História da escalada indoor e de competição no Rio Grande do Sul

Durante o período da quarentena, resolvi sanear alguns arquivos mortos de um drive de backup e resgatei várias fotos da primeira década do novo milênio. Olhando as fotos fui vendo que eu tinha bastante material para falar sobre um assunto bem legal sobre a história da escalada gaúcha: a escalada indoor e de competição.

O nascimento e evolução desses dois ramos praticamente andaram juntos ao longo da história e evoluem em paralelo até os dias de hoje. Os primeiros muros indoors devem ter sido construídos no final da década de oitenta, início de noventa. Essa época, eu ainda não escalava, então o que vou escrever aqui vem de “ouvido”. Mas até onde sei, o primeiro muro indoor do RS foi a “garagem do Duca”, uma pequena cave construída na casa dos pais em Porto Alegre. Também ouvi histórias de muros de treinamento em muro de pedra, mas como ele não foi construído para este fim, estou desconsiderando. O “Muro do Duca” era um muro bem avançado para época, com negativo, teto e vertical. Por muito tempo treinei nesse muro, e na época, depois do “Muro do Guili”, era o muro mais famoso de Porto Alegre.

Muro do Duca. Lembra um pouco aqueles muros ingleses.

Já o muro do Guili era tão reverenciado e temido quanto ele. Foi construído na parte superior da casa aproveitando o caimento do teto, ou seja, tinha qualquer coisa em torno de 50 graus de inclinação. Aquela inclinação era algo que estava muito além da época. Treinar naquele muro era garantia de sofrimento e muitas dores pelo corpo no dia seguinte.

Treinando no Muro do Guili. O muro era tão inclinado que, às vezes, era melhor escalar descalço (2002).

Nessa mesma época (1993), surgiu na cidade de Taquara um muro indoor que carinhosamente chamávamos de “Muro do Boger”. Esse muro, construído pelo escalador Herbert Boger Jr. ficava dentro de um ginásio de esportes e foi palco de várias competições (vide lista no final do post). Não sei exatamente quando foi o primeiro campeonato de escalada guiada do Rio Grande do Sul, mas acho que foi em 1993, pois lembro que uma vez fui escalar nesse muro e provei a via da final. Também sempre contam a história do escalador paulista Makoto Ishibe que fez uma “demonstração” de dry tool nesse evento, onde ele saiu dando porrada no muro para subir com os crampons e piolet’s.

Outro fato curioso é que nessa época, as pessoas tinham vergonha ou escondiam que treinavam. Seja para competir ou escalar na rocha. Essa coisa de treino indoor era uma espécie de tabu e nas competições ninguém falava abertamente que treinava. Engraçado como os valores se inverteram, no passado o cara bom era o cara que tinha a força natural, sem precisar treinar, hoje, o status é de quem treina mais, basta dar uma olhada rápida nas redes sociais. 

Além desses muros, lembro que na ESEF (UFGRS), tinha um muro de escalada no lado de fora de um prédio. Não sei bem a origem nem a história. No bairro da Serraria, na casa do Danilo também tinha um muro que era muito legal. Neste post falo um pouco sobre esse espaço. Na loja Big Wall também tinha uma pequena cave nos fundos da loja, onde o pessoal treinava boulder. O mesmo aconteceu na loja Montanha do Newton Reis no centro de Porto Alegre. Parte era loja e outra metade um muro com as agarras fixadas diretamente na parede.

Em paralelo ao movimento indoor na região metropolitana, na serra gaúcha, também nascia os primeiros muros de escalada. Não sei quem foi o pioneiro por lá, mas com certeza o escalador Jimerson Marta, o Jimão, devia estar no meio. Nos campeonatos da época, o padrão era o Guili ou o Jimão levar a taça. Lembro que quando esses dois estavam nos campeonatos, minha meta era tentar um terceiro lugar, porque mais do que isso era impossível.

