1a enfiada – A via começa numa grande árvore que fica a uns 10m da base. Até a base é um pequeno trepa-pedra em bloco solto. A via segue uma linha bem óbvia por uma fenda de meio-corpo. O crux da via fica a uns 10m num trecho vertical (Vo). Depois a linha segue até um bloco entalado. Após a virada do bloco, a via original segue pelo diedro. Já a variante “quebra” à direita após o bloco, pela face, até o grampo, onde fica a P1. Pelo menos 2 Camalot #6 são mandatórios para a fenda de meio-corpo. A dica é reservar um #5 para proteger a travessia para o grampo. A parada é em grampo simples, mas pode ser reforçado usando a fissura.
2a enfiada – A linha segue pela fissura por uns 35m até a base da “cereja do bolo”. O crux fica na saída (Vo) onde a parede é mais vertical. Depois a parede perde inclinação e a dificuldade não passa de um IIIo grau. Na seção do crux, os Camalot´s com 3 castanhas (C3) são melhores do que as C4, além de alguns nuts.
É possível fazer a virada da “cereja do bolo” e ir direto ao cume, mas se o atrito for grande, há a possibilidade de fazer uma parada móvel na base (#.75-#2). Na virada da “cereja” há um pequeno boulder (IV/V) e depois segue pela aderência até o cume, onde há um grampo simples.