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Praia dos Padres

Como chegar

A Praia dos Padres fica em Meaípe, sul de Guarapari. Da capital, Vitória, são aproximadamente 70km (1h30) por uma estrada boa e pedagiada. Para chegar à Praia dos Padres de Vitória, tome a Rodovia do Sol que liga Vitória às praias do sul. Antes de entrar em Guarapari, saia da rodovia e tome a rodovia do contorno que contorna a cidade por fora e siga a sinalização em direção a Meaípe. Assim que voltar novamente para a Rodovia do Sol, depois de Meaípe, volte em direção a Guarapari, passando por Meaípe.

Assim que passar por Meaípe, há uma entrada à direita, junto a Pousada Enseada do Corsário, com 3 bifurcações. Tome a entrada da esquerda e estacione o carro no alto do morro. A praia está à esquerda.

Depois disso, é só descer pela trilha em direção a praia. Os boulders podem ser vistos já do estacionamento.

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Melhor época

Com certeza o verão. Embora faça bastante calor, há muito vento para amenizar o calor. Os boulders pegam sol o dia todo, mas no final do dia as nuvens tendem a aumentar e o calor dar uma trégua. Fique de olho nas condições das marés, uma vez que muitos blocos ficam junto ao mar. Evite o período da lua cheia/nova.

Equipo

Leve bastante água, pelo menos 3 crash pads (a base é de pedra) e esparadrapo.

Água e comida

A praia não tem quiosque, por isso leve tudo de casa. Em Meaípe há algumas padarias e mercadinhos.

Bloco da maré

1- Siri (V4) ***
Sit start. Quando a maré estiver alta, não tem como fazer esse boulder.

Marimbondo

1- ? (V0) ****
Problema tranquilo em agarras grandes. No verão costuma ter marimbondos. Cuidado! Tem 2 grampos no topo do bloco, mas estão em condições duvidosas.

2- ? (V0) ***
Problema tranquilo em agarrões. Tem uma variante em sit start que é um pouco mais dura.

3- Tubarão (V5) ****
Sit start. Problema bonito e atlético. Não rola de fazer quando a maré estiver cheia.

4-? (V0) **
Problema simples só em agarras grandes.

5- ? (?)
Versão sit start

6- ? (V6)*****
Um dos problemas mais bonitos do local. Usar bastante crash para proteger. Expo!

7- ?
No bloco ao lado (na foto, onde está o logo) tem um problema (sit start) que começa bem baixo e segue até o topo da pedra.

Entrada

1- ? (V1) **
Linha que segue por uma antiga via. Inclusive ainda há um grampo bem velho. Também tem uma versão sit start.

2- ? (V3) **
Problema pela aresta passando por umas agarras bem pequenas.

Highball

1- ? (V0) ****
Highball em agarras boas. Usar bastante crashpad.

2- Pérola Negra (V11) *****
Problema difícil que começa na aresta até a virada. Na versão sit start, começa na outra face, segue pela fissura em diagonal, vira a aresta e segue até o cume.

Invertidão

1-?
Começa numa agarra invertida e vira o bloco.

2- ?
Problema direto que começa na mesma invertida.

3-?

4-Giroflex
Problema que consiste em dar a volta no bloco.

Isolado

1-? (V0) – SDS
Segue pela aresta até dominar o bloco. Normalmente tem uma poça d´água na base que atrapalha a saída.

2-Sorriso (V3) – SDS***
Começa em uma laca bem evidente e segue para esquerda até virar o bloco.

3- ? (V2) – SDS****
Mesmo começo da “Sorriso” só que vai à direita até a virada.

Costão

1- Ovelha de lesma (V2)
Problema de placa.

2-Linha do bonde (V2)
Problema de placa que segue o veio.

Outras áreas de escalada na região

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Complexo de Viana

Índice

Via ¨60 segundos" (8a).

O complexo de escalada de Viana está divido em três paredes: A parede do Estacionamento que fica ao lado do “estacionamento” e separada apenas por uma “subidinha”; A parede dos Namorados/Solteiros que fica a menos de 15min de caminhada ou 5 segundos se for de carro e a 3a porteira estiver aberta; E a parede do Capeta que concentra a maioria das vias esportivas.

Como chegar

Saindo de Vitória tome a BR-101 sul e quebre à direita na BR-262 (odômetro 0km) logo depois do posto da Polícia Rodoviária Federal. Depois da Penitenciária Agrícola de Viana, à direita, tome a próxima saída à direita (km 6). Na estrada de chão/asfalto, siga sempre pela principal. Na bifurcação de Formati (km 9), tome à esquerda e siga até a entrada do sítio, em frente ao bar Boa Nova Esperança  (km 12). A entrada do sítio fica no meio da subida antes de uma curva para à direita. Vide mapa do Google Map.