Falando em Jimão, essa semana fiquei sabendo que ele está precisando fazer uma cirurgia no ombro e como o SUS não está atendendo em tempos de pandemia, vai precisar fazer no particular!!! Está acontecendo uma “vaquinha” muito legal entre os escaladores, amigos, familiares e admiradores! Para saber mais e ajudar o Jimão, clique aqui!

Já as agarras dessa época eram feitas de madeira e pedra, com algumas agarras de resina. Lembro que no muro do Guili tinham as melhores agarras, que ele trouxe da Europa. Também tinha umas agarras de mármore do Cipó que ele e seu irmão “Leozinho” cataram quando foram para lá. Machucava… Mas eram do Cipó… Tinha status!

Mais tarde, o escalador Jander de Porto Alegre começou a fabricar as primeiras agarras de resina em escala comercial. Ele simplesmente pegou um jogo de alguma marca gringa e fez várias cópias. Por muito tempo essas eram as agarras padrões de vários muros de escalada do Rio Grande do Sul. Somente em 2001, um pouco cansando da mesmice, entrei no ramo das agarras fundando a Agarras Sauro que tinha como lema: as melhores piores agarras

Primeiro jogo de agarras da Sauro, batizado de Gênesis. Detalhe para furação de 1/4.
Trabalhando nas agarras. Coloquei a máscara só para fazer a foto, porque naquela época não tinha essa de EPI. Ano 2002.

Naquela época, fazer agarras não era tão simples quanto hoje, principalmente no que diz respeito as técnicas de fabricação. Havia muita pouca informação na internet, por isso a curva de aprendizado foi muito demorada. Pra se ter uma ideia, em 2006, quando vendi a marca para o Thiago Balen e Matheus Correa ainda não tinha dominado completamente todos os segredos do processo de fabricação.

Com o desenvolvimento dos muros indoor, o lado comercial também começou a ser explorado. Aos poucos, os muros foram expostos em evento, exposições e feiras. E às vezes, também serviram de palco para as competições. O campeonato de escalada da Feira da Uva em Caxias do Sul foi o mais famoso de todos.

Também não podemos deixar de citar a importância do escalador Elton Fagundes (Stonehenge) no desenvolvimento desse braço da escalada. Ele foi um dos pioneiros da escalada de competição e construção de muros de demonstração no Estado. Inclusive, o primeiro campeonato de escalada em boulder realizado na cidade de Bagé (2000), foi organizado por ele no pátio de um posto de gasolina. Lembro que participei desse campeonato e na época nem tinha noção do ineditismo desse evento.

Fretamos a Kombi do Orlei, formamos uma caravana da capital e partimos para Bagé num sábado. Para quem não sabe, de Porto Alegre até Bagé são 370km. De Kombi isso deu umas 7h. Por outro lado, a galera de Caixas do Sul também desceu em peso para esse campeonato. Já de Caxias, a distância aumenta mais ainda, assim como a aventura. Lembro que o carro do Jimão deu problema na estrada e só conseguiram chegar no alojamento que ficava num ginásio, por volta das 2h da madrugada. Chegaram no ginásio, mas não acharam o alojamento e tiveram que se contentar em dormir no banheiro. No dia seguinte, o evento transcorreu com os atrasos costumeiros que sempre marcaram os campeonatos e ao final do dia, pé na estrada para Porto Alegre, porque na 2a feira eu tinha aula!

Foto um pouco torta mostrando a cara do muro de Bagé (2000).
Participantes do campeonato de boulder de Bagé (2000).

