Itarana

Pedra de Várzea Grande

Alt. 780m

Foto: Capela de Santa Luzia

Tradicional

Atualizado em: 25/02/2019

Distância

120km

Caminhada

10min.

Face

Norte

Livro de cume

Como chegar

Saindo de Vitória, tome a BR-101 em direção ao norte do estado até Fundão. Em Fundão, no 2o semáforo tome à esquerda em direção a Santa Teresa. Passe por Santa Teresa e siga em direção à cidade de Itarana. Após descer a Serra do Limoeiro, no Distrito de Praça Oito, vire à direita logo após o Bar Venturini, antes de passar pela ponte sob o Rio Limoeiro.

Siga pela estrada de chão por mais 6,3km, sempre pela estrada principal até encontrar uma saída à direita ao final da descida de uma pequena serra. Siga por esta estrada por mais 2,7km até o fim, junto a uma propriedade particular (Sr. Valdir). Estacione o carro, solicite passagem e siga caminhando em direção à pedra. A base da via fica junto aos eucaliptos, no lado direito.

Mapa

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4/5

Sombra Ensolarada

4o, VI, D2, E2, 320m

Data da conquista

03/01/2015

Conquistarores

Caio Afeto, Naoki Arima e Maurício PA

Equipos

9 costuras; 1 corda de 60m (caso não precise descer pela via).

Costão – A via começa com uma soladinha de uns 100m por um costão tranquilo (IIIo)  até a parada. O ideal é começar junto a um totem fendado e seguir à esquerda, passando por 3 canaletas até a parada dupla.

Tenha em mente que, em caso de chuva ou desistência, tem que desescalar esse trecho. Não é possível de rapelar com apenas uma corda até a base.

1a enfiada – Enfiada de corda cheia, com um crux logo na saída, no trecho mais vertical da canaleta. Depois o terreno perde inclinação e fica mais fácil.  6o grau.

2a enfiada – Enfiada tecnicamente fácil, 5o grau, mas tem um lance exposto (esticão com platô na base) no final da enfiada.

3a enfiada – Enfiada constante em agarrência. A última proteção antes da parada sugere que a linha segue pela esquerda, mas o lance é pela direita, fazendo uma pequena travessia. Parada em um platô confortável. (5o/5o SUP)

4a enfiada – Enfiada fácil, sem proteção, até o cume. Parada natural.

Descida – A melhor opção é descer caminhando pela aresta da montanha. Há trilha tanto pela aresta da esquerda quando da direita.

Sobre a via:

  • Costão inicial: Dá para começar de qualquer lugar, mas é preciso ficar de olho nas “barrigas” que tem no meio. Nós começamos o costão a partir de um totem fendado que fica bem à esquerda da via. Sobe o totem e depois vai fazendo uma travessia à direita passando por 3 calhas d’água até chegar na parada. Não sei se a parada é visível do chão. É importante lembrar que caso desista da escalada e desça pela via é preciso desescalar esse trecho;
  • Não é possível de rapelar da P1 até o chão. Em caso de tempo ruim, com possibilidade de chuva, não entre na via sob o risco de ficar preso. A via transcorre por uma das inúmeras calhas que tem na montanha e além disso a desescalada do costão fica mais perigosa com a pedra molhada;
  • A via está protegida com chapeletas de aço e parabolt de 10mm. As paradas estão duplicadas e sem argola ou malha. Caso precise descer, é necessário abandonar uma fita;
  • Na 4a enfiada, a última proteção, antes da parada, sugere que a linha segue pela esquerda, mas na verdade, o lance é pela direita. Dá para ir pela esquerda, mas é muito mais difícil por esse lado;
  • A última enfiada não tem nenhuma proteção e a parada é em árvore;
  • Não há livro de cume, pois é possível acessar o cume caminhando;
  • Para descer a montanha é possível descer tanto pela aresta sul quanto norte.