Passe a 1a porteira de ferro e depois da 2a porteira de ferro estacione o carro. Caso a primeira porteira esteja fechada, solicite a no bar.Tenha cuidado ao estacionar o carro para não bloquear a passagem, tanto por cima quanto por baixo. À esquerda, lá no alto, está o setor Estacionamento (10 min.). Para chegar no Solteiros/Namorados, siga caminhando pela estrada de cima, passando uma terceira tronqueira, contornando a pedra (20 min). Para seguir para o setor do Capeta, siga pela estrada da direta, passe a primeira ponte, depois cruze o rio onde a ponte caiu e depois siga à esquerda pelo pasto em direção à pedra. (30 min.)

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Atenção!

Foto: Karapeba.

Na falésia do Capeta e arredores é comum, durante o período das chuvas, escorrer bastante água nas vias e consequentemente as proteções fixas molharem. Em decorrência disto, e por causa da química da água, as proteções das vias estão sofrendo corrosão prematura. Visualmente os bolts apresentam aspecto normal por fora, mas por dentro podem estar condenados (vide foto).

Recomendamos aos escaladores máxima atenção ao escalar nesta área de escalada e sempre fazer backup! Nunca fique ancorado em apenas uma proteção!

O chumbador acima foi retirado de uma via que fora equipada há pouco tempo e sacou com um torque simples durante o trabalho de manutenção.

Aproximação.

Melhor época

Inverno início da primavera. No setor do Estacionamento tem sombra pela manhã, e a tarde, a sombra fica no setor Capeta. Perfeito né? Claro, isso se ainda tiver pele…. Na primavera e no verão chove bastante e a falésia fica molhada.

Sol/sombra

Sombra pela manhã no setor dos Solteiros/Namorados e sombra a tarde no Setor Principal.

Rocha

Gnaisse. Bem abrasivo. Levar esparadrapo!!!! Denominação geológica: Silimanita-granada-cordierita-biotita gnaisse bandado com intercalações de calicisilicáticas (Complexo Nova Venécia) 631 Ma (Pb-Pb). Estágio Pré-orogênse.

Proteção

Grampos e chapeletas de inox e algumas chapeletas comuns

Equipo

Uma corda de 60m, lona, 15 costuras e capacete. Material móvel para algumas vias.

Onde ficar

Não é permitido acampar na área de escalada.

Vento

Melhores condições com vento sul.

Foto: Caio Afeto.

Graduação

De V grau até 9a.

Dicas

Tem vários boulders, igualmente abrasivos, na base do setor Capeta. Vale a pena dar uma chegada.

Número de vias

Vias
0
Priapismo (7c). Foto: Caio Afeto

Setor Principal

Também conhecido como “Capeta”, este é o setor onde estão as principais vias do complexo. Com exceção das vias grampeadas, as outras estão com as proteções bastante comprometidas, por isso recomenda-se não entrá-las. Atualmente está em curso um trabalho de reprampeação destas vias, substituindo as antigas por chapeletas em inox.

Setor do Estacionamento

Embora sejo o setor mais próximo, é o menos frequentado. Conta com apenas nove vias, sendo as mais famosas: Myopia e Pede para sair.

Setor dos Solteiros/Namorados

Setor que contempla as vias mais fáceis do complexo. Também é o mais frequentado. Atenção redobrada às vias com chapeleta.

Outras áreas de escalada na região

Tradicional

Vila Velha

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Morro do Moreno

Como chegar

Chegar no Morro do Moreno é batata, não tem erro. Qualquer alma viva sabe onde fica o Morro do Moreno. Para chegar as vias, bom, aí são outros 500. Para chegar no SETOR DA TESTA e no SETOR DA BOCA, suba a estradinha que leva ao topo do morro e na altura do 3o cotovelo (veja no mapa), tome à esquerda por uma trilha bem demarcada. Logo em frente a (50m), dobre à esquerda para acessar o Setor da Testa ou tome à direita para sair no Setor da Boca. Vale lembrar que na Testa se chega por cima; por isso, faz se necessário rapelar até a base das vias. Qualquer dúvida sempre tem um rapeleiro de plantão por lá. Para chegar no SETOR DA BARRIGA, lá embaixo, ainda no início da subida, pegue à direita na rua sem saída (veja no mapa). Ao final da rua começa a trilha. Siga pela principal até chegar num entrocamento sinalizado com uma placa, tome à direita para chegar na base do setor.