Os atrasos e longas horas na zona de isolamento eram a marca registrada desses eventos. Era comum os campeonatos começarem por volta das 10h da manhã, já com atraso, e acabar depois das 22h. Já participei de campeonato que acabou às 3h da manhã, assim como de eventos que a final teve que ser adiada para outro final de semana. Com isso, os campeonatos que antes eram realizados em um dia, passaram a ser realizados em 2 dias; Um dia para eliminatória e outro para final, mas logo o pessoal voltou a reclamar, pois assim não sobraria um dia para escalar na rocha. O problema não era esperar, o problema era esperar no banheiro que, em geral, funcionava como zona de isolamento. Pensando hoje, o que ficávamos fazendo do meio-dia até às nove da noite dentro de um banheiro sem Instagram nem Facebook? Pior do que esperar no banheiro era ser o último escalador da noite, que normalmente ficava para o melhor colocado da eliminatória, para fazer o “gran finale”. Esse dai sofria em dobro. Além de não ver nenhuma escalada, ficava no isolamento por último e passava o maior nervosismo… Ainda bem que já estava no banheiro…

Zona de reclusão. Caxias do Sul (2004). Foto: Paula Dariva.

Nesse período, participei ativamente de diversos campeonatos que aconteceram no Rio Grande do Sul, inclusive em 2001 cheguei a participar de um Brasileiro que aconteceu na Casa de Pedra em São Paulo. Só consegui participar desse campeonato porque os pais do Pedro e Arthur que escalavam comigo, me deram uma passagem e os meus amigos fizeram uma “vaquinha” para ajudar nos custos. Até hoje sou muito gratos a eles pela oportunidade que permitiu ampliar os horizontes.

Com o passar dos anos, esses atrasos começaram a me incomodar e perdi um pouco a motivação para competir. Assim, resolvi juntar forças com os amigos (Toni e Chico principalmente) e resolvemos organizar um evento chamado “Comitê” (2003) no muro lá de Ivoti. A nossa meta era tentar organizar um evento mais dinâmico, sem atrasos e mais “profissional”. E assim ingressei no mundo da organização dos campeonatos. No ano seguinte (2004), ainda tivemos a 2a edição do Comitê em Ivoti e depois a 3a edição no muro da ACM em Porto Alegre (2005).

Com a escalada em alta, várias pessoas começaram a construir os seus muros em casa. Em geral, eram muros bem pequenos, com menos de 6m2 e tinham como principal finalidade o treinamento que também estava em alta. Como naquela época vendia agarras, era do meu interesse que isso se difundisse, por isso ajudei muito na construção desses muros. A moda eram os muros reclináveis que quando não estavam sendo usados, poderiam sem “guardados” sem ocupar espaço e quando montados, poderiam facilmente ser reclinados em qualquer ângulo.

Eu mesmo tinha um muro de escalada na Casa do Estudante em Porto Alegre onde eu morava. O muro ocupava boa parte do quarto, tinha um canto para os estudos e a minha cama era nos crashs. Lembro que sempre tinha alguém lá em casa treinando até altas horas da noite.

Muro na casa do estudante em Porto Alegre. Sempre estava virado em pó (2002).

Passada essa fase, começaram a aparecer o que são os ginásios de escalada de hoje em dia. Esse movimento aconteceu de forma bastante paralela, tanto na Serra quanto na capital, pois as duas regiões tinham bastante intercâmbio de informação. Em Caxias, o muro da Living Stone (2001) foi um dos pioneiros nessa nova modalidade. O muro, construído em parceria com o Roni Andres e Thiago Balen  foi levantado na parte superior da garagem da casa da mãe do Thiago e logo se tornou ponto de referência, inclusive com realização de diversos campeonatos de boulder. Além desse muro, em Caxias também tinha um muro de escalada na academia Estica Vida que era um muro dentro de uma academia e contava com um espaço para escalada guiada. Esse local também foi palco de diversas competições.

Guili no muro da Living Stone (2001).

Já na cidade ao lado, em Bento Gonçalves,  com a criação do Leão Gropo de Montanhismo (1994), surgiu na cidade um muro de escalada em uma academia, que também foi palco de diversas competições.

Participando de um campeonato no muro da Academia Phantom, Bento Gonçalves (1999).

