Norte: Sol o dia inteiro; Sul: sombra, exceto verão; Leste: sombra a tarde; Oeste: sombra pela manhã.
Atenção!08/2026 - Na via Inferno na Torre, a enfiada após o artificial (ou 7c), está faltando um grampo logo na saída. Um escalador teve uma queda e o grampo acabou sacando.
Geologia
G5 - Maciço Afonso Cláudio - granito
Mapa
Como chegar
Da cidade de Afonso Cláudio, tome a saída norte pela avenida principal em direção a Itarana. Para acessar a face oeste, na localidade de Arrependido, tome a saída para São Pedro. Para acessar as outras faces, siga pela rodovia e tome a saída para Garrafão mais a frente.
Via conquistada em 1970 pela chaminé da face norte dos Três Pontões (vide o Timeline) pelos escaladores Carlos Braga, Jean Pierre, José Silva, Luiz Branca, Rodolfo Chermont (CEC). A via segue a linha natural da chaminé norte até atingir o colo para depois seguir pelo corredor (em chaminé) até a base da chaminé em tesoura da conquista original. Neste ponto, em vez de seguir pela chaminé original, os conquistadores seguiram pela chaminé estreita da direita, vencendo um lance em aderência até chegar na base da chaminé. Após a chaminé, chega-se a um pequeno platô onde é possível de montar uma parada (Camalot #4). Dali para cima, segue pela chaminé até o colo, para seguir pela aresta até a parada da conquista de 1958.
A via “Inferno na Torre” é uma das vias do livro “50 vias clássicas do Brasil” de Flávio e Cíntia Daflon, por isso ela vem sendo bastante frequentada nos últimos tempos, principalmente durante o inverno. Mas isso não quer dizer que encontrará fila, muito pelo contrário, por aqui, assim como em grande parte do Espírito Santo, o mais comum é passar o dia sozinho na montanha.
Via original da conquista dos Três Pontões de 1958 pelos escaladores Ricardo Menescal, Drahomir Verbas, Patrick White e Hamilton Maciel, todos do Clube Excursionista Carioca – CEC.. A saída da via não é muito clara (vide figura). O fato é que começa numa das grotas que leva ao pé do dedinho e depois segue contornando a pedra (escalaminhando) até entrar num corredor (chaminé) estreito que leva a um platô. Este trecho pode ser feito sem estar encordado. A partir dali sobe por uma chaminé em tesoura até encontrar um grampo (podre) que está a uns 25-30m do chão. Depois segue pela chaminé que vai estreitando até atingir a parada (dupla) do ante-cume do Pontão Maior. Dali para o cume é preciso laçar um grampo velho com a corda e se puxar nela para chegar no cume. Alternativamente, uma vez que o grampo da chaminé está inutilizado pela ferrugem, na chaminé final, há a possibilidade de usar a variante da conquista de 1970 e atingir o cume pela chaminé da direita que separa o Pontão Maior do Tubarão. Esse trecho começa pela face protegendo em 2 grampos até chegar na base de uma chaminé larga e segue até um pequeno platô onde é possível montar uma parada móvel (Camalot #4). Dali para cima segue pela fenda que separa o Pontão Maior do Tubarão até atingir um colo para então seguir pelo costão que leva ao ante-cume. Para descer do cume, há a possibilidade de voltar pela mesma via ou descer pela via Garganta Profunda + Garganta Seca pela face sul (2 cordas de 50m). O início do rapel está marcado com uma seta de pedra que leva a parada que fica um pouco abaixo do cume.
Chaminé conquistada pelo escalador Roberto Tristão. Essa chaminé de aproximadamente 20m dá acesso ao segundo pontão que forma os Três Pontões de Afonso Cláudio.
Para acessar a base da chaminé, a melhor forma subir pela Vândalos Inocentes até a base do Dedinho e depois seguir escalaminhando pela via original de 1958 até a base da grande chaminé. Em vez de subir pela chaminé de 1958, sobe-se pela chaminé de 1970 até o platô. Dali, faz uma pequena travessia à direita até encontrar a chaminé que leva ao cume.
Requer muito material móvel grande (Camalot #4, #5 e #6).
Para descer, há uma parada dupla no cume.