Mapa
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O Morro do Moreno é um complexo de montanhas situado na entrada da Baia de Vitória, em Vila Velha, composto basicamente por três setores de escalada: Testa, Barriga e a Boca.

Yasmin na via "As aparências enganam" (7a), Setor da Barriga, Morro do Moreno, Vila Velha - ES.

Croquis

Melhor época

Durante o inverno o clima tende a ser mais ameno, mas o mais importante é escalar sempre pela manhã, período na qual não pega sol nas vias. Por ser uma região úmida e quente evite escalar durante o verão e vá curtir uma prainha!

Temperaturas médias

Temperatura em graus oC.

Precipitações médias

Em mm.

Rocha

Granito Vitória. Granito Alcalino tipo-I. Pós-colisional (G5) - 500Ma.

Equipo

Uma corda de 60m e 10 costuras. Levar um repelente no verão. Algumas vias são protegidas em móvel.

Estilo

Vias fáceis a medianas (5o a 8o, prevalecendo o 6o e o 7o grau). Escalada em placa com predomínio de agarras pequenas.

Assaltos e furtos

De tempo em tempo são registrados pequenos furtos e assaltos a transeuntes, principalmente no cume e na estrada de acesso. Evite andar sozinho e/ou permanecer em locais isolados.

Fernanda Salomão na via "Noventa Graus" (VI), Setor da Testa.

Croqui

Os setores de escalada no Morro do Moreno estão divididos em quatro setores principais: Barriga, Boca, Testa e Teto.

Os setores mais frequentados são a Boca e a Barriga. Ambos os setores ficam na sombra pela manhã. 

Foto: Yasmin

Setor da Testa

Setor onde prevalecem as vias mais longas com algumas vias curtas. A via mais repetida do setor é a Prato Feito (IV).

A via “Nádegas a declacar” está localizada na subida da Testa, à direita. Na foto, é possível observar, no lado esquerdo, a trilha de acesso com guarda-corpo.

Setor da Boca

Setor cênico com bela vista para baia de Vitória e Convento da Penha. Vias curtas e técnicas. Sombra pela manhã.

O acesso à via ” Chapa e confia” se faz pela estrada que contorna o Morro do Moreno. Uma pequena caminhada pela mata, sem trilha definida, leva à base da via.

O Setor “O coisa” está localizado no lado oposto do setor da Boca. Para acessar o setor, siga contornando o setor da Boca pela direita de quem olha de frente para pedra; ou siga pela estrada que leva ao cume do morro e saia à esquerda no meio da subida, quando estiver de frente para o setor.

Setor do Teto

Setor com predomínio de vias difíceis e algumas vias em artificial.

O acesso ao setor se faz pela Trilha da Raiz que leva ao cume do Morro do Moreno por dentro da mata.

Setor da Barriga

Definitivamente, é o setor mais frequentado do Morro do Moreno devido à facilidade de acesso e à dificuldade das vias.

Vídeo

Outras áreas de escalada na região

Tradicional

Vila Velha

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Apeninos

COMO CHEGAR

Saindo da capital, Vitória, tome a BR-101 em direção ao sul do estado. Logo depois da Polícia Rodoviária de Cariacica, entre à direita na BR-262 que liga Vitória a Belo Horizonte, passando por Domingos Martins e Venda Nova do Imigrante. Em Venda Nova do Imigrante (100km) entre à esquerda, seguindo as indicações para a cidade de Castelo. De Venda Nova até Castelo são aproximadamente 40km. Assim que entrar no perímetro urbano da cidade, procure uma saída à esquerda que leva a famosa rampa de voo de Ubá. A saída fica antes da ponte. Siga sempre pela principal por mais uns 7km. Ao passar por um corredor de palmeiras (é bem característico) dobre à esquerda na Fazenda das Flores. Siga por esta estrada. Deste ponto, o Lagarto já é visível à direita da estrada. Passe pela base do Lagarto e assim que começar a subir a serra, numa curva acentuada à esquerda, bem em frente a falésia, estacione o carro num pequeno recuo. À partir dali, bastar ir contornando a pedra para acessar as vias.

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HISTÓRIA

A falésia de Apeninos foi “descoberta” oficialmente pelo escalador local Roney DuNada em 2010. Ele sempre rodou por aqueles lados desde a infância, mas foi só depois que começou a escalar e a pensar em áreas com potencial para novas vias que ele vislumbrou a possibilidade de desenvolver uma falésia que ficava junto à estrada na região de Apeninos em Castelo. Um dia, ele falou desse tal lugar para mim e prontamente no próximo final de semana fui dar um rolé pela região à procura de novas pedras e acabei passando pelo lugar para ver o potencial. Desde então, eu, DuNada, Afeto e Rebit realizamos diversos mutirões de conquista para desenvolver esse local.

