
Saindo de Vitória tome a saída norte pela BR-101 até Fundão e depois a ES-261 até Itaguaçu passando por Santa Teresa e Itarana.
Dentro da cidade de Itaguaçu siga as indicações para Colatina e depois de atravessar a ponte, vire à esquerda. Para direita, segue para Colatina.
Zere o odômetro na ponte e no km 5,8, vire à esquerda no entroncamento. No km 11,2 mantenha se à esquerda. No km 12,5 à direita. No km 14,4 passará pela localidade de São Bento. Siga pela principal fazendo uma curva fechada à esquerda. No km 19 irá passar pela entrada do Recanto da Pedra. Siga pela estrada subindo pela cafezal até onde a estrada acabar e iniciar a trilha. Dependendo da época do ano e das condições da estrada, somente carros com tração conseguem chegar até o final. Uma ótima ideia é sempre passar no Recanto da Pedra para obter informações adicionais.
O maciço Cinco Pontões pode ser dividido em 2 grandes complexos com acessos distintos. O complexo 17 de Julho onde estão as agulhas como Pontão Maior, Gêmeo e 17 de Julho e o complexo sul onde estão a Foca, Filhote da Foca, Língua de Boi e o Rachado.
O acesso ao Complexo 17 de Julho é bastante trabalhoso e complexo, demandando conhecimento avançado em técnicas verticais.
Para acessar a base destas vias é preciso inicialmente subir ao cume do Pontão Maior pela via ferrata. Suba sempre encordado! Nunca suba usando apenas os cabos de aço como proteção, pois eles estão condenados.
Do cume do Pontão Maior, em frente ao Topão Gêmeo, há uma parada dupla para um rapel de 40m até a “cangalha”. Rapele e deixe uma corda fixa para a volta.
Bem no meio da cangalha, há outro ponto de rapel de aproximadamente 50m até uma pequeno platô de mato. Rapele e, novamente, deixe uma corda fixa. Não esqueça de proteger a borda com um protetor de corda.
Do platô, siga escalaminhando em direção ao 17 de Julho até encontrar um grande bloco entalado “instransponível”. Neste ponto é preciso sair escalando por fora, protegido por 2 chapas de inox, para vencer o lance. Comumente, esse lance encontra-se molhado.
Depois é só seguir caminhando até a base das vias.
Para voltar é preciso retornar pelas cordas fixas. Tenha sempre em mente que serão aproximadamente 90m de ascensão por corda fixa após um dia de escalada. Gerencia muito bem o tempo e guarde energia para o final, pois costuma demorar e cansar mais do que o esperado. Além disso, use equipamento adequado para fazer ascensão pela corda fixa.
Informações complementares com fotos, aqui!
Duas cordas de 60m; 8 costuras.
Grampo originais de 1/4 com grampos de 3/8 e 1/2. Chapeletas de 3/8, aço comum.
Para acessar a área do 17 de Julho, é preciso subir o Pontão Maior pela ferrata e descer até a cangalha. Para maiores infos, clique aqui!
4- Pitoco do Alemão (IVo) (IIIo) – Escalada solo pela face oeste até o cume onde tem um grampo para rapel. A via não tem proteção fixa, mas pode ser protegida com móvel.
5- Pontão Casagrande (Vo) – Via exposta que transcorre pela aresta sudoeste. O 1o grampo fico logo na saída, depois segue num lance exposto até um diedro onde é possível proteger em móvel (Camalot #.5 – #2) até chegar num grampo de 1/4. Depois a linha segue em direção ao cume passando pelo trecho mais exposto da via. Há um grampo simples no cume e uma parada dupla fora da via para o rapel.
7- Pico 17 de Julho (Vo) – Via exposta de 2 enfiadas. A primeira enfiada começa no colo entre o Pontão Casagrande e o Pico 17 de Julho. A via transcorre em diagonal à direita num lance sem proteção até chegar num pequeno platô. Neste ponto é possível proteger o próximo lance com algumas peças (Camalot #1-#2). O crux é a dominada de um lance com mato para ganhar um platô onde há 2 grampos sucessivos e uma parada dupla. A segunda enfiada segue pela fenda, com boas colocações móveis (opcional) até chegar na base de um grande platô. Ali é possível, ou seguir reto pela chaminé até o cume, ou contornar pela direita vencendo pela face. No cume há um grampo de 1/4 e um 3/8. Para rapelar é preciso abandonar uma fita ou descer pela via K-olho.
8 – K-olho (Vo SUP) (VIo) – Via estética que transcorre pela aresta sul do pico. Parte da primeira enfiada é comum a via anterior. Assim que ganhar o platô da primeira enfiada, em vez de seguir pela esquerda, a linha transcorre pela fendinha da direita até ganhar um lance para acessar a crista da pedra. A segunda enfiada segue pela aresta da pedra sempre bem protegido em chapas até o cume. Rapel pela própria via.