Na região metropolitana, nos mesmos moldes de Bento, na cidade de Esteio havia o muro de escalada da Associação de Montanhistas de Esteio – AMES, dentro do ginásio municipal. Eu acho que depois do muro do Boguer, esse foi o muro guiado mais antigo, onde os sócios treinavam e contou com vários campeonatos, tanto municipais quanto estaduais. Infelizmente, recentemente, após um acidente fatal, o muro foi fechado, encerrando um importante ciclo da escalada indoor gaúcha.

Competindo no muro da AMES em Esteio 2000.

Na cidade vizinha, em São Leopoldo, tinha o muro da Pointer, que ficava nos fundos de uma loja de armas. Esse também foi um importante espaço para o desenvolvimento da escalada na região do Vale dos Sinos e era bastante frequentado pelos escaladores locais e muitos escaladores militares.

Competição no muro da Pointer em São Leopoldo (1998?).

Já em Porto Alegre, o muro mais tradicional foi o muro da Academia Okinawa, sob os cuidados do escalador Orlei Jr. Depois surgiu o muro da ACM (2004), construído dentro da sede da Associação Cristã de Moços, pelo grupo Stonehenge no centro de Porto Alegre. Esse muro foi muito importante porque foi o primeiro muro construído dentro dos moldes internacionais com uma ampla área de boulder. Infelizmente o muro não vingou pela dificuldade em manter os interesses entre ambas partes (ACM e escalada) e suas atividades foram encerradas no ano seguinte.

Treinando no muro da ACM.

Em 2000, após tumultuadas seções, foi fundada a Associação Gaúcha de Montanhismo – AGM, que tinha por objetivo organizar o esporte dentro do Estado, seguindo uma tendência national. Se antes o esporte era representado por pessoas ou empresas, agora, diante dos leigos, tínhamos uma entidade representativa. A partir da organização da AGM, entre outras atividades, foram realizados alguns campeonatos sob a tutela da entidade, sendo o campeonato de boulder realizado no Parcão em Porto Alegre (2000) o mais emblemático.

A AGM também, conseguiu pleitear um importante espaço dentro do prédio de ginástica olímpica da Escola de Educação Física (ESEF) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e lá foi construído o Muro da AGM (2001?). Entrar num espaço tão concorrido, dentro de uma entidade deste porte foi uma grande conquista da AGM, mas se manter lá dentro foi um desafio maior ainda. O muro resistiu ao máximo a pressão por parte dos outros usuários que queriam dominar o espaço, até que em 2005, com a troca da diretoria do instituto, o muro foi desativado. Desde então, a AGM passou um período sem muro e mais recentemente está alugando um grande espaço dentro de um clube em Porto Alegre e o muro está indo muito bem obrigado.

Em 2007, acabei saindo do Rio Grande do Sul e deixei de acompanhar mais de perto a evolução da escalada, mas nos últimos anos o que observo é que o esporte cresceu bastante no Estado em termos de adeptos, o que permitiu que tanto as associações,  quanto as entidades privadas pudessem custear o seu próprio espaço, sem depender de “favores” para ter um canto, ou construir nos fundos da casa de alguém. Ainda estamos longe da profissionalização do esporte, como vemos no Japão ou Áustria, mas lentamente estamos progredindo no esporte. 

Este texto não tem a intenção de ser um artigo histórico, com certeza faltam vários capítulos que eu não vivenciei, não conheci ou provavelmente não lembrei. Escrevi o texto com base nas minhas lembranças e utilizando algumas fotos de apoio. As datas também podem conter alguma imprecisão, assim como a ordem cronológica

Abaixo, listo os campeonatos de escalada que rolaram entre 1993 e 2006 no Rio Grande do Sul, com destaque para o ano de 2002 quando aconteceram 7 competições em um ano. Ou seja, tinha quase um campeonato a dois meses.

1993

1o Campeonato Gaúcho de Escalada Esportiva – Taquara

Primeiro campeonato de escalada guiada realizado no Rio Grande do Sul (?)