As primeiras vias equipadas foram a Castelo Ra-Tim-Bum (6o) e a Castelo de Grayskoll (7b), em fevereiro de 2010.

No entanto, as primeiras escaladas na falésia de Apeninos estão datadas antes de 2010. Aparentemente a 1a conquista foi do totem pelo escalador Taynan e seu amigo pela chaminé da esquerda, além de um pequeno projeto iniciado no setor da estrada, onde atualmente está a via “Rodosol” (8c).

Nesse mesmo ano, em outubro, para comemorar a descoberta e apresentar a pedra para comunidade escaladora, foi realizada nesse local a 3a edição do Encontro Capixaba de Escalada.

Atualmente, o point conta com 45 vias esportivas e 3 tradicionais que vão do 4o grau até 8c e vem se firmando como um dos principais points de escalada do interior do estado.

Melhor época

A melhor época é durante o inverno quando chove menos. No verão, o calor e a falta de circulação de vento deixam o lugar bem abafado. O setor pega sol à tarde. Para ver as condições meteorológicas em tempo real, clique aqui!

Rocha

Gnaisse.

Proteção

Todas as vias estão protegidas com chapeletas e chumbadores de 3/8; e as paradas duplicadas com argola.

Equipo

Uma corda de 70m, lona, 15 costuras. Algumas vias necessitam de material móvel, vide croqui.

Onde ficar

Recentemente foi reativado o Abrigo de Montanha de Apeninos que fica aos pés da pedra, junto a propriedade do senhor Nilson.O valor da diária é de R$ 20,00 por pessoa. Caso opte por acampar, o valor é de R$ 15,00 por pessoa.

Croqui

Via Frontal do Totem (8a)

Via clássica do setor que transcorre pela face frontal do totem. A via possui 165m e está graduada em 8a, mas o crux pode ser passado em A0. Requer uma corda de 60m e aproximadamente 12 costuras, sendo algumas longas. A saída mais usual é pela Castelo Ra-tim-bum, ganhando o platô até a direita. O ideal é não costurar nenhuma proteção no início da via.  

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Furlan

Como chegar

Saindo da capital, Vitória, tome a BR-101 em direção ao sul do estado. Logo depois da Polícia Rodoviária de Cariacica, entre à direita na BR-262 que liga Vitória a Belo Horizonte. Depois de passar pela Pedra Azul, entre à esquerda na rodovia estadual (ES-164) que vai para Vargem Alta. Ao passar pelo quarto vilarejo (~40km), São José das Fruteiras, entre à direita na placa que indica a Rampa de Ubá/Castelo/Parque Estadual do Forno Grande. A saída fica numa curva, à esquerda, ao lado do campo de futebol. Siga pela principal (na primeira bifurcação tomar à direta) até a localidade de Patrimônio do Ouro (6km) e continue pela principal (não entrar à esquerda na bifurcação) em direção ao Parque Forno Grande. Na bifurcação que fica logo depois da comunidade, em vez de pegar à direita em direção ao Parque, tome à esquerda e siga por mais uns 2km. O camping fica junto a uma bela cachoeira à direita. Estacione o carro no camping, peça autorização para escalar e informe se sobre a falésia. A falésia pode ser avistada à direita do camping, junto a uma falésia maior.

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HISTÓRIA

Quando nós (eu, Rebit, Afeto e DuNada) começamos a desenvolver a falésia de Apeninos (2010), com frequência, após um logo dia de trabalho subíamos até o camping da família Furlan para provar o maravilhoso feijão e descansar um pouco ao som da cachoeira. Dentre as idas e vindas, sempre nos chamou a atenção uma pequena parede negativa que se via do camping e sempre falávamos que tínhamos que ir lá ver ela. Até que numa certa manhã fria de insônia, resolvi fazer aquela caminhada matinal para ir ver mais de perto a tal pedra. Para a minha total surpresa a pedra, além de negativa, tinha bastante agarras. A partir daí, foram mais umas 3 investidas para abrir todas as vias que se têm lá até hoje.

Na época da conquista tivemos muita dificuldade para graduar as vias por serem vias bem diferentes das que estávamos acostumados. E ainda hoje, depois de 3 anos, estamos ajustando o grau das vias. A graduação proposta são, em geral, mais duras que a média, mas pela qualidade das vias, vale o espanco!

Melhor época

A melhor época é durante o inverno quando faz bastante frio na região. A falésia fica a aproximadamente 1500m de altitude em relação nível do mar. Durante o inverno, o setor fica na sombra o dia todo. Só no final do dia, depois das 16h, pega um pouco de sol. Para ver as condições meteorológicas em tempo real, clique aqui!

