: A partir da 4a enfiada a descida pela via fica bastante complicada. Da P4 é possível de descer até a P1 rapelando em pêndulo. Do cume, a descida é feita caminhando por uma trilha pouco definida pelo colo sul da pedra.