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TítuloDescrição
Agulha Juliana
Apeninos Falésia esportiva com aproximadamente 40 vias de dificuldade moderada.
Furlan Falésia com meia dúzia de vias, porém todas bem duras. De 8a a 9a.
Pedra da Onça
Pedra do Dedo
Pedra do Fio
Pedra Pontuda
Pedra São Cristóvão Via Batata Quente (6o, VII, E2, D2, 150m)
Pedra São Luis
Pedra Sem Nome Via Agulha no Palheiro
Pedra Sem Nome Via pela face norte
Pedra Sem Nome Via Hidrante
Planeta Vermelho
Prosperidade Pequena falésia de mármore com vias curtas. (Vargem Alta)
Rumo à nascente
Toca da Andorinha Via Avalanche, 5°, A1, E2, D2, 160m

Distante a apenas 2h da capital Vitória, a região de Castelo é um dos principais polos de escalada do Espírito Santo. Região de uma beleza ímpar, as montanhas em torno da cidade de Castelo oferecem uma grande variedade de escalada, desde vias esportivas até tradicionais.

Condições do tempo

Webcam da rampa de Ubá: http://stream.webcams.travel/1502395714

Estação de monitoramento da Rampa de Apeninos: https://www.windguru.cz/172211

Escalada Esportiva

Na região de Castelo há duas áreas esportivas bem consolidadas: A falésia de Apeninos e a de Furlan. Embora a falésia de mármore de Prosperidade não fique em Castelo, pela proximidade dá para dizer que faz parte da Grande Castelo.

Apeninos, Castelo

Pedro Pires escalando na falésia de Apeninos.

Apeninos *****

A falésia de Apeninos é a área de escalada mais conhecida de Castelo. Possui mais de 40 vias entre esportivas (maioria) e tradicionais. O estilo das vias é bem variado, de vias boulderísticas a resistência. Diferentemente do granito tradicional, as vias são bem verticais com bastante agarras.

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Diogo “Rebit” escalando em Apeninos.

 

2015.05.07_Apeninos

Furlan ****

Essa falésia é uma pequena pedra que fica dentro da propriedade da família Furlan. É uma área de escalada bem pequena com apenas 7 vias, porém todas, sem exceção, são vias de alta qualidade, e dificuldade.

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Felipe Alves na via Café Expresso (8c).

2015.05.11_furlan_1

Prosperidade ***

A falésia de Prosperidade é uma falésia bem recente que começou a ser desenvolvida em meados de 2015 e já conta com 14 vias, sem contar as outras falésias adjacentes que possuem vias. O grande diferencial dessa área de escalada é que a pedra é um mármore, um tipo de pedra muito incomum nessa região.

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Escaladores na falésia de mármore de Prosperidade.

2015.10.19_Prosperidade1


 Escalada Tradicional

A escalada tradicional na região de Castelo ainda é pouco desenvolvida, no entanto, nos últimos anos, a região vem sendo constantemente desbravada com a abertura de novas vias. E ao que tudo indica será um grande polo de escalada tradicional do Espírito Santo.

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Vale da Prata com suas imponentes montanhas. À esquerda, a Pedra do Dedo e à direita, a Pedra da Onça.

Reigão do Caxixe

A região de Caxixe compreende a região onde está localizado o Pico do Forno Grande, segunda região mais alta do Espírito Santo, depois da região de Caparaó. A região é formada por gigantescas muralhas de granito que desafiam a imaginação e as habilidades dos escaladores. Embora a região tenha poucas vias, o local possui um enorme potencial para abertura de novas vias.

Entardecer na região de Caxixe.

 

Pedra Pontuda ****

A Pedra Pontuda, ao lado do Pico do Forno Grande é uma das montanhas mais proeminentes da região. Embora majestosa, a sua escalada é relativamente fácil e rápida. No entanto, a grande atração desta montanha está no seu clima. Devido a altitude elevada, a escalada nesta montanha é garantia de clima amena de montanha, quando comparado ao calor da região.

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Pedra Pontuda

 

Via Normal (III, 4o, D1, E2, 150m)

Pedra_pontuda_1

 

Pedra São Luis *****

A Pedra São Luis é um enorme monólito localizado na porção sul do complexo Forno Grande. O cume desta montanha pode ser acessado tranquilamente pela leste, de onde se tem uma visão privilegiada da região, mas é pela face oeste que transcorre a única via que acessa o cume (A última Cartada). Além desta via, ainda há nesta montanha, duas vias iniciadas, todas pela face sul.

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Face leste da Pedra São Luis, ao fundo, na direita, a Pedra Pontuda.

A última cartada (VI, 7o SUP, D3, E2/E3, 470m)

ultimacartada

 

Pedra São Cristóvão ****

A Pedra São Cristóvão é uma pequena pedra, quase perdida e esquecida num mar de monólitos. Por ser uma pedra de visualização restrita, ali ficou esquecida durante anos, até que em 2013 foi aberta a primeira e única via que dá acesso ao cume desta montanha.

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Pedra São Cristóvão visto da região de Apeninos. A montanha mais alta, à esquerda, é o Pico do Forno Grande.