Rocha

Gnaisse.

Proteção

Todas as vias estão protegidas com chapeletas e chumbadores de 3/8; e as paradas duplicadas com argola. A via Chá de boldo requer um friend pequeno. A via Café amargo é a mais aérea de todas, porém a queda é bem limpa.

Equipo

Uma corda de 50m, lona, 10 costuras, um Camalot #0.3, repelente e um agasalho.

Estilo

Todas as vias deste setor são negativas! Logo, prevalem vias esportivas de movimentação atlética em agarras boas. As vias têm entre 10m e 18m de extensão.

Onde ficar

Sem dúvida, o melhor lugar para ficar é no próprio Lazer Furlan. O local oferece uma ampla área verde para camping, além de banheiro e chuveiro. Para maiores informações: (028) 99975-7900.

Croqui

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Calogi (Itapocuçu)

Índice

Vale Perdido, Calogi.

História

A história da escalada na Pedra do Itapocuçu (e não Calogi) começou em 1998 quando os  escaladores Zé Márcio,  Tarso e o Eduardo iniciaram a conquista de uma via na face norte da pedra, mas logo abandonaram a conquista após a 1a enfiada. Esta via, batizada posteriormente de “Cabra Macho”, só veio a ser concluída em 2012 quando o Zé, dessa vez em companhia de Sandro Souza continuaram a conquista e finalmente bateram no cume do totem.

Após um longo período sem conquistas, em 2010, os escaladores, Zé Márcio, Luca Portilho e Sandro Souza voltaram à pedra e conquistaram a via “Quebra Coco” pela face nordeste do pico, estabelecendo assim a primeira via completa da pedra com acesso ao cume.

Durante os trabalhos de conquista, os conquistadores deslumbraram uma pedra no acesso à base da via com grande potencial para algumas vias esportivas duras em uma placa negativa e com poucas agarras.

A notícia da tal parede se espalhou e chegou aos meus ouvidos que juntamente com o Rebit, partimos, no próximo final de semana, para um reconhecimento. A tal pedra salpicada de agarras é onde fica atualmente o setor da via  Batida Macabra (9a). No dia 02/10/2010, sob uma fina garoa, com alguns betas, partimos Rebit  e eu rumo a tal pedra para avaliar o local. Após um rolé pela pedra avaliamos o potencial e, no mesmo dia, realizamos a conquista da via “Bolinho de Chuva” uma via de 6o grau que serviu de top para a conquista da via “Tempo de Chuva” (7a), atualmente 7b após a quebra de várias agarras.

Desde então foram conquistadas e equipadas inúmeras novas vias, principalmente no totem, onde estão as vias mais longas e atléticas do estado.

Atualmente, o local conta com mais de 100 vias esportivas e tradicionais com dificuldades que vão do 4o grau ao 10a brasileiro. Aliás, é em Calogi que fica a via esportiva mais dura da atualidade (ES), a via Transaltântico (10a).

Como chegar

Saindo da capital, Vitória, tome a BR-101 em direção ao Norte do Estado. Depois de passar pela Polícia Rodoviária Federal de Serra, marque 4km no odômetro. No próximo posto de gasolina à direita, entre na rotatória e tome à esquerda para Calogi. Siga até o primeiro trevo. No trevo, tome à direita e siga sempre pela principal. Na venda siga reto, não entre à esquerda. A essa altura já é possível avistar a pedra. Atravesse o trilho de trem, vire à esquerda e na bifurcação seguinte tome à esquerda passando pelo mata burro. Na bifurcação seguinte vire à direita e saia da vicinal principal. Siga pela estrada até uma porteira grande. Se a porteira estiver trancada, estacione o carro por ai mesmo e siga caminhando. Se a porteira estiver destravada, continue pela estrada. Junto a casa azul (um pouco escondida), tome à esquerda e siga por uma estrada bem ruim até o fim. Manter todas as porteiras fechadas! O nome desta localidade é Alto Colina Verde, caso se perca. A localidade de Calogi fica num outro lugar. Cuidado para não se confundir!

ATENÇÃO: cuidado com as rotas traçadas pelo Google Maps! Há uma opção que leva a uma estrada intransitável! Siga a rota descrita acima!

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Clima

Sol/sombra

Batida, Segundo Andar e Excluídos - Sombra o dia inteiro. Totem - Sombra pela manhã. No inverno o Sol chega antes do meio-dia (10h) e no verão por volta do meio-dia. Sol à tarde.

Equipo

Uma corda de 70m, lona, 25 costuras e móvel para algumas vias.

