Saindo do centro de Itarana (igreja principal – Nossa Senhora Auxiliadora) siga pela principal em direção a Itaguaçu, vire à esquerda na próxima rua e logo em seguida à direita. Siga sempre pela estrada por aproximadamente 3km. Em uma bifurcação, tome à direita em direção à rampa de voo (sinalizado, mas difícil de ver). Rode mais 1,7km até encontrar uma entrada à direita com um curral aos pés de uma grande pedra (essa é a pedra onde fica a via Ascendência Térmica). Passe a tronqueira e siga sempre pela estrada de chão. Na segunda casa, onde fica o sobrado, solicite passagem ao caseiro (Sr. Donizete). A depender das condições da estrada, estacione o carro por ali mesmo e siga caminhando em direção à pedra.
Para acessar a face principal, siga a estrada que leva à via “Nem tudo está perdido”, passando por um curral até “passar a pedra”. Este ponto fica entre duas drenagens que ficam depois do curral, num ponto mais alto. NÃO ENTRE NA MATA antes deste ponto, pois a mata é muito fechada e cheia de boulders.
Assim que passar a 1a drenagem e chegar num ponto mais alto e avistar a próxima drenagem, suba o pasto e atravesse de volta a drenagem na parte alta num trecho mais evidente (alguns totens demarcam esse ponto). Suba pelo pasto sujo (30m) procurando sempre os pequenos totens que tentam marcar a trilha. Na mata, procure caminhar por uma drenagem suja, resquício de um grande desmoronamento recente até encontrar a pedra. Assim que bater na pedra, siga “costeando” a pedra até a base da via.
Essa variante começa na via “Sonho Molhado” e no meio da 2ª enfiada sai à direita em direção à aresta da pedra onde se encontra a P2 da via.
A primeira enfiada da variante segue pelo diedro que está logo acima, protegendo em móvel (peças pequenas) e depois sai à esquerda até ganhar um platô. Depois, a via segue pela aresta até a parada que está abaixo da parada da via “Vivendo o Sonho”. 40m, 7a. 13 costuras e Camalot C3 (pequeno), C4 pequeno e um #1.
A segunda enfiada segue pela aresta protegendo em móvel até encontrar a parada da via “Vivendo o Sonho” e depois segue por ela até o cume.
Saindo do sobrado, caminhando ou de carro (4×4), siga pela estrada passando numa mata até chegar num pasto aberto. Assim que chegar neste pasto será possível avistar um grande diedro muito óbvio. A linha da via transcorre bem à esquerda deste diedro, à esquerda de uma canaleta d’água. Vide foto acima.
Para acessar a base da via, procure um ponto onde a mata seja mais aberta e siga em direção à base da pedra. A via começa à direita de um grande totem bem sujo. As primeiras chapas da via são visíveis do chão.
A via “Nem tudo está perdido” transcorre por um grande diedro laranja muito evidente. Vide foto acima.
Para acessar a base da via, procure um lugar onde seja fácil de entrar na mata e siga em direção à base do grande diedro. O diedro não começa do chão, ele fica suspenso a uns 15m do chão. Para acessar a base é preciso solar um pequeno trecho para ganhar um grande platô. Vide croqui abaixo.
Em Setembro de 2019 foi adicionada uma proteção extra na última enfiada, totalizando 2 proteções fixas. O croqui não está atualizado.
Tirando os grampos e chapeletas das paradas, há apenas 3 chapeletas na via. Todas na 3a enfiada.
A via requer um bom conhecimento do uso de equipamento móvel, principalmente para montar a parada móvel;
A rocha no crux, 7a enfiada, é bem suspeita. Usar o máximo de peças para proteger o lance;
A face fica voltada para o sul. Durante o inverno, não bate sol o dia todo. Já no verão, o sol chega por volta do meio-dia na parede;
Costuma ventar bastante e fazer um pouco de frio, levar anorak;
As chuvas passageiras, normalmente, vêm de sul e as chuvas mais intensas de norte. Observe sempre a direção dos ventos.