Boca da Serpente

5º,

VI SUP ,

A1,

D2,

E2,

270 m.

Enfiada(s): 10.

Ano: 2015.

Boca_da_serpente

Descrição das enfiadas

1a enfiada: A via começa bem no colo da face leste dos Três Pontões. Neste ponto, saem duas vias: a Vândalos Inocentes à esquerda e a Boca da Serpente à direita. A primeira enfiada tem uns 20m e começa em diagonal à direita com um crux de 6o na saída (não obrigatório). A parada fica na segunda parada, num grande buraco. 2a enfiada: outra enfiada curta de uns 25m em travessia à direita. O crux fica bem na virada de um teto em chaminé. Não há palavras no mundo que consiga explicar essa movimentação, mas é um lance acrobático de 6o grau. A parada fica logo em seguida à direita. 3a enfiada: A enfiada começa com uma dominada bem estranha até chegar num lance sem agarra. Ali, é preciso fazer um lance em A0 para ganhar um balcão e seguir a escalada (à direita). A enfiada transcorre de um buraco ao outro, indo para direita para depois voltar à esquerda. Nessa enfiada é preciso gerenciar muito bem a corda para minimizar o arrasto. A parada fica num buraco (é óbvio!!). 20m. 5o SUP com A0. 4a enfiada: A enfiada segue para cima com um crux logo na saída (não obrigatório). Depois há outro crux em um lance negativo que exige uma certa confiança nos cristais. A P4 foi duplicada para garantir maior segurança (grampo + chapeleta). 25m. 6o SUP. 5a enfiada: Logo na saída há uma movimentação bem estranha que foi passado em A0. Na saída do artificial há uma agarra muito suspeita que fica bem na linha do segurança. Atenção redobrada e levitação máxima para virar o lance. O crux da enfiada fica logo acima num lance de 6o (não obrigatório). Depois a linha segue até a grande caverna. A parada dessa enfiada também foi duplicada (grampo + chapeleta). 30m. 6o grau com A0. 6a enfiada: Da caverna para cima, a via muda totalmente de estilo. Saem os grampos e entram os móveis. A saída da enfiada é bem óbvia, começa atrás de um grande bloco, seguindo uma chaminé, até bifurcar em 2 oposições após um bloco entalado. A linha transcorre pela oposição da esquerda até uma parada que fica logo na virada. Também há outra parada logo acima, num platô mais confortável. Essa enfiada foi apenas isolada, mas deve ser um 6o grau em móvel. 30m. 7a enfiada: No platô há uma fenda frontal bem óbvia e outra fenda em oposição à direita. A linha segue por essa oposição em negativo até a virada. A parada fica no final da fenda antes do negativo. Essa enfiada também foi apenas isolada. Sugerimos um 6o grau em móvel para ela. 25m. 8a enfiada: Enfiada mista com possibilidade de passar em livre. Começa nuns buracos até chegar num grande bloco entalado (!!!). Depois da virada, segue pela fenda até chegar na base de um grande teto à esquerda. Essa enfiada é protegida com chapas e peças. 30m. Lance de 6o grau obrigatório. 9a enfiada: A via segue à direita passando por muitos blocos. Depois desse lance há duas canaletas. A via transcorre pela canaleta da direita, onde há uma chapa no início (escondida) e outra na metade. Depois segue pela canaleta até o colo que separa o Tubarão do Pontão Maior. A parada fica no lado do Pontão Maior após um esticão (fácil) em agarrência. 10a enfiada: Enfiada comum a Chaminé Norte. O lance final que dá acesso ao cume foi originalmente conquistado usando uma escada de ferro que não existe mais. Atualmente o lance é vencido laçando o grampo do cume. 8m. Descida: A melhor forma de descer é pela face sul, usando a parada da P9. Substituir as fitas! A descida por esse lado exige desescalada em chaminé, mais 3 rapeis em grampo simples (130m). Essa descida é bem complicada para quem não conhece a linha. Caso chegue no cume a noite, e não conheça bem a descida, o ideal é bivacar na área do Dedinho para continuar a descida com luz do dia.

Equipo

2 cordas de 60m; 2 jogos de friends, sendo 1 Camalot #6; 8 costuras;

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