Rocha

Granada-Biotita-Paragnaisse (migmatito). Suíte Nova Venécia. Proterozóico.

Proteção

Todas as vias estão protegidas com chapeletas e chumbadores de 3/8 com parada dupla. Não retirar os mosquetões nem montar top rope diretamente.

Vento

Melhores condições com vento nordeste (predominante). Quando o vento estiver de sul, o setor fica bem abafado e os mosquitos fazem a festa!

Onde ficar

Não é permitido acampar no local.

CIA Tox

0800 283 9904

Vias tradicionais

Embora  Calogi seja mais conhecido pelas vias esportivas, também possui algumas vias tradicionais bem interessantes para todos os gostos e dificuldades.

Samba no Pé

3o, V, E3, D1, 188m

Data da conquista

13/02/2024

Conquistarores

Naoki Arima

Equipos

2x corda de 60m; 4 costuras, 1x Camalot #.4 - #4.; fitas longas.

Esta via fica à esquerda, aproximadamente 10m, da via Quebra Coco. A imagem abaixo mostra a saída da via e a primeira proteção natural numa árvore. Depois, a via segue pela esquerda onde está a primeira proteção fixa.

Eric na saída da via Samba no Pé.

Quebra Coco

3o, V, E2, D1, 160m

Data da conquista

26/09/2012

Conquistarores

Eduardo Camiletti, Luca Portilho, Zé Márcio e Sandro Souza

Equipos

Costuras (6), 1 corda de 60m (!) e algumas fitas.

Croqui

1a enfiada – escalada fácil protegida em grampos até o primeira linha de vegetação onde fica a P1 em árvore.

2a enfiada – a via segue passando pela vegetação em direção a segunda linha de vegetação, dessa vez um pouco menor onde fica a P2. Parada natural.

3a enfiada – enfiada crux da via com uma saída mais vertical e depois segue em diagonal à esquerda até uma árvore onde fica a P3.

4a enfiada – enfiada pouco repetida por um terreno mais fácil e vegetado em direção ao cume. Não possui proteção fixa ao longo da enfiada, apenas na parada.

A partir deste ponto a via segue caminhando em direção ao cume da pedra.

Pode se descer pela própria via ou descer pelo Totem que pode ser acessado pela P3. Este caso exige um pouco de familiaridade com as vias do Totem para achar a linha de rapel. Caso use apenas 1 corda de 60m é preciso desescalar alguns trechos, como por exemplo da P4 para P3.

Infinita Highway

6o, VIIIa, D2, E3, 160m

Data da conquista

27/04/2013

Conquistarores

Naoki Arima, Caio Afeto e Roney DuNada

Equipos

2x corda 60m; 15 costuras, sendo a metade longa; Friend (Camalot #.5, #.75 e #2); Material de abandono para o rapel (P7).

Descrição das enfiadas

1a enfiada

Enfiada curta de aproximadamente 17m para acessar um pequeno platô. 3 proteções. Móvel opcional (Camalot #2) no diedro. 5o grau.

2a enfiada

Outra enfiada curta de uns 15m de um platô para o outro. Tem um pequeno crux na virada do negativo (7a). Depois segue para direita e volta para esquerda. Cuidado com os blocos soltos perto da P3. É possível juntar a 1a e a 2a enfiada para ganhar tempo (35m)

3a enfiada

Enfiada constante graduada em 7c. A P4 fica no meio da via num pequeno platô. As chapeletas não estão com argolas. Gerenciar as costuras para minimizar o atrito.

4a enfiada

Enfiada curta que pode ser juntada com a terceira, mas o arraste aumenta consideravelmente. Tem um lance exposto na saída da enfiada com potencial fator 2. Cuidado com os blocos soltos na chegada da P5. É possível emendar a 3a e 4a enfiada (35m).

5a enfiada

Enfiada começa protegendo em móvel (um Camalot #.5) e depois segue pelas chapas até alcançar uma parada num platô. Não é uma escalada constante, mas com passadas duras isoladas. Uma das melhores enfiadas da via. 7c. 30m

6a enfiada

Enfiada longa e exigente que começa com um lance exposto até buscar um pequeno platô. Depois segue por uma sequência dura até a pedra perder inclinação (8a). Gerenciar bem as costuras para minimizar o arrasto. Vide no croqui a proteção-chave para minimizar o arrasto. 35m

7a enfiada

Escalada em aderência que começa com um pouco de trepa mato com pedra até buscar uma rocha mais limpa. Sequência intercalada com vários crux´s. 7a. 35m

 

Rapel

No cume há uma fita abandonada com mosquetão que serve para trazer a corda para a borda e auxiliar na hora de puxar a corda. É recomendável abandonar uma outra fita como backup. Do cume, descer de parada em parada até a base.