Batata Quente (D1, E2, 7o, 150m)

batataquente

Pedra do Dedo ***

A Pedra do Dedo é quase uma pedra símbolo da região do Vale da Prata. Imponente e majestosa, sempre chamou a atenção dos montanhistas que por ali passaram, mas devido a aproximação complicada, sempre foi deixada de lado, até que em meados de 2013 um grupo de escaladores capixabas vislumbraram um “atalho” pela face oeste e por ali abriram uma via que dá acesso ao cume da montanha.

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Pedra do Dedo visto ao entardecer.

Dedo Duro (D2, E3, A2, 4o, V, 125m)

Pedra do Dedo

Pedra da Bandeira

No lado oposto à Pedra do Dedo está a Pedra da Bandeira. A comunidade local chama essa pedra de Pedra da Bandeira devido ao fato de um morador da região ter colocado uma bandeira no seu cume. Embora a bandeira não seja mais visível nos dias atuais, partes da bandeira e da hasta ainda encontram se no cume.

Pedra da Onça

Atualmente, a Pedra da Onça é conhecida pelos basejumpers como uma das melhores pedras para se saltar do Brasil. Em sua face mais vertiginosa, um grande totem repousa até o meio da parede e ali há uma via chamada “Bafo de Onça”.

Via Bafo de Onça (D2, E3, 6o, 7c, 260m)

Pedra da Onca


Região de Estrela do Norte

A região de Estrela do Norte é onde fica a famosa Pedra do Fio. E é a própria Pedra do Fio que recepciona todas as pessoas que adentram neste grande vale cercado de pedra para todos os lados.

Atualmente a região vem recebendo muita atenção dos escaladores locais que vem explorando a região e abrindo novas vias.

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Vista panorâmica de Estrela do Norte.

Pedra Sem nome

Avalanche (5°, A1, E2, D2, 160m)

Essa via fica quase no final do vale de Estrela do Norte em uma grande totem descolado da parede principal. A via transcorre basicamente por um sistema de chaminé até o cume do totem. Para ver maiores infos sobre esta via, clique aqui!

 

Agulha Juliana **

Esse pequeno totem foi conquistada em 2000 por um grupo de escaladores do Rio de Janeiro, liderado pelo escalador Santa Cruz. A via transcorre por um sistema de fendas e trepa-mato até o seu cume. Para ler mais sobre a conquista da via, clique aqui!

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Vista geral da Agulha Juliana.

Via normal

Estrela_norte

Pedra Sem Nome

Rumo à nascente (III, IV, E2/E3, D1, 280m)**

Exatamente no lado oposto a Agulha Juliana, fica a via Rumo à Nascente, uma linha que transcorre por uma fenda quase cega ao lado da cachoeira. A via é praticamente toda em móvel, inclusive as paradas, e acaba no topo da queda d’água.

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Parede da via Rumo à nascente. A via transcorre pela fissura diagonal da esquerda.

 

2015.04.07_Rumo_nascente

Pedra Sem Nome

Planeta Vermelho (4º, IV, E2, D2,440m) *****

Em meio ao mar de granito, a via Planeta Vermelho se destaca pela facilidade de acesso e qualidade da via. Com certeza é uma excelente opção para quem está buscando uma via bem protegida e prazerosa.

Para ler mais sobre a conquista desta via, clique aqui!

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Face da via Planeta Vermelho.

2016.01.11_Planeta_vermelho

Estrela D´Alva

3º IV (A0/V), E1, D1, 400m

A via Estrela D’Alva é uma outra via que fica na “face oposta” a via Planeta Vermelho e é uma excelente opção para quem busca uma via mais tranquila.

Leia mais aqui!

Pedra Sem Nome

Hidrante (4º, IV, E2, D2,420m)

Exatamente na pedra oposta a via Planeta Vermelho, desponta uma monólito muito chamativo que desperta a curiosidade dos montanhistas. Assim, os mesmos escaladores que abriram a via Planeta Vermelho, abriram ali a via Hidrante.

Leia mais aqui!

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Pedra oposta onde fica a via Hidrante, além de outras vias inacabadas.

 

Pedra Sem Nome

Agulha no Palheiro (4o SUP, A0, 30m)

Essa via é a via normal de uma pequena agulha que fica no lado oposto ao vale de Estrela do Norte.

Para saber mais sobre essa via, clique aqui!

Pedra do Fio *****

Dentre todas as pedras da região de Estrela do Norte, com certeza, a Pedra do Fio é a mais impressionante de todas elas. Não é à toa que no anos 70, ela chamou a atenção de um grupo de escaladores cariocas que ali estabeleceram a primeira via da pedra. Para saber mais sobre essa via, consulte o livro Horizontes Verticais de Jean Pierre Von Der Weid.

Anos mais tarde, em 2015, um grupo de escaladores paranaenses abriram, igualmente, uma via difícil e audaciosa, desta vez pela face frontal do Fio.

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Via No Fio da Navalha (6o, VIIIa, E3, D4/D5, 700m)

Para saber mais sobre esta via, clique aqui!

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