1994

I Caxias Open de Escalada Esportiva – Caxias do Sul

3a Etapa do Campeonato Brasileiro de Escalada Esportiva – Taquara

1995

I SESC Open de Escalada Esportiva – Imbé

1o Campeonato de Escalada em Rocha

1a Etapa do Ranking Gaúcho – Porto Alegre

  1. Jimerson Marta
  2. Cristiano Costa
  3. Luis Henrique Cony

2a Etapa do Ranking Gaúcho – Taquara

  1. Jimerson Marta
  2. Tiago Mello
  3. Cristiano Backes

3a Etapa do Ranking Gaúcho – Taquara

4a Etapa do Ranking Gaúcho – Taquara

1996

1a Copa Ar Livre de Escalada Esportiva – Porto Alegre

Organizada pela extinta marca Ar Livre, foi realizado no Hard Roller Point Teens do Bairro Navegantes e contou com três etapas. Route Setter: Nativo

Foto: Orlei Jr.

Etapa 1

Etapa 2

  1. Guilherme Zavaschi
  2. Naoki Arima
  3. ?

Etapa 3

  1. Jimerson Marta
  2. ?
  3. ?

III Etapa do Ranking Bento-gonçalvense de Escalada Esportiva – Bento Gonçalves

23/06/1996 – Evento organizado pelo Clube de Montanhismo Ecológico Leão Gropo e realizado na Academia Phantom em Bento Gonçalves.

1o Petrópolis Tênis Clube Open – Porto Alegre

1999

1o Indoor Open de Escalada Esportiva – Caxias do Sul

2000

1a Etapa do Campeonato Gaúcho de Escalada de Boulders – Bagé

12/11/2000 – Primeiro campeonato de boulder realizado no Rio Grande do Sul. O evento foi realizado no Posto Ollé na cidade de Bagé e foi organizado pela ABM e Stonehenge Mountain. A competição contou a participação de 30 escaladores.

Preparando para foto oficial do evento.
  1. Lair Júnior
  2. Naoki Arima
  3. Antonio Nery
  1. Paula Amaral
  2. Karen
  3. Sabrina

2a Etapa do Campeonato Gaúcho de Escalada de Boulders – Porto Alegre

03/12/2000 – Campeonato de boulder organizado pela AGM e realizado no Parque Moinhos de Vento (Parcão) em Porto Alegre. Route-setters: Henrique Cony, Guilherme Zavaschi e Eduardo Tondo.

Foto oficial do evento.
  1. Naoki Arima
  2. Jimerson Marta
  3. Leonardo Zavaschi
  1. Paula Amaral
  2. Caren Calvetti
  3. Aline Karpinski

2001

6o Campeonato Gaúcho de Escalada – Esteio

18 e 19/08/2001 – Evento organizado pela AMES em parceria com a AGM e FGM e realizado no Ginásio Municipal de Esteio.

  1. Naoki Arima
  2. Thiago Balen
  3. Jimerson Marta

Campeonato de Escalada Esportiva Indoor – Bento Gonçalves

12/04/2001 – Evento organizado pelo Leão Gropo na Academia Phantom.

  1. Naoki Arima
  2. Rafael Seco
  3. ?

1o Troféu Festa da Uva de Escalada Indoor – Caxias do Sul

2002

1o Campeonato de Escalada em Boulder – Gravataí

03/11/2002 – Campeonato de boulder realizado em praça pública na cidade de Gravataí. Devido a chuva que caiu no final do dia, a fase final foi transferida para semana seguinte em Caxias do Sul.

Foto: ?

Action Fair – Novo Hamburgo

Campeonato de boulder realizado na FENAC de Novo Hamburgo. Route setter: Naoki Arima

  1. Thiago Balen
  2. Guilherme Zavaschi
  3. Leonardo Zavaschi
  1. Alessandra Marins
  2. Lilian Tsuhako
  3. ?

2o Campeonato de Escalada em Boulder – Gravataí

  1. Leonardo Zavaschi
  2. Jimerson Martta
  3. Robledo Severo
  1. Liliam Tsuhako
  2. Alessandra Marins
  3. Renata Pereira

Festival de Boulder Living Stone – Caxias do Sul

13/04/2002 – Ao que me consta esse foi o primeiro Festival de Boulder do Rio Grande do Sul e foi realizado no muro da Living Stone em Caxias do Sul. Route setters: Thiago Balen e Roni Andres.