Se estiver escalando com 2 cordas de 70m, levar a 1a corda até a P4 e depois seguir a escalada até o cume com 1 corda. Descer do cume até a P4 de parada em parada com uma corda de 70m e da P4, emendando as duas cordas de 70m, descer até a base.

Tempo médio

Normalmente a via pode ser repetida em 4 a 5 horas de escalada, mais uma hora de rapel pela própria via.

Recomendações

A dica é entrar de manhã bem cedo na via para aproveitar ao máximo a sombra. Vale lembrar que, durante o verão, o sol demora mais a bater na parede. Mas a melhor condição é um dia frio e nublado de inverno quando a temperatura é mais amena.

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Araponga

4o, V, D1, E3, 100m

Data da conquista

05/11/2023

Conquistarores

Naoki Arima e Fábio Fabre

Equipos

2x corda 60m; 4 costuras; Camalot #.3-#4.

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Cabra Macho

(4o, VI, D1, E2, 155m)

Data da conquista

18/03/2012

Conquistarores

Zé Márcio, Sandro Souza, Tarso Soares e Eduardo Soares

Equipos

Equipos: 2 cordas de 50m; Camalot C3 #1 e #2; Camalot 2x #.3-#6; um jogo de nut; e fitas (muitas).

Para ler mais sobre a via “Força Aérea Urubu”, clique aqui!

1a enfiada – A via inicia num diedro bem óbvio com muitas agarras todo protegido em móvel (peças grandes). Assim que o diedro acabar, segue em diagonal à direita por um trecho de trepa-pedra com mato até a P1 que está após uma dominada de um platô suspenso.

2a enfiada – A linha segue pela chaminé até o platô onde há uma parada simples. Reforçar com um Camalot #3.

3a enfiada – Trecho curto de aproximadamente 15m em A2 por um sistema de fissuras à direita da chaminé principal até a parada dupla.

4a enfiada – A via volta à fenda principal contornando o grande bloco pela esquerda e entrando na fenda de meio-corpo em diagonal até o 2o grampo simples onde fica a parada. Reforçar com um Camalot #5.

5a enfiada – A via segue pelo grande diedro em meio-corpo até o final, sempre seguindo a fenda principal. Parada natural em árvore.

Descida – Do cume até a P4 com uma corda; Da P4 para P1 (2 cordas) e depois até a base (2 cordas).

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Força Aérea Urubu

(4o, VI, D1, E2, 155m)

Data da conquista

20/08/2016

Conquistarores

Caio Afeto, Gillan Schirmer e Naoki Arima

Equipos

Duas cordas de 60m; Oito costuras;Fitas para alongar as proteções; Móvel (Camalot #.3-#3); Uma pinça de bolso para tirar os espinhos.

Para saber mais sobre a via “Cabra Macho”, clique aqui!

1a enfiada – A via começa em uma parede positiva cheia de agarras boas. Após a 2a proteção, há a possibilidade de proteger o lance com um friend (#.4). O crux da enfiada (VI), está na travessia à esquerda após a 3a proteção fixa para buscar uma canaleta com uma árvore. Na canaleta, o lance é protegido com mais algumas peças até dominar um enorme bloco, onde há 2 proteções fixas. A parada está logo após o bloco, dominando um platô com árvore. 32m

2a enfiada – A escalada segue à esquerda até a 1a proteção fixa e depois volta à direita em travessia para ganhar uma aresta até encontrar uma fenda vertical onde fica a parada móvel (Camalot #1-#3). 15m

3a enfiada – Mais uma vez a saída é pela esquerda para depois fazer uma travessia à direita, onde está o crux da enfiada. Depois, a via segue por uma pequena aresta dominando uma laca até a parada fixa. 15m. Alternativamente existe a possibilidade de emendar a 2a com a 3a enfiada, mas nesse caso é preciso gerenciar bem o atrito usando fitas longas.

 

4a enfiada – A via segue à esquerda protegendo em 3 proteções fixas até ganhar uma canaleta à esquerda. O crux da enfiada está nesse lance inicial. Na canaleta, há uma proteção móvel (#.75-#2) e logo em seguida mais duas proteções fixas para ganhar o platô, onde está a P4. 25m. 5 proteções fixas + móvel.

5a enfiada – A enfiada começa no diedro que fica logo acima da parada. O trecho inicial é protegido em móvel (#.3-#5) até fazer uma travessia à direita onde há mais 3 proteções fixas. A parada fixa da via fica dominado a rampa final. 23m. 5 proteções fixas + móvel.

