Normal

4º,

VI ,

A0,

D3,

400 m.

Ano: 1958.

Conquistador(es): D. Vrbas, H. Maciel, P. White, R. Menescal.
Via original da conquista dos Três Pontões de 1958 pelos escaladores Ricardo Menescal, Drahomir Verbas, Patrick White e Hamilton Maciel, todos do Clube Excursionista Carioca – CEC.. A saída da via não é muito clara (vide figura). O fato é que começa numa das grotas que leva ao pé do dedinho e depois segue contornando a pedra (escalaminhando) até entrar num corredor (chaminé) estreito que leva a um platô. Este trecho pode ser feito sem estar encordado. A partir dali sobe por uma chaminé em tesoura até encontrar um grampo (podre) que está a uns 25-30m do chão. Depois segue pela chaminé que vai estreitando até atingir a parada (dupla) do ante-cume do Pontão Maior. Dali para o cume é preciso laçar um grampo velho com a corda e se puxar nela para chegar no cume. Alternativamente, uma vez que o grampo da chaminé está inutilizado pela ferrugem, na chaminé final, há a possibilidade de usar a variante da conquista de 1970 e atingir o cume pela chaminé da direita que separa o Pontão Maior do Tubarão. Esse trecho começa pela face protegendo em 2 grampos até chegar na base de uma chaminé larga e segue até um pequeno platô onde é possível montar uma parada móvel (Camalot #4). Dali para cima segue pela fenda que separa o Pontão Maior do Tubarão até atingir um colo para então seguir pelo costão que leva ao ante-cume. Para descer do cume, há a possibilidade de voltar pela mesma via ou descer pela via Garganta Profunda + Garganta Seca pela face sul (2 cordas de 50m). O início do rapel está marcado com uma seta de pedra que leva a parada que fica um pouco abaixo do cume.
2025.07.09_tres_pontoes

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