2o Troféu Festa da Uva de Escalada Indoor

02 e 03/03/2002 – Evento realizado em dois em Caxias do Sul. No sábado foi realizado o campeonato de escalada em velocidade na Academia Estica Vida e no domingo foi realizado o campeonato de boulder na Universidade de Caxias do Sul.

Speed

  1. Naoki Arima
  2. Thiago Balen
  3. Jimerson Marta
  1. Gisele Ferraz (PR)
  2. Juliana Peters (SC)
  3. Vanessa (PR)

Boulder

  1. Guilherme Zavaschi
  2. Thiago Balen
  3. Jimerson Marta
Galera que participou da etapa de speed.

1a Etapa do Campeonato Gaúcho de Escalada em Boulder – Nova Petrópolis

17/02/2002 – Evento realizado na cidade de Nova Petrópolis. Route setter: Henrique Cony.

  1. Naoki Arima
  2. Daiti Hamanaka
  3. Rodrigo Pettersen

2o Caxias Open de Escalada Indoor – Caxias do Sul

2003

Festival de Boulder Purple Rock – Caxias do Sul

1o Full Grip Boulder – Caxias do Sul

Campeonato de boulder realizado na loja Samburá, em Caxias do Sul. Route setter: Naoki Arima e Toni

  1. Vinicius Todero
  2. Leonardo Zavaschi
  3. Roni Andres
  1. Lilian Tsuhako
  2. Elisangela Xavier
  3. Pratrícia Ferrari

1o Comitê – Ivoti

Campeonato de boulder realizado em Ivoti. Route setter: Naoki Arima

  1. Daiti Hamanaka
  2. Vinicius Todero
  3. Roni Andres
  1. Alessandra Marins
  2. Lilian Tsuhako
  3. ?

3o Troféu Festa da Uva de Escalada Indoor – Caxias do Sul

28/05/2003 – Evento realizado na Academia Estica Vida.

  1. Antonio Nery
  2. Roni Andres
  3. Jimerson Marta

2004

Ranking Bento-gonçalvense de Escalada – Bento Gonçalves

  1. Vagner Ambrosi
  2. Ivan Ferronato
  3. Pauli Teixeira
  1. Valesca Barela
  2. Bianca Stail

1o Festival Gaúcho de Montanhismo – Porto Alegre

  1. Jimerson Marta
  2. Vinicius Todero
  3. Juliano Perozzo
  1. Lilian Tsuhako
  2. Valesca Barella
  3. Elisa Rosa Mendes

3o Indoor Open de Escalada Indoor – Caxias do Sul

Evento realizado na Academia Estica Vida em Caxias do Sul. Este foi o primeiro evento onde as categorias foram divididas por idade. Route setter: Jimerson Martta. Leia mais aqui!

  1. Thiago Balen
  2. Roni Andres
  3. Naoki Arima
  1. Lilian Tsuhako
  2. Elisa Mendes
  3. Daniela Magnobosco

1a Etapa do Campeonato de Boulder da AGM – Porto Alegre

  1. Rodrigo Petersen
  2. Guilherme Zavaschi
  3. Naoki Arima
  1. Lilian Tsuhako
  2. Alessandra Marins
  3. Velesca Barella

2a Etapa do Ranking Bento-gonçalvense de Escalada

  1. Paulo Teixeira
  2. Ivano Ferronato
  3. Leomar Paese
  1. Valesca Barella
  2. Bianca Stail

2o Festival de Boulder Purple Rock – Caxias do Sul

  1. Vinicius Todero
  2. Jimerson Marta
  3. Douglas

2o Comitê Revolution – Ivoti

Segunda edição do Comitê realizado em Ivoti. Route Setters: Naoki Arima e Toni.