Descida – Descer na sequência até a P3 e dali, com duas cordas de 60m é possível chegar até o chão.

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Guana nos olhos dos outros é refresco

5o, VII, A1, D2, E2, 160m

Data da conquista

02/02/2014

Conquistarores

Naoki Arima, Caio Afeto e Zé Márcio

Equipos

Uma corda de 60m (se não descer no meio da via); 2 jogos de Camalot ou equivalente até #4. Se tiver o #5 ajuda! 6 costuras; Cliff de agarra para a 5a enfiada; 1 jogo de nuts; Fitas longas; Fita de abandono caso desça da via antes da P4.

1a enfiada – A via começa num trecho de trepa-pedra até o primeiro grampo que fica num pequeno platô (15m). Depois segue pelo diedro até a parada que fica no topo de um bloco. Levar 2x Camalot #4 + fita longa para o grampo.

2a enfiada – A via segue pelo diedro até a parada dupla. É altamente recomendável que o segue use uma auto longa para se posicionar na base da fenda para dar a segue, evitando o efeito zipper no crux da saída. Levar todo o jogo de friend!

3a enfiada – A enfiada segue pela mesma fenda que agora forma uma chaminé com um teto, onde há uma chapeleta que protege a passada. O crux da enfiada fica depois desse tetinho, num lance em oposição. A parada dupla poderá estar bem oxidada. Ao lado esquerdo, numa parte mais protegida, há uma outra chapa para reforçar a parada.

4a enfiada – A enfiada transcorre atravessando o grande teto por baixo. Começa em artificial móvel, depois entra em livre nas chapeletas e volta a escalar em artificial até a parada dupla. Essa parada dupla é bem desconfortável por ser bem aérea e sem apoio.

5a enfiada – A via continua pelo diedro. Começa em artificial móvel, depois uma pequena travessia à direita para entrar em livre pelo trecho mais aéreo da via. Esse trecho está protegido com chapas. Pode ser passado em livre ou artificial em cliff de agarras. A parada fica logo acima do negativo num pequeno platô.

6a enfiada – A última enfiada continua seguindo a fenda em livre. Quando a fenda acabar, sair à esquerda até encontrar duas chapas. Depois entra num trecho sujo com cactus até a próxima chapa antes do cume. A parada fica dentro da mata em uma árvore.

Para descer da via

A partir da 4a enfiada a descida pela via fica bastante complicada. Da P4 é possível de descer até a P1 rapelando em pêndulo.

Do cume, a descida é feita caminhando por uma trilha pouco definida pelo colo sul da pedra.

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Arapuca

(4o, VI, D1, E2, 155m)

Data da conquista

22/02/2012

Conquistarores

Naoki Arima, Fábio Fabre e Roney DuNada.

Equipos

Uma corda de 60m; 8 costuras, sendo algumas longas e 2x Camalot #3.

1a enfiada – A primeira enfiada começa por um diedro em arco protegido em móvel (Camalot #3 x2) e depois saindo pela face no meio do diedro até a P1 num platô com mato.

2a enfiada – A segunda enfiada é uma prévia do que vem pela frente. São aproximadamente 35m em agarrência e agarras protegendo em chapas e árvores.

3a enfiada – A 3a enfiada é o filé da via. A enfiada transcorre em diagonal à esquerda em direção a aresta do Calogi e buscando um platô verde a 45m. Essa enfiada é inteiramente protegida com chapas. A P3 é um excelente lugar um lanche e curtir o visual. Isso se não estiver sendo castigado pelo sol…

 

4a enfiada – A última enfiada é o crux da via. A saída da enfiada é bem vertical e técnica. E depois da viradinho é só sair para o abraço, ou para a sombra, em uma longa diagonal à esquerda novamente.

Para descer da via

Após chegar na P4, suba caminhando à direita por uns 50m até chegar numa espécie de gruta com um bloco entalado. Passe por baixo do bloco, contorne a pedra e desça por uma trilha razoavelmente demarcada. Esse trecho é bem íngreme e por vezes faz-se necessário usar uma corda para auxiliar na descida. Assim que acabar a parte mais íngreme, siga caminhando pela crista até o ponto onde der para quebrar à direita.

 

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Estranha no Ninho

6o, VII, E2/E3, D2, 120m

Data da conquista

09/01/2021 e 02/03/2026

Conquistarores

Naoki Arima, Eric Penedo, Yasmin Dilkin, Lissandro Dilkin e Fábio Fabre

Equipos

Duas cordas de 60m; 6 costuras, sendo algumas longas e 2 jogos de Camalot até o #4, mais 1x #5 e #6.

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