9- Na crista da onda (Vo) – Pequena variante para ganhar o cume da pedra ao lado do Pico 17 de Julho. Inicia na P1 da via K-olho e segue pela aresta até ganhar o cume. O lance é protegido com 2 chapeletas mais uma parada no cume.
A acesso ao complexo Sul é realizado pela Vila dos Cinco Pontões. Para chegar na base das vias há dois caminhos, no entanto atualmente há algumas restrições de acesso (11/2022). Contacte o administrador do site para informações adicionais.
07/1971
A. Virela, C. Braga, R. Miranda, R. Oliveira
Duas cordas de 60m; 10 costuras, cabo de aço para o A1, cordelete fino para os parafusos, 2 estribos, ascensores. Friends médios.
Grampo originais de 1/4 com grampos de 3/8 e 1/2.
25/01/2021
Caio Afeto, Naoki Arima, Zudivan
Duas cordas de 60m; 2x móvel (#.5-#5); 1x #6. Nut opcional. 7 costuras. Fitas avulsas.
Chapeleta Pingo (inox). Paradas em Pingo.
Face Sudeste. Sombra no inverno.
Para acessar a via Raiz Forte, use o acesso pela localidade de “Cinco Pontões”. Chegando na localidade, siga em direção à pedra e após cruzar a ponte tome a primeira à direita e logo em seguida à esquerda. Passe pela casa e siga em direção ao cafezal. Na estrada do cafezal, tome a 2a saída à esquerda. A partir desse trecho a estrada fica bastante ruim. Recomendado para carros 4×4. Siga pela estrada, passe pela porteira e estacione o carro numa área sombreada entre boulders, antes do “saleiro”. Siga caminhando pelo pasto e entre exatamente em frente à pedra. A mata é bem aberta e sem trilha definida.
1a enfiada – Enfiada curta, pode ser emendada com a 2a enfiada se quiser. Consiste em dominar um trepa raiz até uma árvore. Parada natural.
2a enfiada – A via segue pela canaleta bem óbvia com vegetação. Proteção móvel, exceto em 2 lances antes da P2. O crux da enfiada está no início para ganhar a canaleta.
3a enfiada – A via segue pela canaleta protegendo em móvel. Lances fácies se intercalam com lances verticais em canaleta.
4a enfiada – Enfiada longa com uma seção mais dura na segunda metade.
5a enfiada – A canaleta fica mais aberta, mas o estilo de escalada continua do mesmo jeito.
6a enfiada – Crux! Começa num lance bem atlético para dominar uma fenda e depois segue até o inicio da chaminé estreita. Pode estar com muito espinho. A chaminé vai abrindo progressivamente até chegar na árvore que dá para ver de longe. Parada natural.
7a enfiada – Escalada em chaminé vertical com proteção fixa.
8a enfiada – Escalada em chaminé média com algumas passadas em invertidas e finaliza num diedro aberto. Parada na parede da direita.
9a enfiada – Começa em móvel até chegar no fim do totem, depois segue em fixa até a parada.
10a enfiada – Escalada em aderência com proteção fixa. O crux está na passagem mais vertical. Depois tem um esticão até o próximo lance mais vertical.
11a enfiada – Enfiada fácil. Começa com 3 chapas e depois tem um esticão longo até o cume. Expo!
Descida – É possível descer pela via, mas a melhor opção é descer pela “Águas passadas” e voltar caminhando pela mata. Essa descida requer reconhecimento prévio.
1973/1996
1973 - Carlos de Almeira Braga, Jean Pierre von der Weid, José Carlos de Almeida da Silva, Luiz Penna Franca e Marcelo Martins Werneck/ 1996 - Jeferson Costa, Luciano Bender e Reinaldo Rabelais
2 cordas de 60m (ou 1x70m e 1x 60m); Piton lâmina, angle, microfriends, micronuts e Camalot #.3-#5; Cliff de agarra e furo; ascensore; um par de estribo; solteira regulável.
Grampos de 1/4 (regular) e 1/2 (usáveis) e chapeletas 5/16 (regular).
Face Sudoeste, sombra pela manhã.
Para acessar a base do Filhote da Foca use o mesmo estacionamento da Raiz Forte. A partir dali siga caminhando pelo pasto até chegar numa pedreira de matacões abandonada. Entre na mata e siga buscando um pasto limpo que fica aos pés da Foca, passando por uma drenagem seca.
No pasto siga contornando a Foca até chegar no outro lado, face Oeste. Suba pelo costão sempre margeando a pedra (Foca) até chegar num corredor que fica entre a Foca e o Filhote da Foca. A variante Fiapo de Lambique inicia neste corredor, numa laca em oposição.
1974
Carlos de Almeira Braga, Jean Pierre von der Weid, Heckel Bastos,Orlando Bulter, Luiz Penna Franca e Marcelo Martins Werneck
2 cordas de 50m; 20 costuras, estribo, luva e joelheira.
Grampos de 1/4 e 3/8. Em 2022 as bases foram duplicadas com chapeletas Pingo.
Face oeste, sombra pela manhã.