  1. Leonardo Zavaschi
  2. Guilherme Zavaschi
  3. Thiago Balen

2o Troféu Festa da Uva de Escalada – Caxias do Sul

Evento realizado pela ACM na Academia Estica Vida. Route Setter: Jimerson Martta. Leia mais aqui!

  1. Vinicius Todero
  2. Antonio Nery
  3. Lair Júnior
  1. Elizangela Xavier
  2. Lilian Tsuhako

2005

Festival Caxias do Sul de Escalada e Montanhismo – Caxias do Sul

Evento realizado no ginásio do SESI em Caxias do Sul

  1. Guilherme Zavaschi
  2. Naoki Arima
  3. Vinicius Todero
  1. Sílvia Marcon
  2. Elizangela Xavier

2a Etapa do Ranking Bento-gonçalvense de Escalada – Bento Gonçalves

  1. Paulo Teixeira
  2. Cláudio Bochese
  3. Ever Somensi
  1. Valesca Barela
  2. Bianca Stail
  3. Fernanda Abarzua

1o Mart Center Open de Escalada Esportiva – Caxias do Sul

16/07/2005 – Evento organizado pela ACM e realizado no Shopping Mart Center, dentro do I Mix Total Esportes Vilmar Oliveira, na cidade de Caxias do Sul. Route setter: Jimerson Martta. Leia mais aqui!

  1. Vinicius Todero
  2. Dioni Capelari
  3. Roni Andres
  1. Lilian Tsuhako
  2. Elizangela Xavier
  3. Isadora Demoliner

3o Comitê Upgrade – Porto Alegre

3a edição do Comitê, dessa vez realizado no muro da ACM em Porto Alegre. Route Setters: Naoki Arima e Toni.

Convidados

  1. Vinicius Todero
  2. Rodrigo Petersen
  3. Jimerson Martta

Masculino

  1. Dioni Capelari
  2. Pedro Nicoloso
  3. Gabriel Nicoloso

3o Campeonato de Boulder da AGM – Porto Alegre

Evento realizado na Escola de Educação Física da UFRGS e organizado pela Associação Gaúcha de Montanhismo

2o Full Grip de Boulder – Caxias do Sul

2006

IV Full Grip de Bouldering – Caxias do Sul

03/12/2006 – Evento realizado em Caxias do Sul.

  1. Vinicius Todero
  2. Dioni Capelari
  3. Pedro Nicoloso
  1. Lilian Tsuhako
  2. Isadora Demolier
  3. Nádia Ferraz

Campeonato Gaúcho e Brasileiro de Escalada Esportiva – Caxias do Sul

Após 13 anos sem receber um Campeonato Brasileiro de Escalada Esportiva, o Rio Grande do Sul sediou uma etapa na cidade de Caxias do Sul com presença de grandes nomes da escalada nacional. Na ocasião, também foi realizado o campeonato Gaúcho de Escalada Esportiva.

Campeonato Brasileiro

  1. André Belezoski
  2. Felipe Camargo
  3. César Grosso
  1. Janine Cardoso
  2. Francine Borges
  3. Marilene

Campeonato Gaúcho

  1. Dioni Capelari
  2. Vinicius Todero
  3. Naoki Arima

1o Open Escalada em Bouldering – Bento Gonçalves

27/05/2005 – Evento organizado pelo Leão Gropo e realizado no Ginásio Municipal de Bento Gonçalves.

  1. Dioni Capelari
  2. Vinicius Todero
  3. Mateus Scopel
  1. Lilian Tsuhako
  2. Fernanda Abarzua
  3. Bianca Stail

Em alguns eventos, não tenho a classificação feminina. Em outros, a classificação está incompleta. Para maiores detalhes, acesse a Timeline do RS.

Caso alguém tenha informações complementares e/ou fotos de algum evento, escreva nos comentários!

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